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domingo, 28 de junho de 2020

VAMOS INTEIRAR A RESPEITO DA RENDA BÁSICA UNIVERSAL.


VAMOS INTEIRAR A RESPEITO DA RENDA BÁSICA UNIVERSAL.

Foto: Agência Brasil
Nos últimos meses devido a covid-19, o debate a respeito de renda básica universal voltou com mais destaque, alguns  políticos e ativistas,  perceberam a necessidade de que se faça o debate com mais urgência. Entretanto é assunto de pouco conhecimento por parte da população em geral, talvez pelo fato desta ação nunca ter sido de fato concretizada, ou pelos setores da  elite que temem perder o poder de barganha nas relação entre empregador e empregado.
Antes de discorrer a respeito do assunto, vamos tentar entender de que se trata a renda básica universal. De acordo com Instituto ReCivitas “ Renda Básica é definição de projetos ou programas de transferência de renda, governamentais ou não, que provém como garantia de direito inalienável, distribuição sistemática de uma soma em dinheiro, igual, periódica, individual e predeterminada, para todos os membros de uma comunidade política, sem nenhum tipo de discriminação, segregação ou condicionalidade”.  
Desde o século XVI a ideia de renda básica universal já teria sido defendida quando a Utopia de Sir Thomas More, retratava uma sociedade em que cada cidadão recebe uma renda garantida,  anos e séculos  passaram até que a partir de meados do século XX  a ideia voltou a ser debatida principalmente no Reino Unido e nas décadas de 60 e 70 nos Estados Unidos, até mesmo o economista Milton Friedman (1912-2006) que é conhecido por ser um defensor do livre mercado e também pelas suas ideias neoliberais que ganhou destaque a partir do último quarto de século XX, defendeu a ideia do imposto negativo, que representa uma transferência de recursos, daqueles que pagam imposto de renda, para aqueles que não pagam.
Uma das consequências da pandemia será o agravamento do pobreza no mundo, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho  (OIT) a covid-19 deixou 1,6 bilhões de trabalhadores lutando para sobreviver.  Uma crise dessa magnitude exige que seja feita ações com urgência a fim de salvar vidas de bilhões de pessoas em todo o mundo.
É evidente que  estamos passando pela era da economia do conhecimento, esta não se limita a qualquer setor da economia,  mas pode transformar qualquer setor da produção.  As empresas globais lida com a economia do conhecimento de uma maneira muito habilidosa que proporciona-lhes os maiores ganhos possíveis. Para isso é necessário dividir o processo produtivo, tudo que é rotina e commodities são situadas em locais onde a força de trabalho é barata e obediente.  Economia do conhecimento de fato fica restrita ao um pequeno grupo de gestores e engenheiros.  A precarização do trabalho tem aumentado, em meio a pandemia, estamos vendo as reivindicações por parte dos entregadores  de aplicativo. Estes são sujeitos que só conseguem serem ouvidos através de greves ou paralisações, ao contrário disso o poder de barganha é mínimo entre as empresas e os entregadores, justamente por serem pessoas que estão fora do mercado formal de trabalho, ou seja, são pessoas que estão sujeitas a sofrerem as mudanças mais abruptas dentro do sistema capitalista.

Foto: Reconta aí
Geralmente, as principais críticas em relação a renda básica é de que, iria ocorrer uma diminuição da produtividade nos trabalhos em geral, aumento do valor da mão de obra, e ainda, há os que argumentam que esta renda poderia ser usada pelas pessoas para o consumo de bebidas alcoólicas e drogas, muito embora algumas pesquisas apontam resultados contrários a tais argumentos.  
A renda básica pode ser uma das maneiras que venha contribuir com estes problemas explicitados acima,  alguns pesquisadores ainda defende que a renda básica ajudaria atenuar as  desigualdade de gênero, dado que as mulheres dedicam mais tempo de suas vidas a trabalhos sociais ou em ONGs e que na maiorias da vezes não recebem por esses serviços. Embora seja um dos programas que de fato ainda não foi realizado de forma completa em qualquer lugar do mundo,  é tema no qual devemos estarmos sempre atentos e cobrando de nossos governantes explicações, pois é assunto que exige debate e aceitação da opinião pública. 

Sobre o autorMurilo Oliveira, Baiano, estudante quilombola de economia na Universidade Federal de Goiás.
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