m Rádio Boa Música FM / Blog de Notícias e Streaming de áudio e vídeos: Junho 2018

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

O que sabemos sobre inovação e empreendedorismo na África?


O que sabemos sobre inovação e empreendedorismo na África?

Os empreendimentos em África devem ter como objetivo o empoderamento do povo preto, a erradicação da pobreza, a formação de profissionais em cada país ou região. O que temos visto ao longo dos anos são empresários estrangeiros que utilizam o povo apenas como mão de obra par obter lucro próprio, devolvendo esse lucro para o país de origem sem investir na instrução e aprendizado da população local. Isso tem que mudar.




Veja mais sobre a matéria exclusiva abaixo - São os detalhes na íntegra:


O que sabemos sobre a África? Infelizmente, quase nada. E se levarmos esse raciocínio além: o que sabemos sobre inovação e empreendedorismo na África? Acho que pouca gente sabe algo sobre o tema aqui por essas bandas.
Há tempos, analistas e consultorias fazem alarde acerca do potencial da África para abrigar a próxima explosão econômica do mundo. Em 2010, época da Copa do Mundo na África do Sul, muito se falou sobre o tema.
Os cenários não se confirmaram e o que se viu nos últimos anos foi a debandada de várias empresas multinacionais. Esses players vêm abandonando o continente por conta de quatro motivos principais: corrupção generalizada, falta de infraestrutura, escassez de mão de obra qualificada e crença equivocada de que a classe média é o principal mercado consumidor. Ou seja, não têm conseguido entender em profundidade o ambiente de negócios do continente.
Em recente artigo publicado na Harvard Business Review, Clayton Christensen, Efusa Oromo e Derek Van Bever analisaram uma amostra do ecossistema de inovação do continente africano e concluíram que a inovação na África está relacionada com soluções que atendem as parcelas mais pobres da população, por meio de empresas autossuficientes, de baixo custo e que possuem operações integradas e autonomia para evitar a corrupção.
A pesquisa revelou negócios que abordam demandas reais dos consumidores e têm como objetivo de aumentar o acesso das parcelas mais pobres da população às suas soluções por meio de margens menores e de um rigoroso controle de custos.
O primeiro exemplo citado é a marca de macarrão instantâneo Indomie, uma espécie de miojo da Nigéria. O desafio da empresa foi instituir o macarrão como item de alimentação nas camadas populares do País. Para isso, a empresa apostou no baixo custo, na parceria com escolas primárias, no patrocínio dos prêmios do dia da independência e, até, na formação de um fã clube com mais de 150 mil membros. Outra estratégia foi realizar investimentos de longo prazo no país para garantir sua operação, tais como obras de infraestrutura de água/energia e recrutamento e treinamento de estudantes universitários para formar gestores. Para coibir a corrupção e garantir a disponibilidade do produto nos pontos de venda, a empresa também integrou sua cadeia de suprimento e adquiriu pontos de distribuição.
Outro case é o da Moringa Connect, uma organização que fornece sementes para agricultores locais, além de fertilizantes, treinamentos e financiamento para cultivarem a moringa, uma árvore cujas folhas são muito utilizadas na indústria farmacêutica e de cosméticos. Entre os principais clientes da Moringa Connect estão grandes empresas de cosméticos de países ricos. A ideia dos fundadores, ambos ganenses, um formado no MIT e a outra em Harvard, era apenas fornecer máquinas de processamento para a colheita da moringa, porém descobriram que tinham que se adaptar às condições locais e integrar toda cadeia produtiva.
Também são citadas como exemplo a M-PESA, empresa do Quênia que liderou a revolução dos pagamentos por celular naquele país desde 2007 e a Fyodor Biotechnologies, empresa nigeriana que desenvolveu um teste de baixo custo para detecção da Malária, liberando as pessoas da necessidade de viajar até uma clínica para um diagnóstico caro e inacessível à boa parte da população.
Os autores identificaram quatro estratégias e aprendizados comuns:
1 - Localizar dificuldades da população, cuja inexistência de consumo esteja associada à falta de soluções acessíveis;
2 - Estar alerta às alternativas que a parcela da população sem acesso ao consumo cria para resolver suas necessidades;
3 - Enxergar as soluções que driblam a lei para contornar restrições, pois a existência de soluções temporárias e ilegais pode ser uma indicação confiável de que existe demanda para uma iniciativa legal e de baixo custo;
4 - Utilizar recursos naturais abundantes e característicos de cada região, bem como potencializar recursos escassos como vantagem competitiva, como é o caso da capacitação dos universitários locais para assumirem posições de liderança.
Ao considerar a falta de consumo como uma oportunidade para criar novos mercados, os inovadores da África vêm construindo modelos de negócios aderentes às peculiaridades locais e mais eficazes que as estratégicas genéricas das empresas multinacionais. Esse tipo de mentalidade deveria ser levado em consideração por todo e qualquer país em desenvolvimento.
Estar atento a outros ecossistemas inovadores é uma grande fonte de aprendizado. Em tempos em que o Vale do Silício parece ditar, para muitos, a cartilha da inovação, termino com um questionamento para nós, os brasileiros: sabemos qual é o nosso jeito de fazer negócios, nossas características únicas que podem nos diferenciar em relação aos outros?


