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quinta-feira, 29 de julho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pin.it.com


    Pelos poderes de Grayskull, Netflix e Kevin Smith bugaram gerações inteiras em 5 episódios!!!

    Masters of the Universe: Revelation (Mestres do Universo: Salvando Eternia), eu ia zoar, mas não tenho tempo, pelo amor de The One Above ALL, me digam que todo mundo já assistiu a essa animação que a Netflix lançou agora dia 23/07! Se não viu ainda, corre, porque a última vez que eu vi algo tão frenético com tão pouco material assim esse ano foi na Amazon com invencível e você pode até dizer "Credo Kong mas e Castlevania?", mas sinceramente não é a mesma coisa, qualquer um que já conhecia Castlevania ficou satisfeito, claro, mas não esperava menos da série. Mas aqui, aqui a série se dá ao luxo de zoar as piadinhas de tiozão do Pavê do He-Man que faziam sentido na época e, claro, agora só poderiam servir como alívio cômico né, e no fim acredito que foi o único alívio cômico desses 5 episódios.

    Assistir He-Man sem o He-Man claro que vai gerar reclamação entre os Machos, porque nesse nós acompanhamos a Jornada de Teela, e aí pronto né, já sabem que vem o povo querer falar que é "Lacração", bom eu já falei aqui o que é lacração na realidade né, então não vou me explicar, Lacrou lindo Sr Kevin Smith, a série começa já mostrando que não veio para brincadeira, tem desmembramento, empalamento, desintegração, até uma leve tostada como diria Genryūsai Shigekuni Yamamoto "alguém aqui assistiu Bleach?". Pode até parecer que não, mas esse começo já deixa bem claro que você não vai ver aquele desenho bem infantil lá de 1983, aqui até mesmo o corpo das mulheres está de acordo com o tema da série, que lembrando, He-Man era para ser um Brinquedo sobre "Conan, O Bárbaro (1982)", mas a Matel na época não teve coragem de coragem de soltar essa violência em brinquedo (e nem dinheiro para animar a série direito, né?), e por tanto, sendo uma série sobre Bárbaros é de se esperar que mesmo as mulheres tenham corpos com mais definição e volume muscular e tá tudo bem, não tem absolutamente nada, nada de errado aí.

    Me surpreendeu ver a coragem do roteiro em simplesmente matar personagens, assim mesmo, estilo o teatro de "Vida de inseto (1998)" ou mais recente "Game of Trones (2011), quando você vê, caiu morto, você vai ficar com raiva, claro que vai, mas se isso atrapalhar sua experiência, rasga sua carteirinha da Locadora de vídeo, porque você nunca cresceu o suficiente para seus pais te deixarem alugar filmes e jogos sozinho, pede a da Mamãe, talvez assim, só talvez, poderiam ter deixado algumas mortes para depois sabe, tem uma morte principalmente que dói demais, você pensa "Por que?? Tantos anos querendo ver fulano Badass e agora morre, por queeee????"

    E por falar em Badass… eu poderia falar sobre Grayskull? Poderia, mas não é do Bárbaro Negão que vou falar, mas sim de Man-At-Arms ou como o conhecemos Mentor, o cara teve até o momento pouco tempo em cena, mas me deixou com a mesma sensação que tenho quando Eiichiro Oda fala de personagens como Benn Beckman em "One Piece (1997)", e chega a ser uma sensação até melhor, pois acreditamos já conhecer o mentor e isso é fantástico (eu sei, eu sei que hoje tô jogando referência na cara de vocês como Ernest Cline faz nos livros Jogador N1 e Armada né, não se preocupem, depois eu lanço um guia de referências custando apenas 5555$, assim vira uma referência ao meu álbum favorito do Daftpunk hahaha).

