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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Eu ouvi dizer que vocês querem conhecer o "Homem por trás do monstro", não é? Bom, eu vou contar, mas antes vamos brincar de How I Met Your Mother "2005-2013" e assim como o desinteressante Ted, ao invés de já revelar, eu vou contar uma história antes, com uma sequência de Obras que marcaram a minha vida semana sim semana não e para começar…

    "O que eles têm aí, o King King?" Ah Dr. Malcon, eles não tem não, mas essa citação me deixa muito feliz hahahaha.

   Jurassic Park (Jurassic Park - Parque dos dinossauros) é sério esse título Brasil? Esse negócio de dar os títulos deve ser passado de geração em geração hahahaha, enfim… Eu nasci em 1991 e em 1993 eu fui ao cinema pela primeira vez, eu não me lembro de nada claro, mas diz a senhora minha minha mãe que aquele bebê não chorou e nem piscou durante a sessão. Nascia ali K.Kong e não poderia ser com outro filme, a trilha "Welcome To Jurassic Park" de John Willians me arrepia desde que consigo me lembrar, mais até que as trilhas de Star Wars e isso não é nada fácil, acreditem.

    Existem filmes que são magníficos em sua época, mas que precisam sim serem refeitos para a nova geração de espectadores ou que precisam só mesmo ficar na memória, porque quando a gente assiste agora, Humm, desce rasgando a infância ou sua filha diz "que filme ruim, olha esse CGI, aff desisto desse filme, não quero mais", mas aqui no filme do Vovô Spielberg, isso não vai rolar ainda por um bom tempo.

    Não importa o quanto eu assista, principalmente o primeiro, porque eu sou tão fãboy que gosto até do que é piorzinho né, esse filme sempre me prende, seja pela nostalgia, pela paixão por "monstros", que com certeza começou aqui e não com Changeman, Power Rangers, Giraya, Ultraman e demais Tokusatsu, que sim, eu também amo. Ou mesmo pelo fato da história que enfim, é aquilo, mas com o tempo a gente começa a notar outras coisas que chamam muita atenção, como por exemplo o cuidado de não só dizer que o Dr. Alan Grant é uma pessoa Horrível, como mostrar isso mesmo que ele não esteja em foco, o filme o apresenta, fala sobre tudo de ruim que ele tem e ele realmente reage em cada cena mostrando seu desgosto, até que no fim ele aceita, por exemplo, que as crianças gostam dele e que nem são tão ruins assim (não Sra. Kong, meu pensamento com gatos não vai mudar igual o dele com crianças hahaha).

    E por falar em crianças, Pai que dó dos mirins Lex e Tim Murphy, ninguém nesse filme, nem o Dr. Ian com sua perna bem quebrada e de frente para o T.Rex sem poder correr, sofre tanto, fico imaginando o quanto foi gasto com psicólogo com esses dois, não gosto de árvores, não gosto de lama, maçanetas não são seguras, não como sozinho em restaurante nenhum, será que a tremedeira da Lex voltou agora que os dinos estão soltos por aí, aliás quem são os pais dessas crianças? Devem se sentir mal até hoje. Destaque aqui para a separação de presepadas:

    Tim: preso no carro, preso na árvore, eletrocutado, todo estrunchado tendo que correr de Raptores

    Lex: atrai o Rex, quase esmagada pelo carro, largada pelo advogado cagão, pegou Gripe de Brontossauro, viu os Raptores primeiros e ainda quase foi comida quando caiu do teto.

  Existem algumas coisas na franquia que me incomodam claro, como o vilão mais desagradável do cinema que deveria ter um final muito pior, sim estou falando de você Dennis Nedry, aposto que até Wayne Knight que te deu vida ama te odiar, o fato ser dito que o T-Rex corre a 100 Km, mas em Jurassic World, Claire Dearing correr dela e de salto alto e para fechar Samuel L. Jackson está no filme e não pode nem filmar a sua morte dizendo um "Filha da …" como sempre, pois um Fucking Furacão o impediu de chegar ao Havaí e filmar a cena.

    Claro que existem mais coisas que me incomodam, mas não quero contar hahaha

    Jurassic Park marcou gerações inteiras, é rico em detalhes, está de longe a frente de sua época e é o pé que me levou, assim como muitas outras pessoas, a me apaixonar pelo cinema de alguma forma, lembrando que depois disso todo o filme de bicho gigante que come as pessoas e não é maligno eu torço para os Bichos ficarem vivos e em paz e os Humanos que Morram.

    Quem não assistiu por favor, toma vergonha na cara e vai assistir.

    Ah, olha eu esquecendo de novo, as mulheres nessas franquias são sempre bravas né, fazem um escândalo, mas sempre tomam a frente em algum momento, mas só nesse primeiro filme que isso gera até um início de discussão sobre sexismo.

    Menção mais que honrosa para John Hammond, personagem maravilhoso, encantador, cativante demais, da até uma coisinha no coração quando ele fica desolado vendo o sonho dele morrer, afinal o sonho de Hammond é tudo nesse universo e por tanto é tudo para nós.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Chefe Benja sua filha te deixou orgulhoso, espero que não ligue trouxe uns amigos" minha mãe ficaria pistola vendo essa galera na casa dela, com um Dragão então Vesh!!

