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terça-feira, 9 de abril de 2019

A SUMIDADE, NEGRA E PERENE: ANGELOU


A SUMIDADE, NEGRA E PERENE: ANGELOU

Por: Eric Filardi


Imortais serão suas palavras, assim como a atitude de nunca desistir. Em tempos em que o racismo imperava. Jurou para si mesma jamais se omitir. De persistir, de superar, cair e sempre se levantar. Erguer-se do pó, ser um poço de esperança. Que luta pelos direitos dos semelhantes com perseverança. Sua força gigante nos deixa abismado e de cabeça erguida entrou para a história com peito estufado.

“Trazendo os dons que meus ancestrais deram, eu sou o sonho e as esperanças dos escravos” – Maya Angelou

O pássaro engaiolado continua a cantar, pois o sonho da liberdade não irá cessar. Da humilhação em St. Louis à consagração na Casa Branca. “No despontar deste novo dia” virou mosca branca. Brigou pelos direitos civis afro-americanos, ao lado de Malcom X e Luther King fez resistência a opressão dos caucasianos.

“Você pode encontrar muitas derrotas, mas não pode se deixar derrotar” - Maya Angelou

Casada com as palavras, amante da Literatura. Sua prosa elegante é poesia pura. De salto plataforma, passou pela discriminação racial, desfilou na passarela da arte com versatilidade excepcional. Poetisa, escritora, roteirista, diretora, atriz, cantora, dançarina, professora, jornalista e historiadora.

“Não há maior agonia que suportar uma história não contada dentro de você” – Maya Angelou

Com Marguerite Ann Johnson a mulher tem mais poder, pois num dia nublado o arco-íris pode aparecer. De motorista de ônibus à Medalha Nacional de Artes e Presidencial da Liberdade, elevando o status de notória a sumidade. Ganhou também um Grammy no auge da carreira, o que a tornou perene e sinônimo de guerreira. Mulher de resistência, a negra que se agigantou: Maya Angelou.


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