    Vamos finalizar hoje dizendo que Mestres do Universo: Salvando Eternia só tem 5 episódios até o momento que escrevi esse texto, mas são 5 grandes episódios, de ótima animação e desenvolvimento para os Mestres do Universo, afinal era disso que deveria se tratar, são muitos brinquedos para vender e não só o He-Man (destaque aqui para o aproveitamento de personagens conceituais dos brinquedos que ganharam História própria). "Não Samis não vamos falar do Grayskull ser Negro, porque alguém tão lendário só poderia ser um de nós hahaha", até mesmo Pacato teve seu momento e o que dizer do Esqueleto… que vilão, nunca quis nada do Esqueleto pois ele sempre foi um vilão bobalhão na minha opinião por mais que eu gostasse do design dele, mas agora? Agora eu quero comprar tudo que eu puder com tema do Esqueleto, até a voz do Mark Hamill eu compraria, que vilão mais Filho da… por Odin eu amei hahaha agora sim ele é um Vilão de verdade, ele foi a gota d'água que me fez mudar o papo de hoje de última hora ele e aquele gancho maravilhoso do último episódio, estou mais que satisfeito, aceito um busto do Esqueleto de presente, muito obrigado.

      Sem mais.




Por: K. Kong




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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Peito

Ainda sinto as mesmas emoções/Ao abrir os velhos bilhetes.../ Que me recordam/ As velhas batidas do meu encantado coração. / Os olhos percorrem as amareladas linhas escritas/ Ainda suspurio por cada palavra/ Meu peito ainda grita.

segunda-feira, 26 de julho de 2021

PROGRAMA TERRITÓRIO HIP HOP


PROGRAMA TERRITÓRIO HIP HOP




A SMC lança edital para contratação de artistas e educadores para o Programa Território Hip Hop.

De 23 de julho a 22 de agosto, a SMC está com inscrições abertas para o Território Hip Hop, um programa de formação artística,
 que procura fortalecer a cultura Hip Hop fazendo circular o conhecimento de artistas pelas regiões da cidade, formando novos 
artistas e novos públicos. O Programa é uma luta histórica do Movimento Hip Hop. Para a primeira edição serão selecionados
 20 artistas orientadores e 2 coordenadores artístico-pedagógicos com experiência comprovada na área.





O Território Hip Hop atenderá adolescentes, jovens e adultos, a partir dos 12 (doze) anos, promovendo a ação, reflexão e formação 
sobre a prática artística com os elementos do Hip Hop. É fundamentado pela ideia de cidadania cultural e inspirado no 
Programa Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME). 
Um programa de formação voltado ao Hip Hop é uma demanda de alguns anos dos artistas da cidade.






A SMC coloca a Formação como uma prioridade e está comprometida em garantir os direitos à cultura, à cidadania e à ocupação dos espaços
 públicos de produção e difusão cultural da cidade de São Paulo. Em um momento como o que vivemos, sabemos que o Hip Hop salva vidas.





Chega junto, acesse o edital e faça sua inscrição!

Link: http://supervisaodeformacao.prefeitura.sp.gov.br/index.php/territorio-hip-hop/

#ProgramaTerritorioHipHop
#HipHop
#formacaoartistica
#sãopaulocapitaldacultura
#secretariadecultura



















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quinta-feira, 22 de julho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pin.it.com



   Duas semanas longe de vocês, desculpem-me, problemas técnicos. Mas não se preocupem vou compensa-los hoje com um #textão e uma forma de terem pelo menos spoilers do que pode vir no futuro dessa coluna, e também porque meu maior Fã Ryck Bastos não para de Marcar meu alter ego nas redes sociais.

    Mas você não chega na casa dos outros jogando bombas se não quer puxar briga (tem muita gente que precisa aprender isso também na vida real, não é mesmo?).

    Kong: Skull Island "Kong: A Ilha da Caveira" que filme lindo e cara, como eu amo odiar o Samuel. hahaha...

    King Kong tem uma história complicada, existe até uma lenda de que quando o primeiro roteiro foi feito, foi dito que o filme era ótimo, mas tinha que tirar o macaco. E sabe que pensando bem faz sentido essa frase ser verdadeira, mas vamos primeiro falar sobre esse filme específico, com essa cor tão exatamente peculiar que nos deixa pensar que o filme se passa em 73 e tem cada enquadramento, cada take maravilhoso, pensa em uma direção competente, Jordan Charles Vogt-Roberts eu não te conheço mas minha barba já respeita a sua, top de mais.