    Raya and the Last Dragon "Raya e o Último Dragão" (Uhull parabéns Brasil, segundo título sem alterações assim seguidos, mais um pede música no fantástico hahaha). A belezinha da senhora Disney resolveu a uns tempos atrás viajar o mundo, falar de cultura e religiões diferentes, e não é que isso tem dado muito assustadoramente certo na minha humilde opinião? Digo humilde porque Raya por exemplo traz um mundo Sul Asiatico lindão, que aliás arrisco dizer até que essa animação ficou mais top que a de Frozen 2 "2019", mas eu absolutamente não entendo muito da cultura Asiática e da última vez que eu amei de coração um Dragão da Disney, ele era o Mushu, para quem não sabe o Mushu é uma figura totalmente desrespeitosa para a cultura Chinesa que tem os Dragões como seres, sábios, imponentes, poderosos e imortais, agora comparemos com o pobre do Mushu, entendeu né.

    A melhor coisa sobre esse filme não é entender a mensagem sobre o mal que o Humano trás para o mundo por se dividir, ter inveja e trair uns aos outros, isso é irrelevante, tô nem aí pra tudo isso, o negócio aqui é amar, sim você ama a Raya pequena porque ela é toda convencia e destemida porém uma fofa, obediente e um tiquinho rebelde, mas ao mesmo tempo sábia, sim sábia afinal de contas uma criança com a personalidade dela tomar a atitude de acolher uma criança do povo vizinho o qual ela ouviu com certeza desde que nasceu que era um povo horrível e só porque naquele mesmo dia seu Pai disse que ela achava isso só porque foi o que contaram a ela, isso é sabedoria, poderia ser disciplina, mas se fosse só disciplina ela não faria de bom grado.

    Você ama o Tuktuk quando pequeno porque ele é uma graça e obviamente não tá nem aí para hora do Brasil ou de Komandra e ama o Tuktuk grande porque ele não mudou absolutamente nada depois de grande e vagante em um mundo pós apocalíptico.

    Você ama Sisu porque ela é especialmente magnífica, pelo menos na forma Humana, coisa mais linda de fofa, salvou o filme porque eu juro que se eu a visse mais uma vez na forma Dracônica em duas patas eu parava de assistir, que aflição aquelas pernas, eu só sabia dizer "fica normal em quatro patas por favor, vai quebrar isso aí moça!!"

    E o que dizer sobre a Patotinha, Capitão Boun achei que iria superar a Sisu por alguns instantes, depois vem o gigante Tong que apesar de parecer perigoso tem um coração molinho molinho, é um amor gente e teve a melhor forma de apresentar um personagem possível, ele aparece em um dado momento aí se junta a turma e depois tem uma elipse e o Boun fala o nome dele numa boa, porque? Porque sim, eles que estão viajando juntos, existe vida fora da tela, nem todo mundo precisa se apresentar, falar seu nome e seus feitos o tempo todo parecendo um diálogo de "Cavaleiros do Zodíaco"1985-1990 .

    "Você é Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus? Sim eu sou Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus! Então esse é o poder de Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus?!" (Me odeiem mas é verdade eu assisti Cavaleiros na Manchete e algumas várias vezes depois até em DVD).

    E por último, com toda certeza nada menos importante, vem os 4 quatro chaveirinhos do terror liderados pela melhor Bebê charlatan mais linda que existe, a pequena mão leve Noi, eles tem meu coração, mas só quando eu estiver sem minha carteira hahahaha, ok ok eles são muito fofos, mas Sisu Humana ainda supera com aquele cabelo desgramado. hahaha...

    Assistir a Raya e o Último Dragão e não se apaixonar, seja pela qualidade da animação ou pelos personagens é um pecado gigante, não que a história não seja boa, pelo contrário é uma boa História sim, mas na boa, que cores, que textura e quanto carisma, vai por mim, a História mesmo legal é de menos, afinal nem tem muita novidade é aquela jornada do Herói que agente conhece, agora jornada da Heroína né, que aliás fiquei tão deslumbrado que ia esquecendo, estamos falando de um filme de protagonista Mulher, vilã Mulher, importância, garra e fofura Feminina, para mostrar ao mundo que lacração não é forçar a barra não, é um adjetivo ruim , lacração e quando alguém mostra por A+B que suas opiniões preconceituosas são nulas e te deixa absurdamente sem respostas, lacração e quando por exemplo nesse caso dois Homens, um Mexicano e um Americano nos apresentam um mundo onde todos os Homens precisam ser salvos e todas as mulheres, até mesmo uma idosa, são Badass e você vai gostar porque as princesas da Disney hoje em dia são muito mais que donzelas, são Guerreiras.

    Ah a trilha sonora é ótima e não sei mais o que fazer com meu Ranking dos 10 melhores filmes Disney.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 3 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Pane no sistema, nível de oxigênio 35%" coitada dessa mulher o caixão dela usa uma versão modificada da Cortana, alguém avisa pra ela que em Hallo 5 a Cortana é a vilã hahaha.

    Oxygen "Oxigênio" é sim um nome bem simples para uma obra que não é tão simples assim, ou pelo menos fez o possível né, porque adivinhem quem estragou parte da experiência nas primeiras dicas e o resto todo logo depois de uma ligação, sim sim eu mesmo!

    Mas não me julguem por favor, o filme cria bem uma atmosfera de mistério sobre onde, como, porquê e quem, sim eu disse quem, porque a personagem não sabe nem mesmo quem ela é, mas mas mas, as pequenas pistas dos primeiros 20min no meu caso já foram o suficiente para responder parte dessas perguntas e depois de um certo diálogo então, vesh.

    A jornada da Bioforma Omicron267 é tensa, claustrofóbica e às vezes irritante e nem da pra pensar "que diacho de mulher inteligente e burra ao mesmo tempo, para de gastar seu oxigênio cara!!!!!" Simplesmente porque a mulher tá presa em uma fuking caixa apertada e suas únicas "companhias" são alucinações, fragmentos de memória, e uma inteligência artificial que na moral parece que tá tramando alguma coisa, parece chato né, mas Mélanie Laurent dá conta de nós deixar querendo saber que raio tá acontecendo. A busca dela para entender tudo a levou a estar ali, seria chata e até mesmo medíocre "eu desprezo essa palavra aliás", mas ela entrega emoções genuínas demais para serem ignoradas, além do fato de que gravar um filme todo naquele espacinho certeza que não foi fácil.

