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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Eu ouvi dizer que vocês querem conhecer o "Homem por trás do monstro", não é? Bom, eu vou contar, mas antes vamos brincar de How I Met Your Mother "2005-2013" e assim como o desinteressante Ted, ao invés de já revelar, eu vou contar uma história antes, com uma sequência de Obras que marcaram a minha vida semana sim semana não e para começar…

    "O que eles têm aí, o King King?" Ah Dr. Malcon, eles não tem não, mas essa citação me deixa muito feliz hahahaha.

   Jurassic Park (Jurassic Park - Parque dos dinossauros) é sério esse título Brasil? Esse negócio de dar os títulos deve ser passado de geração em geração hahahaha, enfim… Eu nasci em 1991 e em 1993 eu fui ao cinema pela primeira vez, eu não me lembro de nada claro, mas diz a senhora minha minha mãe que aquele bebê não chorou e nem piscou durante a sessão. Nascia ali K.Kong e não poderia ser com outro filme, a trilha "Welcome To Jurassic Park" de John Willians me arrepia desde que consigo me lembrar, mais até que as trilhas de Star Wars e isso não é nada fácil, acreditem.

    Existem filmes que são magníficos em sua época, mas que precisam sim serem refeitos para a nova geração de espectadores ou que precisam só mesmo ficar na memória, porque quando a gente assiste agora, Humm, desce rasgando a infância ou sua filha diz "que filme ruim, olha esse CGI, aff desisto desse filme, não quero mais", mas aqui no filme do Vovô Spielberg, isso não vai rolar ainda por um bom tempo.

    Não importa o quanto eu assista, principalmente o primeiro, porque eu sou tão fãboy que gosto até do que é piorzinho né, esse filme sempre me prende, seja pela nostalgia, pela paixão por "monstros", que com certeza começou aqui e não com Changeman, Power Rangers, Giraya, Ultraman e demais Tokusatsu, que sim, eu também amo. Ou mesmo pelo fato da história que enfim, é aquilo, mas com o tempo a gente começa a notar outras coisas que chamam muita atenção, como por exemplo o cuidado de não só dizer que o Dr. Alan Grant é uma pessoa Horrível, como mostrar isso mesmo que ele não esteja em foco, o filme o apresenta, fala sobre tudo de ruim que ele tem e ele realmente reage em cada cena mostrando seu desgosto, até que no fim ele aceita, por exemplo, que as crianças gostam dele e que nem são tão ruins assim (não Sra. Kong, meu pensamento com gatos não vai mudar igual o dele com crianças hahaha).

    E por falar em crianças, Pai que dó dos mirins Lex e Tim Murphy, ninguém nesse filme, nem o Dr. Ian com sua perna bem quebrada e de frente para o T.Rex sem poder correr, sofre tanto, fico imaginando o quanto foi gasto com psicólogo com esses dois, não gosto de árvores, não gosto de lama, maçanetas não são seguras, não como sozinho em restaurante nenhum, será que a tremedeira da Lex voltou agora que os dinos estão soltos por aí, aliás quem são os pais dessas crianças? Devem se sentir mal até hoje. Destaque aqui para a separação de presepadas:

    Tim: preso no carro, preso na árvore, eletrocutado, todo estrunchado tendo que correr de Raptores

    Lex: atrai o Rex, quase esmagada pelo carro, largada pelo advogado cagão, pegou Gripe de Brontossauro, viu os Raptores primeiros e ainda quase foi comida quando caiu do teto.

  Existem algumas coisas na franquia que me incomodam claro, como o vilão mais desagradável do cinema que deveria ter um final muito pior, sim estou falando de você Dennis Nedry, aposto que até Wayne Knight que te deu vida ama te odiar, o fato ser dito que o T-Rex corre a 100 Km, mas em Jurassic World, Claire Dearing correr dela e de salto alto e para fechar Samuel L. Jackson está no filme e não pode nem filmar a sua morte dizendo um "Filha da …" como sempre, pois um Fucking Furacão o impediu de chegar ao Havaí e filmar a cena.

    Claro que existem mais coisas que me incomodam, mas não quero contar hahaha

    Jurassic Park marcou gerações inteiras, é rico em detalhes, está de longe a frente de sua época e é o pé que me levou, assim como muitas outras pessoas, a me apaixonar pelo cinema de alguma forma, lembrando que depois disso todo o filme de bicho gigante que come as pessoas e não é maligno eu torço para os Bichos ficarem vivos e em paz e os Humanos que Morram.

    Quem não assistiu por favor, toma vergonha na cara e vai assistir.

    Ah, olha eu esquecendo de novo, as mulheres nessas franquias são sempre bravas né, fazem um escândalo, mas sempre tomam a frente em algum momento, mas só nesse primeiro filme que isso gera até um início de discussão sobre sexismo.

    Menção mais que honrosa para John Hammond, personagem maravilhoso, encantador, cativante demais, da até uma coisinha no coração quando ele fica desolado vendo o sonho dele morrer, afinal o sonho de Hammond é tudo nesse universo e por tanto é tudo para nós.



Por: K. Kong



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Em clima romântico, Paolla e MC Kekel anunciam parceria em 'Zerando A Vida'

Foto: Divulgação.



    Alerta de hit no mundo do pop funk! De um lado Paolla, dona de um timbre único, hits digitais que caíram nas graças do jogador Neymar e detentora do título de principal aposta do gênero. De outro, Mc Kekel, dono de mais de 215 milhões de streamings e hits como “Namorar Pra Quê?” e “O Bebê”. Resultado? Os dois lançaram juntos o single “Zerando a Vida” no dia 16 de abril, em todos os apps de música e YouTube.

    Mostrando seu lado romântico pela primeira vez e com influências que flutuam entre o R&B da cantora norte-americana Kehlani ao sentimentalismo de Matheus e Kauan, “Zerando a Vida”, marca o encontro de gerações do funk e concretiza um sonho antigo de Paolla em realizar uma parceria com o MC. “Essa música é muito especial para mim por dois motivos: O primeiro é a realização pessoal de um sonho! Desde 2017, quando abri o show dele aqui na minha cidade (Campo Grande/MS), eu sonhava em realizar essa parceria. Quase quatro anos depois e não é que deu certo? Isso prova que, quando determinamos algo e trabalhamos para isso, tudo dá certo! O segundo e ainda mais desafiador foi most rar meu lado romântica, já que todos os meus trabalhos anteriores a este têm um mood completamente diferente”, conta.

    Kekel se diz feliz em participar de Zerando a Vida e aposta que a cantora será um dos principais nomes do funk nacional, em breve. “Quando recebi o convite para participar deste trabalho, através do empresário, fiquei extremamente impressionado com o talento dela (Paolla). Tudo fluiu de uma maneira muito natural, foi bem gostoso e divertido gravar este som. Sem sombra de dúvidas eu posso afirmar que, se ela continuar do jeito que está trabalhando, será um dos maiores nomes do pop funk brasileiro muito em breve”.



Texto: Gabriela Gimenes.



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