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Mês do Orgulho, mas orgulho de quê?



Nesse mês de Junho muitas pessoas enxergam aquela linda bandeira colorida, a Avenida Paulista cheia, muitos sorrisos, novos amores, amigos e família fazendo com que a Parada LGBT seja única e é, nós brasileiros somos donos da segunda maior manifestação pacífica para retratar o respeito ao amor.

E muitos não sabem o porque deste mês ser o escolhido para ser o mais colorido dentre os outros, pois bem a história nos conta que que na madrugada de 28 de Junho de 1969 no bar Stonewall Inn, no bairro de Greenwich Village em Nova Iorque uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia, essa rebelião durou seis dias, é considerada um dos eventos de luta mais importante para a conquista de direitos igualitários e de criminalização de atos de preconceito em diversos países.

Nessa época a cara da luta era Marsha P Johnson, artista e travesti que ao lado de Sylvia Rivera lutaram e fundaram a Frente da Libertação Gay, denominada STAR HOUSE organização de apoio aos direitos gays e transexuais.

Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera na Parada de 1973, transgredindo a expulsão






Assista nesse link a revolucionária fala de Sylvia Rivera nesta Parada.




E aqui no Brasil?

Aqui somos repletos de rostos que fazem nossa história de João W. Nery, primeiro Homem trans, psicólogo e ativista a realizar a cirurgia de redesignação sexual e que lutou por respeito ao uso de Nome Social, Kaká di Polly Drag Queen que deitou na Avenida Paulista para que a Parada prosseguisse e ilustra uma histórica foto, Maite Schneider que apoia o emprego de pessoas trans através do site e página Transempregos e que inclusive recebemos em nosso programa neste mês, Salete Campari Drag Queen que carrega nossa história desde o tempo da balada Massivo (que lembro muito bem durante minha adolescência kkk). 

E são tantos outros nome que fazem da história do movimento LGBT no Brasil ser reconhecida e respeitada que seria injusto da minha parte me limitar apenas a estes...

Mas hoje quero deixar minha homenagem especial a duas mulheres que são a cara dessa luta através do serviço social, Bruna Valim e Amanda Marfree que nos deixaram neste mês e que o legado que elas nos deixaram seja a força para continuar nessa luta.

 
Brunna Valin no Seminário Trans Junho de 2019



Amanda Marfree durante nossa luta contra a PL 346


Enxergando toda força de luta que vocês tiveram dedico este texto e este momento a memória de todes que fizeram essa história acontecer.




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