    Mas eu gosto mesmo é do M.I.L.O, ah malditas máquinas, é impossível assistir ao filme e não ter certeza que esse Robô tá de sacanagem, quando ele diz "gostaria de um sedativo?", e ele fala várias vezes, aí que o cinismo desse cretino chega no máximo e ao mesmo tempo é tão tão legal, definitivamente não dá para saber se ele está tentando ajudar, se é neutro, ou é do mal mesmo, eu pelo menos fiquei torcendo para ele ser só sarcástico mesmo hahaha

    Prestar atenção no M.I.L.O é de vital importância para entender o filme, pois é ele que de propósito ou não joga todas as dicas, tem uma sequência aqui aliás, a do PEC, que ao mesmo tempo que me deu um desespero eu ri demais, principalmente quando ela reclama do sedativo.

    Oxigênio é um filme que se passa em um ambiente só e o menor ambiente que eu vi até agora, acho que não dá nem pra diminuir mais aliás, (na verdade até dá, mas quero ver alguém fazer um filme bom só com uma cabeça na caixa), cheio de segredos, com duas ótimas atuações, uma bela dublagem, quase sem trilha sonora e que vale muito a pena não só ver por ver, mas sim passar mal e se sentir apertado assim como a protagonista. Mas infelizmente para ele K. Kong é o bichão e mesmo sabendo que eu no lugar da Liz iria chorar como um bebê até a morte, eu vou contar vantagem e dizer que teria no desespero entendido tudo que estava rolando ali.

    Desculpem, mas já que me fizeram perder duas vezes para o Calango nuclear, agora eu também não vou perder para mais ninguém (Paciência, logo logo falo sobre Kong vs Zilla).



Por: K. Kong



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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest



    "Ah para filha, o seu Pai ta tentando" pelo o que me contaram é nessa hora que os filhos ficam mais putos, porque com certeza a Mãe tá passando o pano para um Pai babaca. hahahaha...

    The Mitchells vs. the Machines(A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas), o que esperar de uma animação que tem um título de uma linha inteira?

    Uma experiência bem maluca pelo menos e geralmente que seria da Pixar, só que não. A Sony Pictures Animation nos trouxe uma animação peculiar, diferentona, colorida, recheada de piadinhas e ao mesmo tempo abordando de forma muito bem trabalhada assuntos como auto aceitação, família, apocalipse das máquinas, Furby do mal e a diferença entre um cão, um porco e um pão de forma. hahaha...

    Bom eu já falei que o filme é bom então resta agora falar de tudo mais certo, certo. Eu, Kong, em si, não manjo muito de família né, uma vez que os bicão da Ilha da caveira detonaram os meus pais, mas estudo bastante e esse filme consegue mostrar um problema comum nas famílias em geral de uma forma muito interessante, falando para os pais, "deixem de ser tontos, apoiem seus filhos e aceitem que os tempos são sempre outros e eles não vão ser exatamente como vocês querem", mas também fala aos filhos, "cara deixa de ser babaca, seu pai desistiu de coisas para dar a você uma vida onde você não precise desistir de nada e tudo que ele tá te pedindo em troca é atenção". Claro que eu sei que nem todos os casos são assim, mas pelo jeito na família do diretor assim como em muitas outras é! Sim, eu falei na família do diretor mesmo, Michael Rianda é da família Mitchell original(pelo menos é o que ele diz, por isso tem até uma foto deles no final). Mas não é só isso, os Mitchell tem personalidade, coisa que eu dou muito valor, uma filha filmmaker, narradora e a editora do filme que ainda nos deleita com montagens inteligentes, desde o macaco que grita a uma simples animação de coração que se quebra, uma mãe super good vibes e encorajadora que vira literalmente o bichão quando alguém mexe com suas crias, um filho mais novinho (meu personagem favorito), que é fissurado em dinossauros, que é bem carismático até, mas Infelizmente não tem quase nada de destaque, e um pai chucrão que não manja absolutamente nada de tecnologia, defensor da vida pré tec, que deu para toda família uma chave Chave de Fenda Robertson n3 anti deslizante (inclusive deu uma de presente de casamento para a esposa.. Sra Kong vai ganhar alguma coisa bem útil assim também, eu). Também tem um cachorro que… bem… é o escudo definitivo contra robôs, e eles ainda ganham mais dois integrantes cômicos Erik e Erik também, quando você entender vai saber que é a receita do sucesso.

    Ainda deixando o apocalipse de lado, você já achou que a família vizinha é melhor que a sua? Não? Os Mitchells sim, a Família Posey(Pose hahaha), na moral, gosto dos Posey, mas eles só servem para Linda ver que a família dela é melhor, chega de família e vamos aos robôs né…

    Uma lição para quem gosta de bater nos teclados e telas, seu celular não gosta disso e para os amantes de casa totalmente Smart e me perguntam como eu vivo sem microondas, se o bicho pegar e os robôs se revoltarem eu vou estar um passo à frente de vocês na sobrevivência hahaha.

    A pai tem um motivo até que legal para se revoltar, as pessoas realmente não dão valor as outras pessoas e as descartam com facilidade como qualquer coisa na vida e apesar dos robôs em si serem engraçados de mais e simularem todo o tipo de emoção que eles dizemnão entender mais do que muito bem, nada nada nada nada vai superar a referência a problemática dos Brinquedos Furby e o Furby gigante que solta raio, além do fado de que sim, somos hoje controlados e dependentes das máquinas e desligar nosso Wi Fi vai sim causar o colapso da humanidade.

