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quarta-feira, 31 de março de 2021

Ecoar




Ecoar

A vulnerabilidade fez voar o coração./ Transbordou as fragilidades.../ Pelo toque de suas mãos./ O transformou em velhas formalidades./ A magnitude de frios pensamentos.../ Se perdeu sem se achar./ Pelo eco dos tristes lamentos.../ Ecoou através do antigo sussurrar./ A dualidade de falsos momentos.../ Se revelou pelo toque do olhar./ A impessoalidade de velhos comportamentos. / Se mostrou através do seu despertar.


resultado-de-imagem-para-onda-sonora - Digsom

Em clima de romance, Simão lança “Viciando em Você”, 1ª inédita do ano!

Foto: Divulgação



    Após reunir seus lançamentos de 2020 no EP “(tipo) Acústico”, cantor disponibiliza a romântica autoral e anuncia um novo single por mês em 2021.

    Com o início do outono, as temperaturas prometem cair e o romance fica ainda mais no ar. Pensando nisso, Simão preparou a trilha sonora perfeita para se aconchegar e declarar todo seu amor para a pessoa amada. “Viciando em Você” já está disponível em todos aplicativos de música junto a vídeo que mostra os bastidores da composição e gravação do single.

    A canção traz na letra, composta pelo próprio cantor, o desejo de reacender a paixão de um relacionamento que encontrou a rotina. O refrão com os versos “Eu quero te ver e dizer tudo que eu queria. Quero voltar e viver como nos primeiros dias. Quero aquela sensação, bem na fase da paixão, me viciando em você. Eu quero viver com você, o meu resto da vida. Eu quero te conhecer, onde eu não fui ainda. Pegar o nosso avião, viver na imaginação, me viciando em você” é uma verdadeira declaração de amor de alguém que não vai desistir da pessoa amada. Já no vídeo, desta vez, Simão decidiu mostrar como funciona os bastidores, desde a composição à produção da melodia e até a gravação no estúdio.

“A música veio de um momento que eu estava passando e que muitos casais passam também. Depois daquela fase da paixão onde tudo entra em uma rotina e acabamos nos acomodando, vem o sentimento de saudade daquela ‘fase’ da paixão, em que tudo era uma grande descoberta um do outro”, explica Simão.

    “Viciando em Você” é o primeiro single inédito do cantor em 2021, mas não será o único. Com diversas composições, Simão tem um projeto audacioso de lançar uma nova canção por mês até o final do ano. Além disso, podemos esperar o primeiro feat do cantor catarinense com grandes nomes da música brasileira.



Texto: Gabriela Gimenes.



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Daniel anuncia lançamento de álbum digital!

Foto: João Miguel Jr



"Daniel em Casa" será lançado no final deste mês

    Primeiro álbum digital lançado traz sucessos recentes da carreira, além de versão inédita em parceria com Jon Secada.

   Vivendo um dos momentos mais importantes da sua carreira, o cantor Daniel chega também a um dos momentos mais intimista da sua história. O artista acaba de anunciar que lançará, no próximo dia 26 de março, o álbum digital Daniel em Casa via OneRPM.

    Este trabalho traduz o sentimento de estar no aconchego do seu lar, mas traz também toda a energia dos seus elogiados shows. De forma on-line, seus fãs e admiradores poderão se emocionar e cantar.

   Daniel em Casa traz sete músicas lançadas, em formato de clipes e nas principais plataformas musicais digitais, de 2019 até agora, além de bonustrack especial em parceria com Jon Secada.

"Em Casa é como me sinto quando estou cantando, junto ao meu público, pensando neles. Sou muito abençoado e devolver esse amor todo que recebo é uma missão", celebra o cantor.

    Gravado nos estúdios: Studio Vip (São Paulo / Brasil) e Circle House Studios (Miami / USA).

    ANGEL (Portuguese Version) - DANIEL e JON SECADA. Composição de Jon Secada, George Noriega, Tim Mitchell e Lilian Garcia (Bilingual duo). Letra em Português: César Lemos.


Serviço:

DANIEL ANUNCIA LANÇAMENTO DE EP DIGITAL.
Dia 26 de março, sexta-feira.
Plataformas digitais musicais e canal oficial do YouTube.



Texto: Costábile Salzano Jr.



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Finalizando primeiro EP do projeto “Atitude no Rolê”, Atitude 67 lança a divertida “(on)da”!

Foto: Divulgação



   Canção fecha o mood “onda” com imagens gravadas no Rio de Janeiro e em Salvador, além de takes da viagem da banda.

    O Atitude 67 se despediu da estação mais divertida do ano no maior alto astral. A banda lançou o single “(on)da” em todos os aplicativos de música com direito a clipe que mesclou imagens do rolê, no Rio de Janeiro e Salvador. A canção é a quinta faixa do EP “Atitude no Rolê-Onda”, que foi lançado no final de 2020. “(on)da” se une às outras quatro canções autorais e inéditas, sendo uma delas uma super parceria com Ivete Sangalo.

