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Papo Sobre Cinema!

Fonte: Pin.it.com




    E ai pessoal, tudo tranquilo hoje?


    Antes de começar o papo de hoje gostaria de dizer ao pessoal da Atento principalmente São Paulo e Feira de Santana que sei que nos acompanham.


    A todos os funcionários, de Representantes a Coordenadores, meu apoio total, juntos a recuperação vem.

    "Está escuro aqui filho, eles estão me machucando" Muito obrigado pessoal, agora vou ficar mais 6 meses sem atender telefone hahahahaha...

    Rite "O Ritual". O dia das Bruxas de vocês já passou né, pois o meus vai durar mais umas

semanas hahaha, nunca escondi de vocês que sou religioso e muito menos de que sou medroso igual Salsicha e Scooby, mesmo assim, por vocês, assisti novamente esse filme que é um dos poucos exemplos recentes de Terror de verdade. Terror, Horror, Suspense, são estilos muito próximos e hoje em dia a verdade é que quase não existem filmes de Terror propriamente dito, em minha opinião. Eu não gosto de sentir medo, é um dos sentimentos que eu menos gosto porque tenho medo de coisas completamente aleatórias às vezes, mas tomar um susto por outro lado não me gera medo me dá raiva e não é raiva que eu quero sentir quando assisto um filme de terror, se eu quiser sentir raiva, assisto uns filmes ruins tipo, Deuses do Egito (2016) , Saga Crepúsculo (2008), 365 DNI (2020), 50 Tons de Cinza (2015), Mulher Maravilha 1984 (2020), Esquadrão Suicida (2016) e etc. Um filme de terror que depende exclusivamente do susto e CGI para tentar te fazer mijar nas calças ou seja os famosos Scary Móveis, até podem ser bons filmes sim, mas não chega nem aos pés de filmes como esse aqui.

    Em geral os filmes de Terror tem como tema processão, entidades demoníacas, monstros ou assassinos imortais e aqui não é diferente, a diferença está justamente na narrativa, o filme não tem o mínimo problema nenhum em revelar desde o começo seu antagonista, que não é o padre e sim a descrença a Fé ou a falta dela, a desconfiança, a dúvida que permeia entre o que é real e o que é charlatanismo, os diálogos e a progressão dos fatos são propositalmente manipulados de forma magistral para te arrepiar cada minuto mais, uma escala que não é nada nova, afinal o filme que eu nunca mais assisto na minha vida já tinha feito isso lá atrás em 1973 já sabem de que filme estou falando né, O Exorcista (não assisto de novo nem se me pagarem, molhar a cama depois de velho não parece uma boa ideia).

    Mikael Hafstrom foi muitíssimo inteligente e competente quando manteve o ritmo do filme lento e não optou por sustos aleatórios, um exemplo a cena das pegadas na Neve, certeza que nas mãos de James Wan (que são mãos sim competentes), com toda certeza teria uma aparição mais física e um ritmo mais frenético, o que com toda certeza iria mudar totalmente o filme e provavelmente acabar tornando só mais um bom filme de possessão, o filme escala a densidade dramática ficando cada minuto mais pesado te forçando uma dúvida ao mesmo tempo que a história testa os personagens da mesma forma e exige mais e mais da interpretação do personagens, e por falar em personagens.

    Michael Kovak as vezes me dá raiva, embora a provação dele pareça legítima afinal uma pessoa cética custa acreditar nas coisas e mesmo quando começa a acreditar custa mais ainda aceitar que acredita, porém não tem como não ter raiva, uma criança aleatória avisa que seu Pai morreu, seu Pai morto te liga, você escuta som de cascos em casa, uma menina aleatória fala uma frase que sua namorada te falou no começo do filme lá em outro País e você continua acreditando em Charlatanismo, maluco você é quase um Bolsominion, acorda pra vida que o bagulho tá louco, mas é justamente isso que guia a história e faz com que as provas sejam cada vez mais aterrorizantes, afinal de contas se eu que sou Humano procuro todas as provas possíveis para provar um ponto a alguém, mesmo que eu fique insuportável, imagina um demônio provando que existe hahahaha e é ponto para Colin O'Donoghue, juro que me surpreendo.