    A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é aquele filme que você procura para assistir com as suas crianças e substituir aquelas coisas terríveis chamadas de Galinha Pintadinha, Mundo Bita e essas outras coisas que eeeeka! Meu filho não vai assistir essas coisas.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 13 de maio de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest



    "Você não entende, quando eu era menor…" e é assim que a justificativa vazou desse plano.

    "I See You" (A espreita do Mal). Quando eu falei sobre "Fuja" acabei esquecendo de falar sobre algo que sempre me incomodou, quem é que dá os nomes em Português pelo amor de Deus?!?!

    Ok tem muito título por aí que não dá para traduzir, mas cara "Eu vejo Você" tá pronto já aí a hora que alguém lançar um "Stalk of Evil" vão dar o nome de "Eu Vejo Você" aqui no Brasil, tem vários exemplos, mas para não alongar vou nos mais rápido de lembrar :

    The Hangover  = Se Beber não Case( 2009)
    Hot Tub Time Machine = A Ressaca(2010)

    Get Out = Corra!(2017)
    Run = Fuja(2020)

   Sendo que em ambos os casos o título original tem uma melhor ligação com o filme, assim como o caso do filme de hoje. Por que Brasil?! Por queeeeee!?! (tô sabendo que Portugal e Coréia também dão dessas hehehe)

    Mas agora falando do filme, bom dessa vez eu posso dizer que tive uma experiência mais completa quanto a atmosfera do filme, pois a Sra. Kong me falou que queria assistir um filme de Terror e sinceramente, eu sou bunda mole de mais da conta, não assisto terror, não tenho medo de Kaeju, Dragões, Mutações, Zumbis e muito menos de Humanos, mas fantasmas e Demônios e etc… Eu não posso socar então prefiro ter medo ou pelo menos respeitar seriamente, vocês lá e eu cá, filme de terror pra mim só "O Ritual" (2011) e "Livrai-nos do Mal" (2014), e ainda assim só durante o dia. Obrigado.

    O filme te apresenta uma cidade, cores e trilha típicas de um filme de terror e situações das quais todos estão já acostumados a esperar o típico susto dos Scary Movies de hoje em dia, mas se esse filme é terror, ele te surpreende com a falta de susto genéricos e te dá o gostinho do que para esse covarde aqui é o verdadeiro terror, que é te deixar amedrontado sem saber o que vai rolar, ou o que diacho tá rolando. Mas com a certeza que tem alguma coisa aterrorizando aquelas pessoas e quando a coisa aparece, ela não pula na tela e quase te causa um infarto por culpa da quantidade de gordura que você ingere e sua mulher já te avisou que vai entupir suas veias tudo hahahaha. Mas ainda assim vocês diz "que viagem é essa maluco!!".

    E se por acaso esse filme não for um filme de terror, mas sim um suspense, bem, ele te engana algumas vezes porque se o que mata não é sobrenatural então porque canecas voam, talheres somem, TVs Ligam sozinhas e fotos desaparecem?

    E mais ainda, o que a investigação policial do assassino da faca verde tem a ver com tudo isso e com os problemas da família principal?

    Muita pergunta né?

    Mas não se preocupe o filme responde tudo e de uma forma bem legal até, você assiste o filme quase que todo, aí você vê o antagonista e o filme para, aí começa um novo filme, um filme que te explica tudo que você viu aí tem um plot, outro plot e no fim pega a explicação típica de porque o vilão é o que é e mata ela, só achei justo, quem na vida real quer saber o motivo pelo qual algo que te fez mal fez Mal? A gente só quer é mandar para tonga da mironga do Kabuletê (se isso tiver algum significado fora disfarçar o palavrão por favor me contem, minha Mãe e tios precisam saber que existe).

   Eu queria ter o que falar dos personagens, mas a Helen Hunt nesse filme tem cara de nada até quando alguma coisa acontece e nem sei se daria para justificar.

   Judah Lewis é um adolescente que deveria estar revoltado/fechado por conta da situação dos pais, mas como a importância dele é só levantar a dúvida se é ele que tá aprontando ou não então o roteiro optou por não mostrar mais sobre ele e bora combinar que foi uma boa escolha no fim das contas.

    Jon Tenney, ah ele é o Policial mau, parceiro do policial bom, vocês vão entender. No fim mesmo quem tinha que entregar e entregou foi Owen Teague, ele te deixa tipo "maluco esquisito" depois "aff que babaca" e depois "eita… péra..."

    E o filme chega no fim assim, não pude sair acertando tudo do filme porque já fui assistir com medo e não tô nem aí para sinopses porque se eu ler aí que estrago a experiência de todo mundo mesmo porque acerto tudo que vai rolar(não eu não acertei "O Sexto Sentido 1999" e nem você, deixa de pagar de inteligente) e também porque duvido muito que muita gente vai entender o filme antes da hora, Devon Graye e Adam Randall souberam como escrever e como dirigir de maneira inteligente.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "O que aconteceu aconteceu." Tá, tu tá falando de de um futuro que fala com passado que pode acabar com o futuro o presente a mando do futuro e quer que eu acredite que não dá pra mudar nada do futuro antes que meu presente vire passado uma vez que eu já sei que pode dar ruim no futuro?

    Não entendeu? Legal porque isso é a marca registrada de um filme Christopher Nolan, complicado, científico e normalmente confuso (lá vem o Kong falar mal de gente branca!!). Quem falou?!?! Quando se trata de Nolan essas características são qualidades e tornam a sua experiência única. Querem exemplos? O "Grande Truque" 2006, "A Origem" 2010 e "Interstellar" 2014, sendo os dois últimos mais espetaculares.