    Sabe aquele som que te faz fechar os olhos e viajar? Aquela música que você coloca no fone de ouvido e te faz entrar no clima enquanto desce a serra para curtir aquela praia? Essa é a vibe apresentada, desde sempre, pelo Atitude 67 que, agora, será reforçado em um projeto que vai viajar o Brasil. Apresentamos a vocês o “Atitude no Rolê”. Lançado no final de 2020, no maior clima de verão, o “Atitude no Rolê - Onda” chegou a todos aplicativos de música elevando a sintonia e o astral. Agora, a banda finaliza o EP, com a divertida “(on)da”.

    A canção traz na letra uma brincadeira entre o surf e as melodias da música que nos fazem surfar em good vibes. O clipe também segue aquele gostinho de sol, calor, verão, amigos e rolê, trazendo imagens das gravações em Salvador, Rio de Janeiro, além da própria viagem.

    E, como prometido, o “Atitude no Rolê” não para e as gravações para o próximo mood já se iniciaram. Façam suas apostas e, até lá, curtam muito “Vou Revelar”, “Putz”, “Chega Diferente”, parceria com Ivete Sangalo, “Seu Leblon” e, completando, “(on)da”.



Texto: Gabriela Gimenes.



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terça-feira, 30 de março de 2021

Brunelli arrasa na coreografia da contagiante “Fome de Você” e reúne seus lançamentos em EP!

Foto: Divulgação



    Canção chega a todos os aplicativos de música, com clipe gravado na Ilha da Gigóia, Rio de Janeiro.

    O verão chegou ao fim, mas ainda dá tempo de curtir os últimos dias de calor com um verdadeiro hit. Brunelli acaba de lançar seu mais novo single e divertido, “Fome de Você”. Com melodia e letra contagiante, a canção chega com clipe gravado na Ilha da Gigóia, no Rio de Janeiro e apresenta uma coreografia que promete bombar nas redes sociais. A música completa o EP, que leva mesmo nome, e traz, além da inédita, as já lançadas “Não me Chama de Amor” e “Me Abraça”.

    Composta por Brunelli, Arthur Marques, Rian Guimarães e DJ Thai, a letra fala de amor de forma simples, leve e divertida. A guitarra cadenciada do reggae introduz o forró que é misturado a batidas eletrônicas características do pop e do funk que foi, carinhosamente, apelidada de “Pisadinha do Brunelli”.

    O tom inconfundível de Brunelli completa a produção de Arthur Marques e DJ Thai, que também empresta seu vocal à música. Arthur e DJ Thai são conhecidos por seus trabalhos de excelência com Luisa Sonza e Pabllo Vittar. 

    Já no vídeo, dirigido por Edvaldu Neto, o cantor traz o melhor clima de verão quando desembarca na Ilha da Gigóia para curtir seus encantos com verdadeiros amigos, como a drag queen Melina Bley. Em meio a imagens paradisíacas e de muita diversão, o cantor surpreende mostrando pela primeira vez seus dotes como dançarino. A direção de fotografia é de Fydell Botti, que também foi o responsável por “Não Me Chama de Amor”, último lançamento do cantor.

    A canção encerra uma trilogia de lançamentos e chega junto ao EP, que também leva o nome de “Fome de Você” e reúne as já lançadas “Me Abraça” e “Não me Chama de Amor" a “Fome de Você”. 



Texto: Gabriela.



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Alexander 23 conta com a participação de Jeremy Zucker no lançamento de “Nothing's the Same”. Assista também ao lyric video!

Foto: Divulgação



    Alexander 23 e Jeremy Zucker revelam a emocionante faixa, “Nothing’s the Same”. A dupla revela a angústia de enfrentar o inevitável em uma canção que, facilmente, cria conexão com o público.

    Seja em uma amizade ou relacionamento amoroso, a letra fala sobre as diferentes fases que uma pessoa pode passar, ao longo da jornada de superação. “Fazer ‘Nothing’s the Same’ com Jeremy foi super terapêutico, ambos sentíamos a mesma nuvem de incerteza e medo sobre nossas cabeças e apenas fizemos o nosso melhor para transmitir isso na música”, disse Alexander.

    Enquanto Jeremy descreve a música como “‘Um hino de quarentena não oficial’. Não havia melhor maneira de quebrar a mundanidade da vida, nos dias de hoje, do que me sentar com Alexandre e escrever uma música exatamente sobre isso”.

 Alexander 23 compartilhou seu hit “IDK You Yet” (https://umusicbrazil.lnk.to/IDKYouYetPR), faixa que, atualmente, tem quase 300 milhões de streams em todo o mundo. A faixa logo se destacou no TikTok, rapidamente, chamou a atenção de publicações como Rolling Stone, Billboard, Paper.

    Ao longo de 2020, o cantor também compartilhou a irresistível “Caught In The Middle” (https://umusicbrazil.lnk.to/ACaughtInTheMiddlePR) e, mais recentemente, seu single “Brainstorm”, que foi lançado antes do Dia Mundial da Saúde Mental para ajudar a promover a conscientização sobre a importância da educação em saúde mental. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/BrainstormPR .