    Eu digo que esse é o único filme do monstro verso onde o Drama Humano não é descartável aliás até os vilões são Humanos digo os vilões porque Fred Flintstone (John Goodman), é o culpado por nosso Herói se ferir em uma luta desnecessária contra o exército Americano e então ser perseguido pelo fanático Coronel Packard, e vamos falar um tiquinho dele e tudo que envolve ele? Sim vamos, eu avisei que era Textão.

    Eu já trouxe para vocês o filme Destacamento Bloods lá atrás e vejam só a diferença, lá era dito que o exército americano na guerra do Vietnã era composto de maioria negra, assim como a história conta, mas aqui por algum motivo quando mostra o quartel quase não tem negros, aliás acho que só tem dois, os mesmos que vão para ilha e um deles, adivinhem, é um alívio cômico… Falo mais nada, Packard por sua vez é mais antagonista do que os Skullcrawler, ele é fanático, doido, doido, doido. Tão doido que não ignora o fato de que foi atacado porque atacou primeiro, aquela história que a gente escuta de americano fanático sabe (tem Brasileiro assim também né, tão bagunçado das ideia que sendo presidente de um País com armamento pra meia hora de treta chegou a insinuar de cair na porrada com EUA, mas cháprala que isso é outro papo).

    E agora vamos falar sobre o astro principal, nosso Herói e o cara ao qual eu homenageio sempre em minha assinatura e hoje vocês vão entender o porquê.

    Kong ou King Kong, é um Gorila gigante criado em 1933 e o que sabemos dele, que desde de lá ele sofre do mesmo problema, Homem Branco e sua ganância. Aqui ele ganha e ganha lindo, é brabo versátil, treteiro de marca maior, ele empolga a cada cena e ainda tem espaço não só para deixar a fotográfica fantástica, mas também referenciar os filmes antigos, como quando fica acorrentado ou as vezes que contracena com a Mulher loira, desculpa gente, mas esse é o Papel Brie Larson nesse filme "A mulher loira que faz referência aos filmes anteriores", não acredita? Tira ela do filme e da câmera fotográfica para o Brooks pra ver se a História não segue igualzinha. Mas voltando ao Kong e sua história triste, eu sempre digo que Cinema não é desligar a mente e assistir, King Kong foi nessa versão movido da África para Ásia, mas o cerne de sua história está ali, o Homem branco chega em um local, se acha superior a tudo aquilo, incomoda os nativos, no caso dos filmes antigos acorrenta eles, os tira de seu lar e quando ele se revolta é taxado como um monstro e então é caçado e morto, você já viu algo parecido na vida real? Se não entendeu, para um pouco o texto pensa e depois volta.

    Kong: A Ilha da Caveira é o melhor filme do monstro verso, eu amo Godzilla e reassisto principalmente o primeiro filme do monstro verso e todos os Japoneses sempre que posso sem brincadeira nenhuma, a Sra. Kong um dia vai dizer que já assisti tanto quanto Toy Story e Django, mas mesmo assim no Monstro Verso Kong é o melhor filme e trás uma visão ainda sofrida, mas vitoriosa do Gorila que por muitos anos jogou na cara de todos que sua história é exatamente a História da escravidão, um contra ponto exato com o Negro que era Rei em sua terra, teve sua vontade quebrada, foi acorrentado, retirado de suas Terras e quando se libertou (porque Isabel boazinha que liberta escravo não existiu tá), foi trado como monstro e burro, mas a verdade é que Kong é incontrolável e por mais que a sociedade o prenda ele se liberta e sobe, cabe a Kong e somente a ele não deixar que a sociedade o derrube e o mate, então é por saber que sou livre e Brabo, que toda a Quinta Feira em um assunto de maioria midiática Branca a assinatura que termina esse texto já foi uma e agora será.



Por: Samir Soares



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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Raiz

Sou o fruto

Do ontem plantado

No ventre oriundo

terça-feira, 20 de julho de 2021

Homem joga mulher de carro em movimento e atropela na sequência



Isso que vocês vão conferir nesse exato momento em nossa notícia, é algo extremamente chocante. 
O ser humano cada vez mais, está intolerante e a violência cada vez mais, está se tornando algo comum em términos de relacionamentos que já não iam bem.

