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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Papo sobre Cinema!

Foto: Pinterest


    E ai pessoal como passaram a semana? Espero que uma maravilha!

   Eu juro que pensei em começar de levinho, mas como levo todos os ensinamentos na minha vida a sério, vou seguir a primeira regra do Truco " primeira é caminhão" vamos começar pesado hahaha.

    "Meu Nome é John Coffey, como café, mas não se escreve igual" Para quem não pegou a referência e por tanto ainda não está chorando, estou falando do filme "The Green Mile"(A espera de um Milagre) de 1999, Dirigido por Frank Darabont, baseado no livro de mesmo nome no meu, o seu, o nosso velho bêbado favorito, Stephen King e estrelado por Tom Hanks e o saldo, Michael Clarke Duncan.

    O filme conta a História de Paul Edgecomb (Tom Hanks) que revive sua época de Forrest Gump (hahahaha quem pegou essa referência?) Para nos contar essa maravilhosa História de quando trabalhava como chefe da guarda do corredor da morte, onde eles receberam um preso John Coffey (Michael Clarke Duncan), negro e gigantesco, condenado por estuprar e matar duas garotinhas brancas.

  Não existe nesse filme um minuto sem reflexão começando por um policial, branco baixinho chegando na prisão aos gritos "HOMEM MORTO ANDANDO!!" só para mostrar que ele é superior ao gigante que rebaixou até o camburão sozinho, tudo isso porque na verdade ele é só um covarde que tenta ser superior aos que considera indefesos. Ódio no começo do filme? Sim, porque não? Depois daí é só ladeira abaixo mesmo.

    O filme não tem um vilão em si, mas sim pessoas ruins, pessoas boas, em fim, pessoas de vários tipos e ele aborda bem muitas questões, ainda tão atuais que fica quase impossível não se pegar chorando em algum momento.

    Em alguns momentos o filme chega me lembrar a música Numa Cidade Muito Longe Daqui de Arlindo Cruz, pois naturalmente nos faz pensar, até que ponto o bandido é ruim e o policial é bom? Gosto tanto do Eduard Delacroix (Michael Meter) que chego a esquecer que ele foi condenado a morte ao mesmo tempo em que odeio Wild Bill (Sam Rockwell) e os mesmos sentimentos do outro lado com Brutus Howell (David Morse) e Percy Wetmore (Doug Hutchison).

    Mas sem dúvida alguma a dupla de protagonistas da um show aqui, Paul Edgecomb é um Homem da lei comum que se vê frente a um milagre mais do que real em forma de homem que ele está prestes a matar, mesmo descobrindo sua inocência e John Coffey um Homem com um dom maravilhoso, claramente PCD, cansado de estar em um mundo que o odeia antes mesmo de condená-lo sem chance de defesa, eu disse homem pois Jonh deixa bem clara sua humanidade ao punir os homens maus.

    Ver John e todos os negros serem comparados a um cachorro pelo seu advogado, em um mundo onde um homem branco estupra uma garota virgem e ainda insinua que ela é culpada é realmente de cortar a alma.

    Essa conversa vai longe mas queria finalizar destacando sobre sequencia da cura da Senhora Moores (Patricia Clarkson), aquela senhora não estava doente não, aquilo era uma processão no maior estilo o "O Exorcista"(filme que não me atrevo assistir nunca mais na minha vida, sou muito bundamole para isso).
    
    Quero ver aqui suas estrelinhas e comentários falando quantos baldes de lágrimas encheu durante o filme tá hahaha.

    Te espero na próxima seção.


Por: K.Kong



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