Texto: Luciana Bastos.



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segunda-feira, 29 de março de 2021

Abayomy e Orlando Julius: vem positividade!

Foto: Divulgação



    Encontro de músicos mistura cores da Nigéria e Brasil em faixa que transborda boas energias e esperança.

    Brasil e África estão profundamente conectados musicalmente, e não apenas pelo samba, maracatu, blocos afro ou pela música religiosa afro-brasileira. Músicos brasileiros estão constantemente buscando referência no continente, enquanto o interesse do outro lado do Atlântico pela nossa música também não é pequeno.

    É nesse clima de intercâmbio musical e espiritualidade que surge a parceria inédita entre a banda Abayomy e o ícone da música nigeriana, Orlando Julius, acompanhado de Latoya Ekemode, dançarina e dona de uma potente e impressionante voz negra, criando um caldeirão sonoro eletrizante entre Nigéria e Brasil. 

    Atendendo pelo nome de ADARÁ, a faixa que é resultado dessa harmoniosa parceria, nada mais é que uma prece de fortuna e boas vibrações. “Super bem vinda neste período complexo como o que estamos vivendo, ADARÁ é uma verdadeira benção, um convite para nos conectarmos com orixás, entidades do bem ou, simplesmente, energia positiva, abrindo o terreno para novos e melhores tempos”. Asé, Asé!, que numa interpretação livre seria um apelo pelas bênçãos de Deus.

    Composta, originalmente, por Orlando Julius em 1984, ADARÁ é fruto de uma releitura da banda Abayomy, também responsável pela direção musical do projeto, com adaptações na letra em português para a mensagem ser compreendida no Brasil. Carregada de simbolismos, a música que, surpreendentemente, resulta numa estética disco highlife, remete-nos ao berço da humanidade, a um renascimento banhado em muita luz solar e cores vibrantes, num retrato de África que todos temos, em diferentes medidas, profundamente arraigados em nossa memória cultural.

    Numa viagem guiada pela forte batida dos tambores e por vozes poderosas, Adará, em Yorubá, vai ser bom, invoca todas as energias para somar a força que existe em cada um de nós, uma força individual e coletiva, resultando numa festa abençoada pela fé.

    Entre essas vozes e energias individuais, vale destacar a presença de Latoya Ekemode, que também assina a direção artística do projeto, cuja participação no coro feminino invoca as ancestralidades e os orixás para somar força na luta pela liberdade feminina e igualdade de gênero.

    Dentro deste contexto, cabe destacar que, menos populares no Brasil, mas extremamente populares na África Ocidental, em particular na Nigéria, os diálogos com as entidades Orixás, tal como revelado pela canção, fazem parte do cotidiano das pessoas, trazendo um importante componente cultural para a faixa que propicia, assim, várias leituras e diferentes formas de aproximação com a música, além, claro, de puro e delicioso entretenimento para o corpo e a alma.

    E é em meio a essa atmosfera de festa, fé e muita troca cultural que acontece o processo de gravação do novo single que precede uma sequência de lançamentos digitais, que sairão em 2021, firmando a banda na nova cena da música autoral do mundo.

    O lançamento aconteceu através do Selo Brasileiro, Amplifica Records, no Brasil e na Europa.



Texto: Ágata Cunha.



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Make U Sweat divulga remix de Sympathy For The Devil, dos Rolling Stones!

Foto: Divulgação



   Fãs assumidos de uma das maiores bandas de rock do mundo, o trio de DJs produziu uma nova versão do hit e lança o bootleg ao lado do DJ Rapha Fernandes.

  Uma das músicas mais polêmicas da história, “Sympathy For The Devil”, da banda The Rolling Stones, marcou gerações não só pela narrativa controversa, mas também pela qualidade instrumental inovadora. Mais de 50 anos após seu lançamento, o hit consagrado ganha uma nova versão, tão potente quanto a original, produzida pelo trio de DJs Make U Sweat, ao lado de Rapha Fernandes. O bootleg está disponível para free download e no YouTube.

“Somos muito fãs da banda, eles fizeram e continuam fazendo história na música. Essa é uma singela homenagem, que produzimos com bastante carinho, junto com o nosso parceiro Rapha Fernandes. Esperamos que o público curta muito”, conta o trio.

    A produção preserva a essência do rock vibrante e traz potencializa a sonoridade eletrônica do Make, que promete ainda novidades para este semestre.

Mais informações:

Facebook: makeusweatmusic
YouTube: MakeUSweatVEVO
Instagram: @make



Texto: Letícia Baptista.



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sábado, 27 de março de 2021

DJ Camilla Brunetta divulga nova versão do hit “Brazilian Soul”, em homenagem ao Rio de Janeiro!

Foto: Divulgação



    Artista dá o tom carioca ao single do duo The Knocks, que chega com uma pegada mais alegre e potente, em uma mistura de funk com bossa nova.