    Agora precisamos falar não sobre Angela Vargas, mas primeiro sobre Alice Braga, toda vez que eu a vejo em um filme depois de assistir Eu sou a Lenda (2007), fico apreensivo pensando que a culpa vai ser do personagem dela de novo, desculpa, mas é impossível, eu sempre vou culpá-la por tudo, vai me dizer que você não?

Mas o fato é que não dá para deixar de falar dela.


    Rodrigo Santoro foi tão falado quando começou a aparecer nos filmes Americanos, mas na moral, Alice Braga representa muito mais o Brasil e de forma muito mais consistente, mesmo com personagens quase irrelevantes.


    Angela não é muito importante, na verdade o filme sem ela só seria mais difícil para o protagonista, mas ela de longe não está na lista dos pesos mortos da ficção, a dinâmica entre os dois é boa, ela sabe aproveitar seus momentos e agrega ao filme, você lembra que ela está lá e que suas atitudes mesmo que passíveis de substituição ajudam o filme a seguir e olha se não é esse o papel do coadjuvante não é mesmo, fiquei até com medo dela morrer e o filme ficar triste.


    Por outro lado, existem atores que não da, quando estão no filme você tem que assistir e não se fala mais nisso e dessa vez estou falando dele, Anthony Hopkins, o primeiro filme que eu vi dele na vida ele já era um senhor de idade, as vezes acho que nasceu velho e talentoso, você conhece um filme do Anthony Hopkins em que ele tão mau? Eu não conheço, Padre Lucas é um puta de um personagem e a escolha de ator não podia ser mais perfeita, aquelas linhas de expressão e a cara de ruim que ele tem ao mesmo tempo que demonstra ser pacífico e amigável, muitas vezes até sarcástico, te passa uma credibilidade tão grande ao mesmo tempo que te deixa também se unir a Michael e ponderar se por acaso o filme vai mesmo nos decepcionar com um charlatão, e aquela mudança no fim do filme, um semblante tão marcante quanto o de Jack Nicholson em O Iluminado (1980), não é atoa que o poster do filme é simples te uma cruz e o rosto dele porque é oque importa.

    Enfim, O Ritual é um filme que de terror de verdade não te assusta, te deixa com medo! Brinca com sua descrença e parte do princípio que não acreditar no diabo não significa que ele não acredita em você, além de mostrar que mesmo as pessoas que trabalham sua espiritualidade ainda assim são pessoas e podem fraquejar se tornando até mais sensíveis e suscetíveis do que pessoas que não trabalham e porque isso aterroriza, porque o filme te deixa acreditar que tudo aquilo pode se tornar real, fora a falta de necessidade de pulos na tela e aquela atmosfera e trilha densa. Por favor assistam esse filme sem conversar ou da melhor forma para vocês que te faça prestar atenção na narrativa porque quando chega no terceiro ato… Padre Lucas Padre Lucas, só Hannibal para superar e olha que à controvérsias hahahahha...

    Agora chega de terror aqui né, estou no ônibus enquanto escrevo e estou arrepiado, tem uma lua que começou a piscar do nada e tive a certeza de ver alguém sentado em um dos bancos que está vazio, são 06:00am de um Sábado então o ônibus está vazio e o medo tá como?



Por: K. Kong




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Comentários

  1. Você realmente despertou a vontade em assistir novamente (tenho quase certeza que ja assisti antes). Realmente, os novos filmes de "terror", para acertar o público, fazem muito do mesmo, sustos clichês, história padrão haha, normalmente da certo, mas as vezes precisamos de mais, algo que prenda, algo que realmente traga as sensações como pavor, alegria, tristeza e não apenas "ai que sustou" ou "hahaha".
    Acho incrível quando um filme consegue trazer Como em um livro aquela imersão na história, talvez esse deva ser o essencial que por vezes é deixada de lado, apenas para agradar o maior público, aquele que não precisa de muito para se distrair com qualquer outra coisa.

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