   Vamos falar sobre TeneT e hoje vou começar pelos atores principais. E olha que vou elogiar um cara que fez, aliás, começou em um dos piores filmes que eu já vi e olha que eu já assisti "A Camisinha Assassina" 1996, sim estou falando de Robert Pattinson. O que um filme ruim não faz com um ator bom não é mesmo? Faz pouco tempo até que me desprendi da imagem do vampiro que brilha e comecei a assistir os filmes com o cara e ele tem surpreendido positivamente em cada um deles e não foi uma exceção nessa vez, aliás, tira máscara, se surpreende, disfarça e devolve a máscara, depois devolve a máscara, disfarça, se surpreende e tira a máscara hahahaha é muito bom.

    Quanto ao John David Washington, sem surpresas aqui ele já se mostrou e continua se provando extremamente competente e não só mais um filho de um Pai Badass, pois é só depois de virar fã dele eu descobri que ele é filho do Denzel e isso significa absolutamente NADA! O cara é bom porque é bom.

    Mas não é só no elenco que vive TeneT, o roteiro e a edição são ótimos e te fazem soltar um "Eita Caraí!!" a cada plot, fora as cenas de ação, uma dica: a sequência de luta do protagonista (sim, ele não tem nome), dentro do restaurante é top demais e prestem atenção em como ele briga e arruma o terno de forma agressiva, mas natural. Ah, claro, a escolha de mostrar o reverso realmente reverso e o certo também reverso quando a visão reversa é a certa pode até te confundir um pouco, mas vale a pena, principalmente depois que você entender o lá na frente de lá atrás que é esse filme todo hahahaha 

    Não entendeu de novo? Então vai assistir porque o Nolan explica como o fim de uma amizade de dias pode ser o começo da mesma amizade de anos. O que eu falei agora pode ser um spoiler ou não, mas o que realmente não é, é quando eu digo.

    Pelo amor de todos os Deuses, não assista esse filme conversando jamais, preste atenção e absorva o máximo, não pause também, caso contrário você pode não entender e aí vai fazer a besteira de dizer que o filme é ruim.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "A Chloe é a pessoa mais capaz que eu conheço" sabe de nada mamãe, a menina é mais braba que o Chuck Norris, é tipo a Halle Berry, só que ela faz tudo na cadeira de rodas.

    Netflix, Netflix, às vezes você lança cada porcaria, 365 DNI não conta porque foi o auge. Se em "Esposa de Mentirinha" 2011, cocô era Devlin, na vida real fazer burrada com certeza é fazer 365 DNI, porém todavia, com tudo, tem hora que a senhorita compensa muito com filmes, como o de hoje.

    Fuja, sim esse é o nome do filme e eu poderia dizer que é simples como "Corra!" 2017, mas na verdade é um título direto como o próprio filme e livre de qualquer comparação. E apesar de parecer absurdo no começo é totalmente coerente. 

    Chloe Sherman é uma garota cadeirante e com diversas outras "complicações", o tipo de pessoa que nós privilegiados de saúde física com certeza já achamos que é incapaz de fazer qualquer coisa, fugir então, nem a pau, mas Kiera Allen e sua personagem maravilhosa calaram a boca de qualquer um, assim como muitas pessoas portadoras de necessidades especiais fazem todos os dias, mas você nem percebe.

    Chega de rasgação de seda vai, suspense não é bem meu tipo de filme, exatamente porque as coisas demoram para acontecer e você fica angustiado e o personagem principal faz cagada e aí já me deixa com raiva e eu saio pela Ilha da Caveira barbarizando tudo os bichos que tiram uma comigo, mesmo assim assisto os filmes da Halle Berry por que é a Halle Berry(Sra.Kong te amo não fica brava hahaha). 

    Mas foi simplesmente impossível ficar bravo com esse filme, Aneesh Chaganty e Sev Ohanian fizeram um roteiro sensacional e a direção de Aneesh foi precisa, o filme é rápido, tenso, mas rápido, até tem uns vacilos, mas a 1h29 de filme passa tão bem que nem deu para notar e ainda tem aquela sequência envolvendo da água e o soldador que aaaaaaahh conquistou meu coração ao mesmo tempo que me deixou muito, muito, muito tenso.

    E vamos falar rapidamente da Mamãe Diane Sherman? Amei te odiar hahahaha Sarah Paulson eu já conheço e ela geralmente, digo geralmente porque tem obras com ela que ainda não tive coragem de assistir, mas as que eu conheço ela manda muito bem, tipo aqui, ela consegue te deixar seguro, depois com dúvida, aí rapidinho fica até com dó por que com certeza ela ficou traumatizada depois do parto e aí vem vindo a raiva e então, bem vou te deixar assistir, ver o Plot e depois vir aqui comentar hahaha

     Finalizando eu digo que sim, tem umas partes que você diz "Porquê!?!?!?" tipo a parte da farmácia, do carteiro ou mesmo no hospital que magicamente parece que tá vazio e isso me deixaria irritado se eu tivesse sofrido o resto do filme todo. Filme bom me deixa feliz mesmo que seja tenso, e esse aqui é um filme bom, aliás mais um filme bom que se não fosse a senhora minha esposa, certeza que eu demoraria um tempo para ver.

   Não tenham preconceitos, cinematográficamente falando também, ah e escutem suas esposas, elas entendem de suspense.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Mais Negros foram mortos querendo se divertir do que Deus consegue contar" dos anos 20 até agora? o Céu deve de ser a maior comunidade Negra de todas, porque tá osso.

    Ma Rainey's Black Bottom (A Suprema Voz do Blues), filme baseado na peça de mesmo nome, dirigido por George C. Wolfe, e com ninguém menos que o saudoso Chadwick Boseman e a grandiosa Viola Davis. Possivelmente ganhador do Oscar de melhor ator desse ano, vocês vão ver.