    Nascida e criada no Rio de Janeiro, a DJ Camilla Brunetta não mede esforços para homenagear suas raízes. A artista divulgou um remix do hit “Brazilian Soul”, do duo The Knocks, que chega às plataformas de música em uma versão mais potente e alegre. Com referências que transitam entre o funk e a tradicional bossa nova, o single ganha o tom carioca e criativo, característico das produções da DJ.

“É uma música importante pra mim; ela marcou uma viagem que fiz recentemente e tem um significado enorme na minha vida, por isso escolhi como uma singela homenagem ao Rio de Janeiro e também à mulher brasileira, já que estamos no mês das mulheres. Acredito que a vibe do funk com drum & bass deixaram ela ainda mais especial, espero que todos que ouvirem possam sentir”, conta Camilla Brunetta.

    Este é o primeiro lançamento da artista em 2021, que promete ainda mais novidades para este ano.

    Acompanhe Camilla Brunetta:

Spotify: Camilla Brunetta.



Por: Redação.



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Malibu Studios lança "Onde Você Mora", novo single em colaboração com Vitão, Ferrugem e Gaab!

Fotos: Felipe Braga Vasconcellos.



O projeto já está disponível nas plataformas digitais.

    Chegou às plataformas digitais, "Onde Você Mora", mais uma parceria de sucesso nascida no Malibu Studios, com produção de Keviin, em colaboração com Vitão, Ferrugem e Gaab. Com o objetivo de reunir grandes artistas do cenário nacional para colaborações inéditas, o Malibu Studios acumula grandes sucessos com participações de nomes como Melim, Luccas Carlos, Sandra de Sá, Delacruz, 3030, Dilsinho, Cynthia Luz, Luíza Sonza e Sorriso Maroto.

“Eu sempre fui muito fã dos dois, desde a época que eu fazia cover, então, participar de um som ao lado deles - ainda mais com o pessoal da MALIBU, que são sempre muito receptivos e fazem um trabalho incrível juntando artistas - é um sonho realizado. No final, eu agradeço demais a toda equipe, ao Gaab e o Ferrugem, que me abraçaram não só como artista, mas como amigo. A música está linda demais, tenho certeza que todo mundo vai curtir", conta Vitão.

    Já para Gaab, “participar com esse time responsa, que eu tenho uma grande admiração, é muito gratificante. Honrado pelo convite e por fazer parte de Malibu com esses caras incríveis! Massa demais esse trabalho, ansioso pra ouvir do público o que eles acharam".

    Ouça "Onde Você Mora": https://youtu.be/7Bdi4-dEwj8

Texto: Thaís Fernandez.



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Universal Music Brasil assina contrato com IZRRA, finalista do The Voice Brasil!

Foto: Divulgação.



    Na noite de 18 de março, a Universal Music Brasil, a GTS, divisão global de gerenciamento artístico e produção de eventos da Universal Music, e IZRRA, finalista da edição 2020 do programa The Voice Brasil, fizeram a assinatura de contrato. Em uma celebração virtual, em decorrência da pandemia, estavam presentes o cantor seus empresários, Marcel Souza e Fernando Guina, Paulo Lima (presidente da Universal Music Brasil), Miguel Cariello (diretor da GTS), Henrique Bradke (diretor de A&R), Claudio Vargas (diretor comercial) e Danillo Ambrosano (diretor de marketing), além de parte da equipe da companhia.

“Eu quero agradecer à Universal Music, que está abrindo a porta para mim, acreditando no meu trabalho. Quando a gente confia na nossa missão aqui na terra é só esperar com sabedoria. E hoje estou aqui, nesse dia muito especial! Agradeço ao Paulo Lima, ao Miguel Cariello e toda a equipe da companhia. Vou me esforçar bastante, dar o meu melhor, encontrar esse hit aí e cantar para todo mundo, para que todos conheçam o IZRRA”.

Paulo Lima também falou sobre a contratação: “Você tem um talento ímpar e tem ‘borogodó’. A gente sabe da situação delicada do país, do mundo, em função da pandemia, o quanto é difícil trabalhar um artista novo do zero sem ter todo ecossistema rodando. Mas vamos nos esforçar durante esse período com muito planejamento, estratégia e conteúdo, para começar a mostrar para o Brasil quem é você. Porque quando a porta e a comporta abrir, ninguém vai te segurar. Seja bem-vindo à família Universal Music Brasil!”.

“É muito legal porque o IZRRA já vem de algumas reuniões com toda a equipe da GTS e todo mundo já está se envolvendo com ele. O carisma dele e o jeito como ele cativa as pessoas é absurdo! É o tal do Borogodó que o Paulo fala”, disse Miguel Cariello.

    Nascido na baixada fluminense, no Rio de Janeiro, IZRRA viu sua vida mudar após, simplesmente, fazer o que mais ama na vida: cantar. Em um passeio despretensioso de metrô, em 2016, o jovem começou a cantarolar impulsionado por amigos. Seu talento não só chamou atenção de todos no vagão como também despertou as pessoas, que o acompanharam com palmas, cantando em um só coro. O vídeo deste momento viralizou, mas essa foi somente a primeira de muitas vezes que IZRRA iria surpreender. O cantor iniciou o ano firmando parceria com a Ternário Music e em junho lançou seu primeiro single autoral, “Fico até tarde”. Mas o grande destaque de sua carreira até o momento ficou pa ra sua participação no The Voice Brasil, no qual foi finalista representando o Time Brown. Para 2021, o artista promete novas conexões, parcerias, músicas inéditas e muitas surpresas.

