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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Única Apresentação do show SERESTA MODERNA: A HISTORIA DA MPB DE 1916 AOS DIAS DE HOJE no Drink Café da Lagoa!

Fotos: Divulgação.


    Os produtores Amanda Bravo & João Luiz Azevedo, orgulhosamente, apresentam o show “SERESTA MODERNA: A HISTÓRIA DA MPB DE 1916 AOS DIAS DE HOJE" com a cantora KARINA DUQUE ESTRADA e o músico JOÃO FRANCISCO NEVES no DRINK CAFÉ, na Lagoa Rodrigo de Freitas, que ocorreu nesta sexta-feira, dia 20 de novembro/2020.

Fotos: Divulgação.

Fotos: Divulgação.


   Criado em 1981, pelo violonista, cantor, compositor, arranjador e produtor musical mineiro João Francisco Neves, o show SERESTA MODERNA: A HISTÓRIA DA MPB DE 1916 AOS DIAS DE HOJE apresenta um repertório imbatível mostrando os melhores momentos da nossa música.

   O espetáculo traça o caminho dos grandes sucessos da Música Brasileira com seus maiores clássicos. História e estórias, deliciosamente, contadas e cantadas pela cantora KARINA DUQUE ESTRADA e o músico JOÃO FRANCISCO NEVES foram apresentados no DRINK CAFÉ, na Lagoa Rodrigo de Freitas, nesta sexta-feira, dia 20 de novembro/2020.

    O roteiro começa em 1899, com Chiquinha Gonzaga e a primeira marchinha de carnaval “Oh Abre Alas”, composta para um bloco de rua.

    Em 1916, o primeiro samba “Pelo Telefone” é oficialmente gravado no país, de autoria de Donga e Mauro de Almeida. Passa por “Carinhoso” de Pixinguinha e Braguinha, relata o surgimento de Carmem Miranda, em 1930, com a canção “Taí” e exalta a riqueza da composição brasileira, naquela década, com grandes sucessos de Assis Valente, Zequinha de Abreu, Noel Rosa em “Conversa de Botequim” e “Com que Roupa?” e Ary Barroso com “Aquarela do Brasil”.

    Dos anos 40 é apresentado, canções de Dorival Caymmi como “Marina” e Ataulfo Alves autor de “Amélia” aquela que era mulher de verdade.

    Dos anos 50, lembram a dor de cotovelo de Lupicínio Rodrigues em “Nunca” e “Nervos de Aço” que pergunta assim; ‘você sabe o que é ter um amor, meu senhor...’ e o surgimento da Bossa Nova de Tom Jobim e Vinícius de Morais lembrando clássicos como “Garota de Ipanema”, “Eu Sei Que vou Te Amar”, “Wave” e “A Noite do meu Bem” de Dolores do Duran.

    Dos anos 60, lembram o fenômeno Jovem Guarda, os festivais da Record e o surgimento da geração Chico-Caetano-Gil-Milton.

   Os anos 70 foram a época do reconhecimento nacional de Cartola de “As Rosas Não Falam” e “O Mundo é um Moinho” e Adoniran Barbosa com “Tiro ao Alvaro” e “Trem das Onze”.

    Os anos 80 surgiram Renato Russo, Tim Maia e Djavan, entre muitos outros.

   Dos anos 90 e 2000, mostram a chegada de Marisa Monte em “Ainda Bem” e a nova música popular.

    Em 2006, a execução mundial de "Mas Que Nada" de Jorge Benjor, uma faixa autoral do grupo, e o show se encerra com "Pela Internet" de Gilberto Gil.



Texto: João Luiz Azevedo.



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