    Embora eu tenha feito a afirmação acima quero já me desculpar com todos, pois não consegui ver todos indicados desse ano e por isso não falei sobre todos os filmes. Morando no Brasil fica difícil pagar tanto Streaming diferente, eu tô quase voltando para Ilha da caveira sabe, afinal aqui até ler livro vai ficar caro porque alguns babacas engravatados resolveram dar a desculpa que só rico lê.

    Um filme que te conta a grande parte do enredo nos primeiros 20 min, mas você com certeza não se ligou, mas vai falar que já sabia igualzinho falou quando assistiu "O Sexto Sentido" de 1999 ou porque leu esse texto antes de assistir, enfim é fantástico como o filme usa objetos de cena, como sapatos e portas, para nós dar dicas e faz de uma forma que te deixa até agoniado, mesmo sem você entender de primeira qual o significado daquela atenção toda, como por exemplo a porta, eu não sabia se queria que o Levee (Chadwick Boseman), abrisse logo aquela porcaria ou se ela ficasse logo trancada porque eu sentia que tinha alguma coisa ruim lá ao mesmo tempo que fiquei extremamente curioso. E o trelele entre Levee e Dussie Mae?( cara tu tá querendo a mulher da sua chefe oh Deus!)

    O filme trás uma tensão geral que posso dizer que é estranha, os personagens brigam o tempo todo ao mesmo tempo que estão brincando, as emoções mudam tão rápido que quando Ma Rainey (Viola Davis), tem um debate direto com um policial Branco você por alguns segundos até não entende e depois lembra que estamos falando dos anos 20, ela é Negra, rica e está no Norte dos EUA, não que isso signifique que hoje em dia é muito diferente, mas cara é uma artista Negra (aí você se lembra que gente branca lá muitas vezes não sabe nem quem são as pessoas na música Niggas in Paris) 

   Gostei muito do Toledo (Glynn Turman), ele é o mais velho e por tanto a maior das vítimas das gracinhas e mesmo assim ele se preocupa com Levee, ele tanto é mais legal que tem um espaço para contar sua história e olha que ele tinha tudo para nem ter falas. Já adianto, moças não façam isso que a mulher dele fez não, é tristão e hoje em dia dá para ter um relacionamento inter religioso, claro que se os dois lados estiverem realmente dispostos.

    Bom eu não vou falar muito do Levee não, indicação para melhor ator já diz tudo hahaha. "Que cara insuportável" foi meu primeiro pensamento assim que o filme começou, depois eu me arrependo do meu pensamento ao mesmo tempo que fiquei muito preocupado com fim que ele poderia ter, eu pensei igualzinho o resto da banda, falando que ia dar merda, mas torcendo para não dar e aí caramba tá difícil de não dar spoiler aqui hahahaha Enfim quando ele chega ao fundo do poço figurativa e literalmente eu só pude pensar "A merda tá feita, não vai ter volta"

   Enfim, A Suprema Voz do Blues é um filme que não fala da cantora e ela nem mesmo é protagonista e isso talvez seja porque não é a voz dela que o título se refere, mas não vou dizer minha conclusão, assistam e comentem aqui pra eu saber o que concluíram. Não é um filme leve, afinal falar do Negro sem mostrar o Negro é impossível, até a Disney não teve para onde fugir, se você é do tipo que não gosta de filmes com foco no diálogo e principalmente que usam quase que um cenário só, repense seu preconceito eu sei que você amou "Jogos Mortais" de 2004 (só eu no mundo todo que achei só legal.), Se você é Cristão e não aceita críticas, bem, tenta estudar um pouco mais de História assim e procura de verdade ser um pouco mais flexível vai, não custa nada, as religiões Afro sofrem ataques de verdade todos os diasi.

    Vem Oscar eles merecem(eu acho né, tenho que ver os outros indicados ainda hahaha)



Por: K. Kong



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quinta-feira, 8 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


Express yourself
Express yourself
Oh, do it, oh, do it
Do it to it, go on and do it
Yo, do it, give
Express yourself
Express yourself
Do it, oh Lord
Do it, yeah
Express yourself
Express yourself
Express yourself

    Não existe uma outra forma melhor de começar esse texto de hoje se não com esse refrão da música Express Yourself - N.W.A sampleado da música de mesmo nome de Charles Wright.

    Sabe hoje eu estava pronto para falar com vocês sobre um filme, inclusive Brasileiro, em um texto super descontraído, mas algumas situações no nosso País simplesmente não podem ser ignoradas e então como um raio a Netflix Jogou na minha cara esse filme, que que na verdade eu já tinha assistido lá em 2015, mas caiu como uma luva para essa semana.

    Straight Outta Compton, dirigido F. Gary Gray ( filmes bons nesse currículo em). O filme conta a História do grupo de Rap N.W.A de 1988 e sim, com toda certeza, deve deixar de mostrar algumas coisas, atitudes reprováveis e etc, mas isso sempre acontece quando a História de alguém é contada no cinema, seja no roteiro, nas filmagens, na pós produção ou na veiculação, como aconteceu por exemplo com o filme Tim Maia de 2014, quando exibido na TV e deve uma certa parte envolvendo um certo Rei cortada, mas no caso do nosso filme de hoje, isso tá mais para uma escolha narrativa, a final de contas é um filme de um grupo negro Americano e qualquer coisa pode ser colocada como mais importante do que o que realmente importa.