    

Os homens cada vez mais cruéis, agressores em seus relacionamentos e muitas vezes, mesmo com suas esposas darem queixa, eles não se sentem intimidados e continuam praticando as crueldades e na realidade brasileira, alguns só vão presos após a agressão, seguida de morte.

Um mulher, de 38 anos, foi arremessada de um veículo em movimento e atropela logo depois pelo companheiro, de 40 anos. O caso aconteceu em São Vicente, no litoral paulista, no último sábado.
De acordo com apuração do G1, o casal estava voltando de uma festa quando começou a discutir dentro do veículo. Na sequência, o agressor jogou a companheira do carro e engatou a ré, passando por cima da perna esquerda da vítima.
Para polícia, empregada doméstica contou que o companheiro desceu do carro e chegou a rir da situação antes de ir embora e deixá-la no local. Ela disse ainda que os dois mantêm um relacionamento há quatros e ele nunca tinha tido este comportamento.
A vítima precisou ser socorrida por moradores, que acionaram também a Polícia Militar. A mulher foi levado ao Hospital Municipal de São Vicente, já o companheiro ainda não foi localizado pelos policiais. O caso foi registrado como violência doméstica e lesão corporal na Delegacia Sede de São Vicente.


Fonte: Isto É



















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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pin.it.com



    "Will, você sempre será meu filho" e aí todo mundo chora, seja por lembrar do episódio do Pai, por lembrar de como a relação deles amadureceu ou porque James Avery já faleceu e nos deixou sem o Tio Phill.

    Sim, não estamos te trollando, hoje eu e meu lado mais emocional vamos falar de The Fresh Prince of Bel-Air Reunion (Um Maluco no Pedaço Reunião) só porque eu acabei de assistir o especial na HBO e eu chorei, não chorei e não chorei pouco, por Odin 1h inteira de lágrimas correndo, mas calma, vamos conversar melhor sobre esse especial aqui.

    Eu preparei um texto bem legal sobre Toy Story que seria o de hoje, pela importância que a obra tem no meu começo no mundo do entretenimento e devo admitir que durante um bom tempo eu simplesmente parei de ligar para Um Maluco no Pedaço, "é um sitcom bem da hora dos anos 90 e é isso" só que eu estava completamente enganado ou melhor me enganando.

    O especial inicia com Will e a Família Banks entrando novamente no cenário e por mais simples que seja já é impactante saber que você não vai assistir a um episódio extra, mas sim um Documentário e mais ainda não poder ver o Tio Phill e nem a tia Vivian Original é muito estranho, mas de fato, não se apegue a esse detalhe a programação a seguir é bem simples, mas dotada de um conteúdo tão grandioso que em 2min você esquece desses detalhes e pelo menos pra mim, rapidamente fui tomado por uma grande onda de nostalgia a cada menção de momentos icônicos e muitas vezes correspondentes às nossas vidas reais.

    É simplesmente fantástico ver que aquelas pessoas que fizeram sim parte da infância ou adolescência não estavam simplesmente fazendo um show, eles eram ativos no roteiro e conscientes de que eram a representação não só de uma família Negra, mas de pessoas Negras em situações reais do nosso cotidiano, um outro exemplo disso está na primeira temporada quando Will e Calton são parados, aliás parados não, presos por serem Negros dirigindo um carro caro, coisa que você pode ter certeza ainda acontece hoje.

    Mas apesar de muita coisa legal que acontece ali como por exemplo a confirmação de que as risadas durante o programa realmente eram de pessoas, tinha um público tal qual Sai de Baixo(1996 a 2002), ou o fato de uma série Negra nos EUA ter mais audiência que Futebol, ou ainda que as cenas do Jazz sendo jogado para fora ele realmente fazia, ou até mesmo a revelação de como foi o dia em que série foi idealiza e que o War Machine (Don Cheadle) estava episódio piloto, nada absolutamente nada vai superar o momento em que eles falam e homenageiam James Avery como o verdadeiro Mestre, com direito a um silêncio ensurdecedor e lindo ao final simplesmente porque não tinha mesmo o que… não vou falar mais, já vou chorar de novo, hahaha...

