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Papo Sobre Cinema!

Fonte: Pin.it.com


    "E os atletas quando atuam nunca dão certo" tô tentando entender até agora se foi a forma de justificar a substituição do LeBron James por uma versão Cartoon na maior parte do filme ou se o roteiro resolveu não admitir que, por exemplo, Kareem Abdul-Jabbar, Dennis Rodman e Michael Jordan estavam a vontade o suficiente em seus filmes pra dar uma liga melhor.

    Space Jam: A New Legacy (Space Jam: um novo legado)... Palmas para o título em português por favor hahahaha. Bem acredito que assim como quando falamos de um remake é difícil evitar comparações, quando se trata de uma continuação então é impossível, e bom LeBron substituiu Michael Jordan e o time valentão + Al G. Ritmo (Don Cheadle), os Monstars e ok, não vou mentir, não sou nem de perto fã de LeBron James e quando eu ouvi a primeira vez que o novo Space Jam seria com ele já torci bem o bico, mas como lutar contra preconceito é o que eu mais incentivo, então fiz a minha parte e não julguei, mesmo apoiando o diretor Joe Pytka quando ele disse que essa continuação não devia ser feita, e qual foi minha conclusão? Leia até o fim do último quarto por favor, porque o jogo só acaba quando termina.

    Tudo começa pelo roteiro, Space Jam: O Jogo do Século (1996), pode não ter um roteiro Master Blaster, mas funciona. Um astro aposentado da NBA é sequestrado pelos Looney Tunes para jogar uma partida valendo o MUNDO deles e o talento de alguns astros do Basquete, logo você imagina que a continuação pode tentar usar a regra do Maior melhor (que normalmente já não funciona), mas aí o que os roteiristas resolvem fazer? Tornar o LeBron um babaca que leva tudo dentro das 4 linhas a sério demais (como se ele não andasse com a bola e fosse acobertado pelos juízes vira e mexe ou não fizesse piadinhas durante o jogo), e não aceita que seu filho siga um caminho próprio, então eles são sequestrados por um algoritmo que para manter o astro dentro do seu servidor o desafia para um Jogo de basquete, ou seja minimizou a problemática e ainda deu uma justificativa para trama que o próprio filme já diz que não faz sentido.


    Porque eu digo isso? Bom, segundo o filme Al G. Ritmo controla tudo na Warner e ele que dá as ideias "por que os Humanos na WB não tem mais boas ideias a um tempo hehehe" e logo no começo do filme quando somos apresentados a ideia de parceria da empresa com o Jogador um dos primeiros títulos que aparecem ali na nossa cara é… "Space Jam: o jogo do Século", ou seja, o filme já não tem sentido porque o filme anterior faz parte do serviverso, então o vilão já sabe que ia dar ruim, LeBron já devia saber que o Tunes dão conta e o vilão não devia nunca, nunca mesmo ter mandado ele para o mundo dos Tunes, além claro, se todos os personagens de filmes da Warner e não só animações vivem ali, então Michael Jordan também deveria ter uma cópia, porque apesar de interpretar ele mesmo o Michael do filme é um personagem e olha que ele deu sorte do filme A colônia (1997), e Busca Explosiva (1999), serem da Sony, porque eu duvido que Dennis Rodman iria querer ficar fora dessa, ia ter nariz sangrando nesse filme. hahaha...

    Falei muito? Calma que tem mais, lá em 1988 a Disney fez um lançamento que já comentei por aqui, um filme pouco famoso na época, nem fez sucesso e muito menos é até hoje referência para esses filmes que misturam live action com animação, ele se chama "Uma Cilada Para Roger Rabbit", foi ali onde passamos a esperar que filmes como Space Jam nos entregue uma interação entre personagens animados e Humanos, mas aí qual foi a escolha aqui? " Ah vamos transformar o LeBron em um desenho na maior parte do filme", qual foi o sentido dessa escolha senhor Malcolm D. Lee? Na verdade acho que nem posso culpá-lo, o filme gasta tanto inserindo os Toones em outras obras (que aliás tem umas bem boas, destaque para Coiote e o Papaléguas e também para Vovó, achei perfeito) que deve ter ficado com o orçamento apertado, o que aliás, qual foi do desespero desacerbado de colocar tanta referência inútil e gratuita nesse filme! O tempo todo tem que mostrar os filmes, os desenhos, as séries e aaaahh, eu quero ver o Looney Tunes cara, pra que tudo isso se não vai usar nada e nem é narrativamente necessário, além de não ser bem feito, não é mesmo. A plateia foi tão mal instruída que está extremamente deslocada com movimentos nada a ver com a ação principal, sem interação nenhuma, um bando de boneco de posto balangando os braços (se isso fosse um vídeo agora eu estaria passando vergonha imitando o boneco do posto), um desperdício de tempo.

    E sobre o jogo, não sei vocês, mas nos momentos em que o filme relacionava basquete com diversão, não parecia que algo direcionado ao personagem LeBron James e como ele tratava o esporte "É basquete, só que divertido", me pareceu que o filme estava querendo dizer meio que nas entrelinhas que o esporte é chato e isso senhoras e senhores é um desserviço tão grande acredito que principalmente aqui no Brasil onde nenhum esporte fora o futebol é valorizado, frases perigosas e preocupantes juntando acompanhadas ou desfalcadas de uma regras em um jogo de videogame que na boa, não precisa daqueles pontos de salto, é muito mais divertido o personagem simplesmente pular 3 metros de altura, dar 5 mortais com no narrador gritando "Ooooooh!!" E quando ele dá a enterrada a bola pega fogo (ah saudades NBA Jam, na época desse jogo nem o apelido Samis existia, era gordices mesmo, aí ai infância), acorda gente é um jogo dentro de um universo de filmes e com o Looney Tunes, eles já explicaram para o Michael que os Humanos podem tudo lá, é canônico e o LeBron devia saber, afinal, volte ao começo do texto o primeiro filme é um filme naquele universo também, ao mesmo tempo que realmente aconteceu, e ainda tem os pontos por estilo é aquele negócio que só teve 3 funções, uma desculpa para o LeBron se divertir jogando (Michael podia se divertir só com a loucura dos Tunes, fazer a pontuação dos vilões parecer impossível de ser alcançada), o primeiro filme resolver isso com a frase "é só um lado que joga?" E por último a cena do Notórious P.I.G que é a melhor parte do filme, principalmente em inglês. hahaha...

    Space Jam: um novo legado é um filme que podia ser melhor, talvez não melhor que o seu antecessor, mas poderia e tinha condições de ser um ótimo programa engraçado para os fim de semana em casa, mas as escolhas de roteiro e direção o tornaram um filme digno de culpar o algoritmo pelo erro, mesmo sabendo que ele é seu na verdade, mas recomendo até deixar os seus filhos assistirem, melhor que algumas certas animações que tem hoje em dia, mas fraco, em algum momento eu jurava que queria parar pra assistir Jovens Titãs em Ação (2013), vou deixar para falar sobre o cancelamento dos Looney Tunes em outro momento, que com certeza foi um dos fatores que ajudou no resultado aqui e ao meu ver na maioria dos casos foi um eeeerro (quem sabe em um Podcast), é isso pessoal.



Por: K. Kong




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