   Introduzidos? Legal, então bora lá… É muito bom a forma com que os principais acontecimentos e símbolos são tratados e inseridos de forma natural no filme "Ah!! Mas isso é porque é uma História real", Noop, não é porque uma História é real que ela é bem adaptada, o diretor poderia ter escolhido colocar por exemplo Jerry Heller como um Branco safado aproveitador de Negros só, simples e tchau, mas não, Jerry Heller foi retratado como um Empresário que sacaneou um grupo e poderia ter sacaneado até o um dos grupos mais branquelos que conheço, o Backstreet Boys, claro que em 1988 ele pode ter pensado que era mais fácil sacanear o Grupo talentoso de negros, afinal eles eram de Compton, e quem leu aqui e depois foi assistir Boiz in da Hood, entendeu oque eu quis dizer.

    Mas um Empresário ladrão não é o pior dos problemas aqui, mas sim os verdadeiros vilões, a Policia e a Sociedade.

    Quando eu era pequeno eu amava Beverly Hills Cop (Um tira da pesada, 1984), eu queria ser Axel Foley, assim como eu admirava um policial do mundo real, porém não demorou muito para minha opinião sobre ser um policial mudar, ainda amo o Detetive Foley, assim como o policial em questão, peço até desculpas aos bons policiais, mas a verdade é que ainda nos anos 90 eu descobri que Polícia é o um dos poucos vilões que eu não tinha a mínima vontade de ser.

    O filme mostra inclusive a diferença de linguagem que é utilizada quando a palavra é dirigida a Negros ou a Brancos e não adianta dizer que isso era em 88 pois não faz muito tempo uma comerciante Branca no Sul do nosso País foi brutalmente atacada por um agressor de farda dentro do seu estabelecimento, por reclamar da forma com que os policiais estavam abordando outro rapaz e esse ato foi considerado como ok pela polícia, imagina oque aconteceria se fosse uma mulher negra?

    Considerados a escória dentre os artistas pela mídia e presos pelo simples ato de se expressarem.

  Liberdade de expressão é o assunto da música no começo do texto né, pois bem N.W.A (Niggaz Wit Attitudes), o nome do grupo sozinho já é um movimento, pois atitude é tudo aquilo que a sociedade tenta tirar do nosso povo e através do Rap eles e muitos outros Rappers ergueram sua voz e mostraram ao povo que os tempos estavam mudando e nós teríamos nossa voz cada vez mais impossível de ser calada.

    Mas claro que assim como hoje ainda tem político querendo processar pessoas por falar a verdade, imagina nos anos 80 o que aconteceu com um grupo de Jovens Negros, Rappers, que tiveram a audácia de dizer coisa como:

Fuck the police, fuck-,
fuckFuck the police, fuck-, fuck
Fuck the police, fuck the-, fuck the
Fuck the police

Yeah, man, what you need?
Police, open now (Aww, shit)
We have a warrant for Eazy-E's arrest
Get down and put your hands right where I can see 'em!

Man, what the fuck did I do?
Man, what did I do?
Just shut the fuck up and get your motherfucking ass on the floor!

    Straight Outta Compton não se resume só a isso, temos claro as Gangs, drogas, armas a afirmação de que apesar de sermos vinculados sempre a essas coisas, não temos condições para financiá-las, HIV, o caso Rodney King e um maravilhos close nas bandanas vermelha e azul amarradas, mostrando que ali não importava gangues só importava que um Negro foi morto só por ser Negro e Sabemos disso e muito mais. Ah, temos Ice Cube e o bastão de baseball.

    É um ótimo filme sobre um ótimo grupo que era na época visto da mesma forma que o Funk hoje é visto.

    Queria só finalizar dizendo que até pouco tempo atrás eu não lembrava o motivo pelo qual eu gostava tanto deles, mas o motivo é simples, eles são maus, eles sempre tiveram a coragem de dizer o que tinha que ser dito, de dizer que estamos aqui e nossa voz não pode ser calada.

       Que o mau nesse caso é bom, porque se você oprime alguém uma hora ele vai reagir de alguma forma e o Rap é uma dessas formas.

   Respeitem nossa cultura, nossas músicas, nossos cabelos, nossa voz e nossa ancestralidade, não seremos calados nunca mais.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


"Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah"

 

    Não sei se canto porque gosto da música ou se as 4 horas de filme finalmente acabaram e eu não preciso mais ficar triste.

    Zack Snyder's Justice League(Liga da Justiça de Zack Snyder), infelizmente o texto hoje é tão arrastado quanto o filme e só não é com muita dor no coração porque estamos falando de um corte do Diretor e portanto eu já imaginava que não ia gostar.

 

    Antes que eu me esqueça, eu sou fã de Heróis sim, DC, Marvel, Image e muitas outras que muitos nem chegaram a conhecer, além claro de trabalhar com a sétima arte, então antes de me chamar de Nerd chato ou Marvete, pensa bem, se você faz um picadinho de carne e fala para um cozinheiro que isso é uma releitura de Ratatouille, você acha que ele vai aceitar e te parabenizar?

  Adaptações são sempre bem vindas sim, porém quando se adapta vc não muda características principais por exemplo, não é atoa que a DC tem ótimos filmes O Homem de Aço(2013), Mulher-Maravilha(2017) e Aquaman(2018) que são ótimos filmes, mas tudo que a Warner acerta nesses 3, eles falham miseravelmente nos outros, Chris Terrio e Zack Snyder infelizmente…

 

    Dito isso tudo, o filme é melhor sim que 2017, faz mais sentido, não ficou uma concha de retalhos, mas a História continua ruim, com personagens ruins e agora com 4 longas e lentas horas que adicionam muita câmera lenta desnecessária(ou mais conhecido como efeito Pamela Anderson), cenas longas demais que custam a acabar, 4 bolhas para os atlantes conversarem(se uma já era ruim imagina quatro), o menosprezo dos personagens exceto, claro, o Superman, entre muitas outras coisas, mas vou ficar aqui e falar um pouco dos personagens.