Texto: Gabriela Gimenes.



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sexta-feira, 26 de março de 2021

Mart´nália e o poder transformador!

Foto: Nil Caniné



    Gravado na quarentena, com produção de Zé Ricardo e participações de Johnny Hooker e Adriana Esteves, “Sou assim até mudar” afirma a alegria, a esperança e a importância de se saber que tudo muda.

    Num diálogo sobre a alta qualidade de certa geração de cantoras de samba, ao ouvir o guitarrista Pedro Sá levantar o nome de Mart’nália, Caetano Veloso riu e respondeu que ela não contava, porque ela é “o samba em pessoa”. Mais do que um elogio, a frase traz uma constatação. Mart´nália não é uma “cantora de samba”, no sentido de ser simplesmente uma intérprete que se dedica ao gênero. Na verdade, ela carrega, como poucos, o samba na voz, no corpo, no pensamento, na fala que chia no sorriso, no andar, no modo de existência que defende em cada ato. Na música e fora dela, aposta na alegria como enfrentamento. Encarna em si o tal “g rande poder transformador”, “filho da dor” e “pai do prazer”, como o próprio Caetano já descreveu o samba.

    Nada expõe isso melhor do que o título de seu novo disco: “Sou assim até mudar” (Biscoito Fino). Sendo assim, até mudar, o samba atravessou mais de um século de sofrimento e prazer pra chegar como chega aqui: carregado de Sapucaí e de baile black, de Copacabana e de Salvador, de doença e de vacina, de veneno e de sonho. Mart’nália pura — ou melhor, impura.

    O álbum traz na sua origem — como tudo que foi gerado nos últimos meses — a marca da pandemia e da quarentena.

    — Estando em casa, com mais tempo, você começa a se olhar, se dar conta que não sabe quando vai rever seus amigos, que tudo mudou... — lembra Mart’nália. — Quando faço um disco, por exemplo, penso em tocar as músicas no show que faço todo verão no Circo Voador. Não ia ter isso agora. Arthur Maia, que sempre começava a pensar meus discos comigo, não está mais aqui (o músico morreu em 2018). Aí você entende que nunca é como era, a vida muda o tempo todo, a gente muda pra continuar o mesmo, ou não, você pode nunca mais ser o mesmo. E tudo bem. Não tem como ficar preso às coisas, às certezas. Então quis fazer um disco sobre isso tudo, mas bem livre, pensando mais na música, no som, pras pessoas ouvirem em casa e serem felizes.

    Filho da dor, pai do prazer. A leveza de que Mart’nália fala se afirma no disco na sonoridade de graves recheados e grooves cheios de suavidade carioca — sob produção de Zé Ricardo, que assina também, ao lado de Mauricio Piassarollo, os arranjos do disco. A afinidade entre o produtor e a cantora atravessa o trabalho: — Como Arthur, Zé Ricardo entende meu lado black, minha mistura. Fiquei confortável de estar com ele, e de alguma forma, a presença do Arthur esteve nesse nosso encontro — conta Mart’nália.

    A troca dos dois se desdobrou naturalmente em Zé Ricardo mostrando composições suas para Mart’nália. Ela reagiu no ato: “Ih, vou gravar essa!”, “Essa também!”. A cantora acabou pinçando duas — uma delas foi o samba “Morena”, que abre “Sou assim até mudar” e revela de cara um tanto do espírito do disco. A canção retrata a musa que manda sinais enviesados (“Com a boca pede que eu a esqueça/ Com o olhar me diz eu que eu sou seu dono”) e bagunça a cabeça de quem canta (“sacrifica meu sono”, “me enlouquece”). Mas não há drama, sim uma atmosfera bem humorada que se espalha dos timbres a o balanço. O nó da relação se resolve não com a definição da morena ou de quem sofre por ela, e sim num vitorioso “sou eu quem faz sambas pra você”. O fim é o samba.

    “Morena” prepara o terreno para a canção-título. Pontuado pela guitarra de Max Vianna e por um delicioso corinho de “parará”, “Sou assim até mudar”, de Tom Karabachian, é samba romântico na linha do “sei que errei”, mas “te prometo ser o seu amor” — misturando pronomes e soando maliciosamente sincero no canto de Mart’nália.

    Zé Ricardo é autor também de “Chamego bom”, que cruza Recôncavo (cavaquinho de Alceu Maia à frente) e Caribe (caminhos harmônicos e o trombone de Biratrombone). Na letra, mais versos-senha da leveza de Mart’nália: “Ser feliz pra mim é um vício”, “Eu só quero te dar chamego bom (...)/ Prazer demais”. O samba, aqui, aparece como compromisso ético e filosófico, papo reto de quem não promete nada que não sente: “Meu samba nunca sai do tom”.