    E logo na sequência, quebrando um afastamento de 30 anos a reconciliação de Will Smith com Janet Hubert-Whitten, também conhecida como A Tia Vivan Original e cara que momento, um momento que nos faz pensar, quantos erros cometemos na vida e quantas pessoas nós magoamos e deixamos para trás, muitas vezes até escorraçando-as e no fim nós que erramos, quantas Mulheres ainda hoje perdem muito porque nós Homens demoramos muito tempo para aprender que a vida de uma mulher, a vida de uma Mãe é infinitamente mais complicada que a nossa, é difícil imaginar o que essa Mulher pode ter passado naquela época e no fim ela nos deixa a entender que acompanhou tudo até aqui e se seu coração já não estava estilhaçado o suficiente ele vai ficar depois dessa.

    Um Maluco no Pedaço A Reunião é muito mais curto do que eu gostaria, mas é forte, emocionante e quebra totalmente, pelo menos para nós Brasileiros e por Deus espero que não seja só eu, aquela sensação de desgaste que o nosso Sistema Brasileiro de Televisão causou depois de tanta reprise.

    Foi magnífico lembrar que antes de qualquer Obra Cinematográfica que eu guarde no meu coração, foi a família Banks a primeira a dizer… "Não importa de onde você venha Samis, você é Negro para todos então seja Negro e mostre a todas o poder, a importância, a força, e a Vitória do Negro mesmo que em uma comédia"



Por: K. Kong



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quinta-feira, 15 de julho de 2021

33 anos de UNEGRO no Brasil


33 anos de UNEGRO no Brasil






Hoje, 14 de julho de 2021, a UNEGRO completa 33 de fundação, Entidade que guarda semelhança com o Brasil: nasce na Bahia e se estabelece em todo território nacional. 
A fundação da UNEGRO, em 1988, responde as indagações contidas nos debates realizados no centenário da abolição, momento que o Brasil, especialmente a parcela negra desse país, exige ferramentas mais adequadas de combate ao racismo, como forma de concluir a abolição, unir e desenvolver a Nação. 
Nesse mesmo ano o movimento negro emplaca a criminalização do racismo e o reconhecimento dos direitos quilombola na Constituição Federal; impõe a intuição da Fundação Palmares, primeiro órgão de Estado voltado a igualdade racial; cresce o protesto negro nas ruas, especialmente com grandes marchas em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, dentre outros estados. 
Na ocasião a pauta não diferia muito da atual: hegemonia neoliberal assolando a economia nacional, retirando direitos dos trabalhadores e do povo, precarizando serviços e políticas públicas; violência do Estado expressa, em primeira ordem, na brutalidade das polícias, grupos de extermínio e a violência civil sem controle, ceifando paz e vidas negras, femininas e trabalhadoras. O mito da democracia grassava na sociedade. 
Ao longo desses 33 anos de existência, somada ao movimento negro, a UNEGRO deu importante contribuições para o avanço da pauta racial, destaco a democratização do acesso ao ensino superior, o aperfeiçoamento do ordenamento jurídico antirracismo, o surgimento e fortalecimento das ações afirmativas e a proliferação de organismos de igualdade nos espaços públicos e da sociedade civil. Sem perder a dimensão da luta transformadora que une os movimentos revolucionários e populares.
Sim, a UNEGRO é uma ferramenta para transformação, comprometida com o Brasil e seu povo, tem convicção que o racismo é um componente político e ideológico voltado ao benefício da classe dominante, gera cenários materiais concretos para sustentação de privilégios. A luta contra o racismo tem dimensão estrutural, sua justa observância salvará o Brasil da divisão e do subdesenvolvimento, pois o racismo é responsável pelo grande desperdício de inteligência e trabalho - energias vitais que engrandecem uma nação.
No momento que a UNEGRO completa 33 anos, o Brasil vive uma das mais sombrias fases de sua vida política, econômica e institucional. Bolsonaro no Poder é fator de crise, negacionismo, ódio, fome, desemprego, insegurança e morte. É o governo do racismo, misoginia, lgbtfobia, aversão a trabalhadores e pobres, da corrupção e da traição nacional. 
Derrotar Bolsonaro e a corrente político ideológica que sustenta suas sandices é uma importante prioridade da UNEGRO, por isso estaremos nas ruas - lugar de quem luta, lugar de quem transforma – pelo fim de Bolsonaro e por um Brasil sem exploração e opressões e racismo.

