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Mostrando postagens de Setembro, 2020

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Despertar O cálido despertar.../ Entregou a aurora ao amanhecer/ Timidamente o seu acordar.../ Despontou com o seu resplandecer./ Os raios solares que aqueciam.../ Os passantes que ali estavam./ Aquecidos e contentes se viam/ E assim carinhosamente se abraçavam./ Ao despertar, todo mundo se entregou./ Com muito carinho e doçura./ E assim o dia se acalorou.../ Realizado por tamanha candura.               

Caminhos herdados

Caminhos herdados Vou eu desbravando.../ Mil trilhas traçadas./ Em mil mundos adentrando,/ E deixando minhas pegadas./ Vou eu caminhando.../ Através de imensas rotas./ E por elas deixando.../ Mil imagens tortas./ Vou eu estruturando.../ A cura ancestral procurada./ Me sinto neles perpetuando/ As maneiras por eles herdadas.

Racismo Ambiental

Racismo Ambiental   Por : Coletivo Resistência AfroCerrado Fonte: Imagem da Internet   O racismo possui várias dimensões e se modifica para se adequar aos valores vigentes que mudam com o passar dos anos, portanto, racializar questões ambientais também é importante para identificar e combater desigualdades. A partir dessa demanda surge então, em 1981, o termo Racismo Ambiental, cunhado pelo ativista estadunidense pelos direitos civis Dr. Benjamin Franklin Chavis Jr. Ele denunciava injustiças ambientais as quais a comunidade negra estava exposta, como a condução intencional de pessoas negras para moradias com risco de contaminação e poluição, e a exclusão de líderes negros em movimentos ambientais. Dessa forma, racismo ambiental é toda e qualquer política ou ação que dificulta, impede ou limita o acesso e uso dos recursos naturais baseado em raça ou cor. No contexto global podemos perceber essas desigualdades das relações ambientais com o norte e sul global: Europa e suas colôni

Estão queimando as nossas florestas.

          Estão queimando as nossas florestas. Por: Marta Quintiliano Fonte: imagem da Internet Nos últimos anos o mundo vem passando por mudanças climáticas que vem sendo anunciadas pelas as comunidades que estão em contato direto com as faunas e a flora. Os anciões, pajés vem alertando sobre as consequências das invasões dos territórios com objetivo pontual os desmatamentos, garimpos, plantações de soja, eucaliptos para servirem aos anseios capitalistas. E não me venham com a “balela” que AGRO É POP. Pergunte para as pessoas que ainda resistem nas comunidades quilombolas, ribeirinhas, indígenas que estão sendo cercada pelas hidrelétricas, e tendo os rios contaminados com veneno  por pura maldade o que isso tem de POP?  A política de morte?  De limpeza étnica?   Aqueles que ousam permanecer nos território que é seu por direito a terra. Em uma sociedade que nega a existência da população indígena, negra quilombolas e outras pelo simples fatos de não compreenderam a relação dessas c

Voo da alma

Voo da alma A alma destrancou o rancor/ Que arraigado estava.../ Pelo dissabor que se instalou/ Enquanto ela tristemente sussurrava./ A alma que outrora se disfarçou.../ Como borboletas ela voava/ Com suas asas, o mal ela levou./ Com lindas cores, o dia ela pintava./ E assim ela se curou.../ E levemente ela se dissipava./ Com as asas do amor/ As boas vindas ela anunciava.

Em breve novidades.

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A Luta de Egos

A Luta de Egos  Por:  Ayanna Parada Foto: Imagem da Internet Há um tempo estava refletindo que sempre fui taxada de não muito inteligente porque não concordava com a história que carrega o discurso do colonizador. Chamo de “colonus” aquele que usufrui do que sobrou da estruturação colonialista. Esse herdeiro tem dificuldade de enxergar a vida no aspecto social, histórico, linguístico e epistemológico a partir da nossa fala, da nossa experiência, do nosso saber, isso foi comprovado com a explosão do livro: “o que é Lugar de fala” da Djamila Ribeiro, um fato que a Lélia Gonzalez introduziu no Brasil.  Sendo assim, o negro e o indígena tem que lutar duas vezes mais no campo dos debates. Escrevemos a nossa dissertação ou tese, em academias ou publicações, e depois dela temos que nos defender dos ataques em relação a nossa escrita, em relação aos autores negros e indígenas que ousamos trazer como base desses textos. Assim vamos caminhando, e quando se trata de mulhere

Aperto

Aperto O espinho que fora cravado/ No peito que sangrou.../ O deixou profundamente machucado./ Na angústia que o silenciou./ Dilacerado pelo rasgo da dor/ Se pôs ali a chorar./ Amargurado pelo que restou.../ Acabou-se em lágrimas à soluçar./ Estancado pela doce ilusão/ Permitiu-se ali sufocar./ Desolado em forma de coração/ Decidiu não mais amar.

A jovem negra de 26 anos, acusada de matar o próprio filho que hoje tem 2 anos de idade.

A jovem negra de 26 anos, acusada de matar o próprio filho que hoje tem 2 anos de idade.  Como assim? Não é de hoje que vemos o quanto a justiça é falha em nosso país e o quanto cresce o número de negros e negras que são presos injustamente, quando não são mortos pela polícia, não é em nosso país mas em outros também. O programa Jusoberano, transmitido ás Quartas -Feiras das 19:00 ás 20:00, apresentado pelo advogado Alexandre Carvalho e o professor Diego Costa,  vem impactando cada vem mais, não só em nossa emissora mas com muitos ouvintes e até colegas de imprensa, tendo assim um grande compromisso com  nosso público mostrando sempre respeito, compromisso e seriedade em suas pautas quando entrar no ar. Tratam de um dos grandes assuntos mais recorrentes em nosso país, que é a injustiça e as arbitrariedades do poder judiciário. E em um vídeo que nos enviou, como chamada do próximo programa, que será dia 09 de Setembro ele mostra bastante indi

A vida de jovem professor negro quilombola importa?

A vida de jovem professor negro quilombola importa? Por: Escrita Preta Foto: Associação Quilombola Kalunga A comunidade quilombola Kalunga está localizada no Centro-Oeste no coração do Brasil. Com uma população mais de 80% negra, os espaços de poder ainda continuam sendo ocupados por pessoas brancas que obviamente perpetuam as discriminações, preconceitos e racismos. No primeiro dia do mês de setembro de dois mil e vinte - é necessário colocar as datas para que possamos jamais esquecer que as violências não tem dia, hora e local estão espalhadas em todo o território brasileiro, onde tiver pessoas negras existirão ações violentas por parte do poder público.  O jovem professor de uma escola quilombola Ozenildo Dias Soares foi brutalmente agredido por um aspirante de policial na cidade de Monte Alegre em Goiás como podem ler na nota abaixo escrita pela Associação Quilombola Kalunga pedindo justiça e apuração dessa ação. PAREM DE AGREDIR NOSSA POPULAÇÃO

Dilúvio

Dilúvio Imagem retirada da internet Do olho que escorria o sal.../ Também via-se a dor./ Desaguando ali todo o mal/ Que deixou o dissabor./ Como uma visceral correnteza/ Pelo rosto ela contornava.../ Banhada pela salgada incerteza/ A emoção sofregamente transbordava./ Todo o sofrimento fora lavado/ Diante da minha solidão./ E aquele sentimento r epresado.../ Limpou o meu coração.

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