    “17 de janeiro” é visita musical à Bahia que Mart’nália quis gravar ao se dar conta que, devido à pandemia, não sabia quando (e se) voltaria lá. Composta há três anos, no dia da Lavagem do Bonfim, o samba é uma parceria de Mart’nália com Teresa Cristina e Mosquito, três cariocas (“duas vascaínas e um flamenguista”, especifica a cantora). Bahia e Rio, terreiro e partido, enraizada e pop, “17 de janeiro” é resposta alegre à saudade.

    Mart’nália cabe inteira no “Suburbano blues” feito para o Rio — parceria de Moacyr Luz (o comandante do Samba do Trabalhador, “um pajé branco do samba”, como descreve a cantora) com o cearense Fagner. Andaraí e Ceará à beira-mar para celebrar, carinhosamente, a cidade. “Só aqui no Rio de Janeiro”, diz o verso que parece falar da própria canção.

    — Moacyr me mandou essa pelo Facebook de madrugada — recorda Mart’nália. — Abri e comecei a sentir o Rio ali, esse jeito de o carioca contemplar a cidade com serenidade e carinho. Porque o Rio continua lindo, mas tá feio. E, mesmo assim, nós seguimos aqui. Tem sido uma vergonha ser carioca, mas se a gente se virou até agora vamos continuar. Naquele jeito de ser carioca, do “chega mais”, do “vamos dançar”.

    Outro Rio é trazido pra perto em “Veneno” (versão de Nelson Motta pra canção de Alfredo Polacci). A gravação evoca a modernidade verão neon da cidade que Marina Lima (sua intérprete original) ajudou a forjar — mas com o toque suburbano de Mart’nália e Zé Ricardo. Johnny Hooker, convidado da faixa, adiciona seu veneno próprio no dueto.

    “Veneno” amacia o ouvinte para o baile black que se avizinha. Primeiro vem “Bom demais”. Sua história começa há algumas décadas, na pista de um clube de Pilares, onde Mart’nália ouviu pela primeira vez “Feel like making love”, com Roberta Flack. Pediu uma versão para Nelson Motta, e a gravou com tamborim e cuíca dialogando com o soul. A faixa tem ainda a participação de Adriana Esteves, declamando ao pé do ouvido em entonação “brincalhona e sexy”, nas palavras de Mart´nália.

    — O baile sempre tinha esse momento do Barry White, aquele sussurro — lembra a cantora, que frequentava bailes a despeito da contrariedade de seu pai, Martinho. — Tinha na época aquela coisa de música brasileira contra música americana. Mas isso tudo tá dentro de mim, não tem jeito.

    Nelson Motta assina ainda uma terceira versão no disco, em parceria com Zé Ricardo e Mart’nália. É a de “Rock bottom”, originalmente um sucesso com Babyface, que virou agora “Tocando a vida”. Mart’nália conta que sempre achou que ali havia um “lance carioca”. Em sua voz, ela é toda carioca, toda Mart’nália, toda poder transformador. “Vai doer mas segue o baile”, diz um dos versos.

    A dor e a esperança de sua superação também estão na base de “Novo normal”, de Serginho Meriti e Xande de Pilares. O pagode trata, diretamente, deste momento de pandemia, com direito a citação de Gilberto Gil no fim: “Melhor andar com fé/ Que a fé não costuma faiá”.

    — Uma amiga me mandou essa música. Vi ali um jeito carioca de falar dessa tristeza enorme, dessa doença que só na minha escola, a Vila Isabel, matou mais de vinte pessoas que eu conhecia — diz Mart’nália, que explica a especificidade de seu olhar impregnado de leveza. — O carioca é atento, não é bobo. Ele sabe o que está acontecendo e observa o que está por vir. Mas preservando a beleza da vida, porque a vida é bonita.

    “Sonho de um sonho”, samba enredo antológico da Vila Isabel de 1980, encerra o disco. Composto por Martinho, Rodolpho da Vila e Tião Graúna, a canção ali dribla o ponto final do álbum e, ao sonhar, aponta para o futuro, ou melhor, o desejo do futuro melhor: “as mentes abertas/ sem bicos calados”, “o rei que reinava como um ser comum”, “a prisão sem tortura”. Consciente da dureza do real, ela insiste e afirma, em seu último verso: “Mas sonhei”. É disso que é feito o samba — é disso que é feita Mart’nália. Até mudar.



Texto: Ágata Cunha.



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Dani Coimbra canta no #ZiriguidumEmCasa pelos 70 anos de carreira de Dóris Monteiro!

Fotos: Divulgação.



    Cantora carioca "resgata" músicas e épocas importantes da MPB em novo trabalho.