Viva a União de Negras e Negros Pela Igualdade!



























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quarta-feira, 14 de julho de 2021

domingo, 11 de julho de 2021

A Reunião de Coletivos da Casa de Cultura Hip-Hop Sul

A Reunião de Coletivos da Casa de Cultura Hip-Hop Sul






Bom dia, hoje nesse domingão ensolarado, mas com aquele friozinho gostoso para mim e muitas pessoas que adoram esse tempo, porém para os que não gostam, mesmo assim tem um convite especial.

Hoje estarei na Casa de Cultura do Hip Hop Sul, em um encontro e reunião de coletivos, com produtores, artistas e pessoas da comunidade, afim de discutir e sugerir ideias e projetos.

E você está convidado. Porém leve álcool gel e mantenha o distanciamento necessário. 

Eu estarei representando Rádio Boa Música FM, além de conhecer pessoalmente o produtor cultural, Ivo José Dos Santos - Negro Rauls
Coordenador da C.C.M Hip Hop Sul, no qual tive a honra de entrevistar no programa Série Encontros em nossa emissora, porém de forma on-line. o programa foi um sucesso e muito produtivo.





Para quem não assistiu, a reprise já está em nosso site: É só acessar esse link.



A Reunião de Coletivos da Casa de Cultura Hip-Hop Sul ocorre com o intuito de reunir produtores, artistas e comunidade no geral para participarem ativamente da programação cultural do equipamento. Um espaço aberto para apresentar e sugerir atrações e projetos, ou até mesmo entender como é definida a programação da Casa.

Local: presencial com acesso controlado
Data: 11/07/21 (domingo) às 15h.
Duração: 60 minutos


#sms #ccmhiphopsul #hiphop #casadeculturahiphopsul

Ivo José Dos Santos - Negro Rauls
Coordenador da C.C.M Hip Hop Sul
Email: ccmhiphopsul@gmail.com
tel: 11 5631-0740 cel: 9.98454-9138
Rua Sant´Anna,201 – VL São Pedro
04676-110-000 São Paulo SP.

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Celebração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922!

Fonte: Pinterest



    São Paulo, 
    ano 2021, 
    2º ano da pandemia de Covid-19 e 
    465º ano da deglutição do Bispo Sardinha:

    A sociedade se mobiliza. 
    A Cultura enfrenta a encruzilhada! 
    A arte abre caminhos! 
    modernismo 22+100 

    Em celebração ao Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, conheça agora o “Modernismo 22+100”. 

    Um conjunto de ações estruturantes e uma programação que vai atravessar o calendário cultural da cidade, que busca, além de festejar esse marco histórico, trazer reflexões e ações focadas na proposição de um Novo Modernismo – conceito sem amarras, mas cujo eixo vemos nascer nas culturas periféricas e na sua potência transformadora e de vanguarda. O vídeo-manifesto aponta os caminhos dessa grande reflexão, uma oportunidade histórica para a cidade e para a cultura.

Vem aí: os Centros de Referência do Novo Modernismo! 
Vem aí: os Bailes Futuristas! 
Vem aí: o Banquete Antropofágico! 
Vem aí: a Marcha das Utopias! 
Vem aí, os Grandes Cortejos Modernistas! 

    Vem aí! 
modernismo 22+100

    Assista ao video https://youtu.be/EbIUoAVxqDE
  

#sãopaulocapitaldacultura #secretariadecultura #modernismo22mais100 #22mais100 #manifesto



Por: Redação



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quarta-feira, 7 de julho de 2021

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