quarta-feira, 27 de junho de 2018

Anitta afirma ter ter feito parceria com Rihanna. Sucesso!!!

Anitta afirma ter ter feito parceria com Rihanna. Sucesso!!!


Segundo a edição argentina da revista “Billboard”, Anitta mencionou em entrevista ter participado da gravação da música Desperado. 




Anitta teria gravado parceria com Rihanna. Segundo a edição argentina da revista “Billboard”, a brasileira mencionou em entrevista ter participado da gravação da música Desperado, que faz parte do oitavo álbum de estúdio da cantora de Barbados.
De acordo com a publicação, Anitta teria cantado na faixa, contudo não foi creditada na música. “A artista de Barbados é uma das intérpretes favoritas da brasileira, e incluiu este último single, com mais de 9 milhões de reproduções em seu Youtube, em seu mais recente álbum Anti”, diz a matéria.
“Anitta também participou da canção Sua Cara do trio integrado por Diplo, Jillionaire e Walshy Fire, Major Lazer; seduziu a audiência no vídeo Switch da rapper Iggy Azalea e surpreendeu cantando ao lado de Rihanna em Desperado”, disse a revista.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Beyoncé deve fazer shows no Brasil em 2019, afirma jornalista

Beyoncé deve fazer shows no Brasil em 2019, afirma jornalista



Só não se sabe se será com Jay-Z ou uma apresentação solo dela


Parece que Beyoncé está se preparando para vir ao Brasil! Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a cantora deve fazer shows por aqui no ano que vem!
O jornalista escreveu “O ano de 2019 começará agitado com a vinda de Beyoncé e da banda Metallica ao Brasil. Os contratos com a Live Nation Brasil estão quase prontos”

Não se sabe se ela virá para fazer apresentações solo, ou se o maridão Jay-Z virá junto com a turnê “On The Run II”. De um jeito ou de outro, os fãs brasileiros já estão emocionados por ver Beyoncé de pertinho!



Novo álbum do casal

Beyoncé e Jay-Z lançaram, de surpresa, um álbum conjunto chamado “Everything Is Love”. Esse é o primeiro disco dos dois juntos, e ele conta com nove faixas.

Além disso, o primeiro clipe também foi divulgado, da música “APES**T”. O vídeo foi todo gravado no Museu do Louvre, em Paris, e ficou incrível!

Mia, mais e mais...

No último sábado (16), Beyoncé e Jay-Z lançaram o álbum ‘Everything is love’ e pegaram todos de surpresa. Essa é a primeira vez que o casal soltou um disco em conjunto. Antes, ambos colaboraram apenas em faixas de trabalhos solo.
O novo trabalho contém 9 faixas e veio com o videoclipe inédito de ‘APES**T’, uma homenagem a subversão das artes plásticas. O clipe foi gravado no Museu do Louvre, considerado o maior do mundo, em Paris.










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