    A cantora carioca Dani Coimbra, uma das mais importantes vozes da MPB, nos dias de hoje, canta "Meu Guarda Chuva", para homenagear Doris Monteiro, na 20ª edição do Festival ZiriguidumEmCasa, no próximo dia 27/03, às 20h, pelo YouTube, ao lado de nomes como com Carol Saboya, Claudette Soares, Claudio Lins, João Cavalcanti, Joyce Moreno, Marcos Sacramento, Marcos Valle, Moyseis Marques, Oswaldo Gusmão, Patrícia Alví, Pilar, Quarteto Linha, Ricardo Silveira, Roberta Sá, Roberto Bahal, Rodrigo Faour, Sargaço Nightclub e Sônia Delfino.

    A música sempre esteve presente na vida de Dani Coimbra, através dos LPs que seus pais ouviam de grandes cantores da MPB. Muitos deles de extrema importância para a profusão de ritmos que inspiraram e marcaram tantas épocas. Mas as mudanças socioculturais deixaram alguns desses trabalhos esquecidos. Pensando nisso, Dani Coimbra resolveu "resgatar" essa riqueza da MPB e cantores/músicas que são responsáveis por muito do que se canta hoje. O primeiro single do projeto chega em breve em todas as plataformas digitais.

  Por coincidência, o Festival ZiriguidumEmCasa a convidou para a 20ª Edição em homenagem aos 70 anos de carreira de Dóris Monteiro, descrita por críticos musicais como a cantora que tem a "bossa de quem já nasceu sabendo" e símbolo da "modernidade já atemporal" no universo da música brasileira.

 Pioneiro na organização de festivais de lives durante o isolamento social, #ZiriguidumEmCasa foi uma iniciativa de Claudio Lins com o jornalista Beto Feitosa e começou na primeira semana de pandemia, quando os teatros foram fechados. O Festival seguiu com a adesão de Ana Paula Romeiro e Maria Braga na produção.

   #ZiriguidumEmCasa também foi pioneiro na preocupação de buscar uma remuneração para os artistas, abrindo uma conta para colaborações espontâneas do público durante as lives. Nessa edição, por sugestão da própria Dóris, metade da verba arrecadada será destinada para o Retiro dos Artistas. As doações voluntárias podem ser feitas através do QR Code que vai estar no vídeo durante a exibição dos artistas ou pelo link https://pag.ae/7WZY1-N9t.

    O Festival já apresentou nomes como Leila Pinheiro, Baby do Brasil, Emanuelle Araújo, Biquíni Cavadão, Marcos Valle, George Israel, Benito di Paula, Pedro Luís, Roberta Campos, Roberta Sá, Zé Renato, Pedro Luis e Isabella Taviani. Artistas como Ivan Lins, Joyce Moreno, Lucinha Lins e Jane Duboc estrearam no formato live no festival que também se esforça em descobrir e valorizar novos nomes.

    #ZiriguidumEmCasa está entre os finalistas em duas categorias do Prêmio Profissionais da Música: Festival de Música Independente e Festival de Música Online.



Texto: Paula Ramagem.



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quinta-feira, 25 de março de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Um em cada vinte e um negros nos EUA será assassinado, a maioria morre pelas mãos de outro negro".

    Achou pesado? Agora reflete um tiquinho, será que isso mudou? Aliás, será que no Brasil é diferente?

    A lenda de Boyz in The Hood (Os Donos da Rua), o ano é 1991 e seu diretor e roteirista é um dos meus diretores favoritos "John Singleton" e sabe como esse filme começa? Tela preta, vozes, esse texto, tiros, crianças vendo as marcas de tiros e depois, bem depois somos levados a uma sala de aula em 1984 de maioria Negra, com uma professora branca falando dos maravilhosos colonizadores que começaram uma amizade com os Índios Nativos Americanos.

    Se isso já não foi o suficiente para você assistir a esse filme e procurar entender todos os símbolos e temas que ele levanta, te peço para não ler mais esse texto e por favor me diga que você é uma pessoa branca que ainda acha que nem privilégios tem, assim eu não fico nervoso.

    Eu poderia e talvez até mesmo deveria dar foco ao elenco desse filme, mas eles mesmos me matariam por isso então assistam que vocês vão reconhecê-los.

    É até difícil saber exatamente o que falar sem dar spoilers, mas para quem quer entender um pouco mais o quão terrível foi a escravidão e como ela repercute até hoje em nossas vidas, esse é um bom começo. Não é só um filme Negro, é um filme Negro de 30 anos, que fala para os Negros sobre os problemas que a sociedade nos causou.

    Negros pobres roubando e matando outros Negros pobres, crianças chamando outras crianças de Africano como forma de ofensa, um rápido deslumbre do que uma mãe Negra solteira passa na criação de filho, o que apesar de muitos apontarem que Eva Styles jogou seu filho para o pai, eu a apoio muito mais que Jason "Furious" Styles, que não merece uma estátua de bronze por ter feito nada mais que sua obrigação, educar seu filho. Não é como se ele fosse um Chris Gardner (A procura da Felicidade, 2006). E mesmo com o básico da de 1000 x 0 em muitos pais de hoje em dia

    Ok, também temos um exemplo de mãe tornou seus filhos exatamente o que ela quis desde a infância, discussão sobre o uso de contraceptivos e a nossa querida violência Policial, que vejam só, aqui vem de um policial Negro que odeia Negros, parabéns colonizadores, sua estratégia de nos colocar uns contra os outros ainda funciona em 2021 e sim, não podemos culpar um Negro que não gosta de Negros pois a culpa também é do Homem Branco.

