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domingo, 19 de julho de 2020

BOLSONARO NÃO SALVA A ECONOMIA, MUITO MENOS AS VIDAS.


BOLSONARO NÃO SALVA A ECONOMIA, MUITO MENOS AS VIDAS.


Fonte: Nelson Almeida/AFP

No Brasil desde o início em que o vírus começou a se alastrar, e como medida de proteção o isolamento social se mostrou mais eficaz, junto com a necessidade do isolamento surgiu também o discurso que foi reproduzido pelo presidente, de que era preciso salvar-se também a economia, ficando evidente muitas das vezes em seu discurso que esta última seria mais importante do que as vidas dos brasileiros. Entretanto com o passar do tempo a crise tomando proporções ainda maiores, temos vistos um número alarmante de mortes, pessoas infectadas e também empresas que tiveram de encerrar os negócios devido a inexistência de receitas.

A crise de saúde pública intensifica a cada semana, nesta semana em que escrevo a covid-19 já deixou  mais de 78 mil mortes e mais de 2 milhões de pessoas infectadas em todo Brasil, estando atrás apenas dos Estados Unidos, muitas pessoas já acostumaram com esse caos, as mortes agora são tratadas apenas como números. Nos países em que o isolamento social foi levado a sério, e a população recebeu apoio (financeiro, mensagem central por parte dos governantes para que ficassem em casa), a crise foi contornada com mais rapidez. Diferentemente do Brasil, em que muitas famílias não tiveram condições financeiras o suficiente para poder respeitar o isolamento social, isso não sendo suficiente ainda temos um discurso que é reproduzido principalmente pelo presidente da República, de que a covid-19 é apenas uma histeria por parte da mídia, e que a normalidade deveria retornar o mais rápido possível, pois era preciso salvar a economia, mas o que estamos vendo é que não se salva nem a economia muito menos as vidas de dezenas de milhares de brasileiros.

Uma pesquisa publicada na quinta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que entre as 2,7 milhões de empresas em atividade 70% apontam um impacto negativo sobre o negócio. Durante a pandemia foram 716.372 empresas fechadas definitivamente e outras 610.252 tiveram suas atividades suspensas nesse período, além disso as empresas mais afetadas foram aquelas com até 50 funcionários. Estes números revelam a profundidade da crise no país. O governo a fim de reduzir os impactos negativos na pandemia criou um programa de redução de salários e outros regulamentos para recontratação, é evidente que para muitas empresas de pequeno porte é inviável manter os salários aos mesmos níveis de antes da pandemia para os seus funcionários, teriam que receber uma ajuda  por parte do governo, para que não houvesse essa redução de salário e consequentemente um decréscimo no poder de compra dos brasileiros.


Fonte: imagem da internet

Há uma frase que diz o seguinte: “olhos são inúteis quando a mente é cega”, estamos sendo conduzidos por um presidente que não consegue perceber que as vidas são mais importantes nesse momento, até que haja uma vacina o isolamento social continua sendo a melhor forma de evitar o contágio do coronavírus. Pelo lado da economia, os  dados apontam que iremos ter uma queda acentuada nos níveis de produção e também do consumo, o mercado projeta uma queda em torno de 6,5% do PIB.  A queda do produto nos países afetados pela covid-19 era normal de se esperar, portanto a crise intensifica a partir de que as medidas que são consideradas importantes para o contágio, são minimizadas principalmente pelos governantes, ou seja nesse caso a crise de saúde pública no dissocia da crise econômica.

Sendo assim, para que não tenhamos que prorrogar o isolamento social e também a retomada da atividade econômica, não devemos pensar que as vidas e as economia é algo sem nenhuma correlação, pelo contrário, ambas são complementares. É necessário cuidar das vidas primeiro, ter consciência de que o isolamento social é a melhor medida de prevenção antes que chegue a vacina, a recuperação da economia virá depois de conseguirmos controlar a crise de saúde pública. “ Quem dera que por descuido houvesse uma pandemia de consciência e empatia” Odinei Passos


Sobre o autor: Murilo Oliveira, estudante de economia na Universidade Federal de Goiás.


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