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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Papo Sobre Cinema!

Fonte: Pinterest



    Fala pessoal como vocês estão?
   Quinta Feira linda né? Ótimo dia para o primeiro dedo na Ferida hehehe...

    - Porque todos estão nós olhando?
    - Nunca viram um Negro em um cavalo.

    Hoje senhoras e senhores a coisa está Felizmente muito Preta nessa coluna, "Django Livre" é o filme da vez e por mais que Leo DiCaprio em minha opinião esteja muito bem aqui, ele vai sempre perder para o Brilho ultra Violeta de Jamie Foxx e Samuel L. Jackson.

    Django Livre é um Bang Bang(faroeste) escrito e dirigido por Quentin Tarantino, Protagonizado por Jamie Foxx(o cantor que eu gosto muito e gosto mais ainda como ator), que conta a estória do Escravo Django que encontrado por Dr.King Schultz (Christoph Waltz), um Dentista que atualmente trabalha como caçador de recompensa e pasmem é Alemão. Dr.Schultz não só o encontra, como compra, liberta e torna Django seu parceiro, sim um negro e um alemão no velho Oeste juntos contra o sul dos Estados Unidos, tinha que ser Tarantino, palmas.

    Bom como todo filme em Hollywood precisa ter um romance mesmo que de fundo esse aqui coloca Django em busca de sua esposa Broomhillda (Kerry Washington), que foi vendida e comovido com a história do homem e sendo um alemão raiz conhecedor e respeitador de de sua cultura (aprendam Brasileiros), o Dr.Schultz resolve ajudar seu novo amigo Siegfried da vida real, banho de sangue a dentro e por aí vai.

    Tarantino não dá ponto sem nó e aqui não foi de forma alguma diferente, colocar um negro e um alemão juntos contra os escravocratas americanos é um soco na cara dos racistas logo de começo e ele não só fere como pisa na ferida e faz força até nos diálogos.

    O diálogo usado no começo desse texto é um grande exemplo o "Cavalo" pode ser facilmente trocado nos dias de hoje para um campus, uma roupa cara, um celular caro, um carro caro, uma loja, um Shopping, um Mercado e as de mais situações e coisas na gigante lista que cada negro é obrigado a ensinar suas crianças e não se assustarem quando as pessoas no mínimo as olharem torto.

    Em dado momento, Django acaba sendo obrigado a fingir que é um negro entendido, conhecido por nós brasileiros como Capitão do mato (já já falo mais sobre isso), e ele é muito bom nisso, sabem porque? Ele já conhece a maldade dos brancos e nada, absolutamente nada que eles possam fazer o assusta, mas para o Dr.Schultz, o papel de escravocrata é difícil, torturante e traumatizante, porque para um branco é impossível ter a noção de 1/100 do sofrimento e o horror que seus iguais causam todos os dias à pessoas que só querem viver nesse mundo que é de todos nós.

    O filme também apresenta toda a podridão do racista até mesmo falando que o negro biologicamente é feito para servir, que logo me lembra a teoria do branqueamento, que obviamente se mostrou tão errada quanto, a masculinidade fragilizada do branco que sempre pensa sem cadastrar o negro como método de tortura e etc.

    Como eu falei anteriormente Leonardo DiCaprio é repulsivo como um verdadeiro branco sulista (não quero falar o palavrão adeguado), mas isso é normal para todos nós e se isso é normal o que pode superar um branco racista pergunto eu?

    Ora a única coisa que supera um negro entendido, Samuel.L Jackson no papel de um negro da casa. Samuel é o tipo de ator que quando é vilão te deixa com tanto ódio que se fosse novela Brasileira as pessoas tentariam bater nele o tempo todo nas ruas, imagina como um preto da casa, aquele seu amigo negro que reproduz racismo sabe, defende os brancos, é muito mais maldoso que os brancos e hoje em dia nega que o racismo existe e fala que hoje tem muito mimimi, porque as coisas sempre foram assim. Pois é esse é Stephen, um velho rabugento, escravo mas que acha que é branco, mas na verdade não passa de um bichinho de estimação, a figura mais repulsiva do filme e culpado por quase tudo dar errado.

    Django é um filme maravilho e cheio de sangue como Tarantino gosta, transforma seu protagonista não em um personagem negro badass que ele é, mas em uma entidade negra presente naquele universo para literalmente colocar fogo nos racista e de quebra alertar aos Stephens da vida aquilo que minha mãe e minha avó me falam desde pequeno, "diga-me com quem tu andas que direi quem és".

    Dito tudo isso, assistam o filme e eu garanto que vocês não vão se pegar perguntando como um tiro na diagonal descendente pode fazer uma pessoa voar na horizontal ou como um homem pode ficar parado perto de uma explosão e nem ser afetado pela física.



Por: K. Kong.



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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Flashes



Flashes


Eu desnudo almas/ Através do olhar./ E com toda calma/  Me pego a sonhar. / Eu capturo imagens/ E as guardo no coração./ Em molduras paisagens/ Transcendo a emoção./ Em outros me reviro/ Pelo instante da sedução./ Cada um eu confiro/ No clique da paixão.


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