    Boyz in The Hood é de muitas maneiras um filme perfeito, completa esse ano 30 anos e a única coisa que ficou antiga nele foi a imagem, afinal de contas, hoje a mulher ainda é vista como objeto, o Negro ainda tem dificuldades para fazer faculdade, falar que a estátua do Borba Gato deveria ser derrubada e que os livros de História mentem, vesh, da muito pano pra manga, além disso as pessoas ainda não aprenderam que Negro não tem dinheiro para importar drogas, mas isso não importa afinal o problema que é discutido aqui é que as pessoas com dinheiro morrem por conta de drogas (não acredita? Então me responde quem se importa com a Cracolândia).

    30 anos atrás, anos 90, sim aquele período onde as pessoas costumam a dizer que coisas bizarras aconteciam e ninguém ligava e sabe qual é a coisa mais bizarra no fim das contas? "John Singleton" jogou na sua cara que já se importava com todos essas questões e hoje a única coisa que mudou é que você não prestou atenção em nada do que ele tinha para falar aqui.



Por: K. Kong



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Joyce Cândido: Samba clássico que encanta o mundo de volta ao Brasil - Novo single "Tem Dó de Mim"!

Fotos: Divulgação.



    Joyce Cândido. Ela é bastante conhecida no exterior – já representou o Brasil nos EUA, Cannes e Japão, e acaba de lançar um novo single focado na natureza, Amazônia e sua veia nômade. Joy nasceu em Assis (SP) e já viveu em Marília, Londrina, Nova Iorque, Portugal e se fixou no Rio de Janeiro.

    A nova música “Tem Dó de Mim” é fruto do projeto Conexão Samba Rio-Manaus, com dois manauaras na composição, e clipe gravado nos belos e históricos jardins da Quinta da Boa Vista, no Rio (https://youtu.be/47m2SfFGhiY). O samba fala de amor e saudade de um jeito que só a cadência brasileira sabe criar.

    Esta e é a segunda música apresentada de seu próximo álbum, “Samba Nômade”, previsto para março de 2021. O primeiro foi com o português António Zambujo: o divertido “Queria Morar num Boteco” (https://youtu.be/C6XkwR_YaLI).

    Joyce faz um samba envolvente, ora clássico ora moderno. Seu desempenho no streaming e redes sociais é sempre crescente e ela tem três discos lançados, 1 DVD e dois EPs, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toquinho e Zezé Motta, em seus trabalhos.

Números Recentes:

- Mais de 1,6 milhões de views no YouTube e 8 mil inscritos em seu canal.
- Mais de 15 mil ouvintes mensais no Spotify.
- 100 mil seguidores no Instagram e Facebook.



Texto: Andrea Alves.



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quarta-feira, 24 de março de 2021

Tim Tim


 
Tim Tim


O instinto sentiu o ventre.../ No seu dar e acolher amor./ A dor que deveras sente/ Assim ela sutilmente se mostrou./ O instinto que concebeu o querer/ Notoriamente se encantou.../ Lindamente fez por merecer.../ Através do dia que calou. / O instinto avidamente contemplou.../ O porvir de velhos verões./ Com vinho tinto brindou.../ O querer de velhas paixões.


O vinho é uma bebida festiva · Revista ADEGA

MAR ABERTO disponibiliza EP completo baseado em Amores Reais Voz e Violão!

Foto: Divulgação.



    Além dos áudios, os vídeos de “Vida a Dois”, “De Repente é” e “Paraíso” também já estão disponíveis no YouTube.

    O amor é animação, bateria, alto astral, mas também é carinho, aconchego, voz e violão. Por isso, o MAR ABERTO decidiu presentear seus fãs com mais uma opção para curtir o EP “Baseado em Amores Reais”. Nesta quinta-feira, 18 de março, o duo disponibilizou em todos os aplicativos de música o EP completo em voz e violão. Além dos áudios, os clipes de “Vida a Dois”, “De Repente é” e “Paraíso”, também já estão disponíveis no YouTube. “Boa Companhia”, “Espaço Demais” e “Dois Caminhos”, também ganharão clipe nas próximas semanas.

    O objetivo das releituras mais intimistas é conectar o M A R com o público que gosta de curtir a música em sua essência, focar mais na letra e no sentimento, somente com violões acompanhando. Aqueles que gostam do grande show e dos fogos de artifícios que o amor proporciona já contam com a versão repleta de arranjos e instrumentos, no EP oficial.

    Os clipes das canções que ainda não foram lançadas serão divulgados um por semana, sempre às quintas-feiras na ordem do EP, “Boa Companhia”, “Espaço Demais” e “Dois Caminhos”, a partir da próxima semana.



Texto: Gabriela Gimenes.



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