 

   Batman: Eu sinceramente não culpo de maneira alguma Ben Affleck pela porcaria de Batman que ele fez, gosto da caracterização dele e posso dizer que ele fez muito bem o que foi passado para ele, mas esse Batman é uma bosta e não é de agora. O maior detetive do mundo não é nem inteligente muito menos esperto, nunca tem um plano, não conhece ninguém nem nada, deixa todo mundo saber quem ele realmente é, e ainda faz piadinha(Eu sou rico), valeu roteiro, a inteligência, fora do comum e as habilidades marciais que incluem entre outras arte marcial Kriptoneana não são os poderes dele. Batman de camelô, daqueles que vem no pacote junto com Heróis da Marvel que na verdade são teletubbies.

 

    Flash: Barry Allen não corre, ele para o tempo e sai catando cavaco, não pode chegar perto da velocidade da luz que já começa a voltar no tempo, além de ser um pé no traseiro e não ter a menor graça(tirando na cena do telhado com o Comissário). Inteligência?

    Se ele tem, o roteiro esqueceu de falar.

  Bom pelo menos ele tem uma cena legal no fim(há.. créditos extras para o cara que consegue acertar um tiro nele do jeito mais cagado que já vi)

 

    Mulher maravilha: vamos resumi-lla em "Efeito Pamela Anderson" e musiquinha, porque é o que ta tendo, 30min do filme vai só para ela olhar uma bala passando, a cena na verdade tinha tudo para ser Badass, mas a quantidade de câmera lenta aqui acaba com tudo. Fora frases como "Eu não sou de ninguém" que nem fazem sentido algum a não ser que ela esteja em um diálogo onde afirma que mulheres podem ser pegadoras também e que Bats e Super são os esquemas dela(porque sabemos que ela é que pega eles quando quer).

 

    Aquaman: eu gosto desse Aquaman sabia, mas não aqui, ele perde em uma luta de baixo d'água, o cara é o Superman marinho, como pode isso?

    O cara é jogado o filme todo pra escanteio com uma facilidade absurda, ah claro e tira a camiseta só para mostrar que ele é um Homão da porra.

    Preciso falar das bolhas de novo?

 

   Cyborg: continua irrelevante, agora ele tem História, ele aparece mais e tals, mas continua um nada.


    Superman: roupa preta uhulll!!! E nada a mais.

    O filme até chegar a Ressurreição dele se arrasta que parece que você tá a uma semana assistindo, aí ele bate em geral fácil, porque ele pode, fraqueza a magia ele não não tem, o Batman não faz nada porque não tem preparo, a Louis leva ele para longe e quando ele volta todo mundo de repente fica forte.

 

  Steppenwolf: visual melhor e imbatível até o Superman aparecer, aí ele apanha magicamente  até para o Bats.


    E é isso, melhor não significa bom, continua ruim só que agora é coerente e dá mais sono.

 


Por: K. Kong



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quinta-feira, 25 de março de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Um em cada vinte e um negros nos EUA será assassinado, a maioria morre pelas mãos de outro negro".

    Achou pesado? Agora reflete um tiquinho, será que isso mudou? Aliás, será que no Brasil é diferente?

    A lenda de Boyz in The Hood (Os Donos da Rua), o ano é 1991 e seu diretor e roteirista é um dos meus diretores favoritos "John Singleton" e sabe como esse filme começa? Tela preta, vozes, esse texto, tiros, crianças vendo as marcas de tiros e depois, bem depois somos levados a uma sala de aula em 1984 de maioria Negra, com uma professora branca falando dos maravilhosos colonizadores que começaram uma amizade com os Índios Nativos Americanos.

    Se isso já não foi o suficiente para você assistir a esse filme e procurar entender todos os símbolos e temas que ele levanta, te peço para não ler mais esse texto e por favor me diga que você é uma pessoa branca que ainda acha que nem privilégios tem, assim eu não fico nervoso.

    Eu poderia e talvez até mesmo deveria dar foco ao elenco desse filme, mas eles mesmos me matariam por isso então assistam que vocês vão reconhecê-los.

    É até difícil saber exatamente o que falar sem dar spoilers, mas para quem quer entender um pouco mais o quão terrível foi a escravidão e como ela repercute até hoje em nossas vidas, esse é um bom começo. Não é só um filme Negro, é um filme Negro de 30 anos, que fala para os Negros sobre os problemas que a sociedade nos causou.

    Negros pobres roubando e matando outros Negros pobres, crianças chamando outras crianças de Africano como forma de ofensa, um rápido deslumbre do que uma mãe Negra solteira passa na criação de filho, o que apesar de muitos apontarem que Eva Styles jogou seu filho para o pai, eu a apoio muito mais que Jason "Furious" Styles, que não merece uma estátua de bronze por ter feito nada mais que sua obrigação, educar seu filho. Não é como se ele fosse um Chris Gardner (A procura da Felicidade, 2006). E mesmo com o básico da de 1000 x 0 em muitos pais de hoje em dia

    Ok, também temos um exemplo de mãe tornou seus filhos exatamente o que ela quis desde a infância, discussão sobre o uso de contraceptivos e a nossa querida violência Policial, que vejam só, aqui vem de um policial Negro que odeia Negros, parabéns colonizadores, sua estratégia de nos colocar uns contra os outros ainda funciona em 2021 e sim, não podemos culpar um Negro que não gosta de Negros pois a culpa também é do Homem Branco.

    Boyz in The Hood é de muitas maneiras um filme perfeito, completa esse ano 30 anos e a única coisa que ficou antiga nele foi a imagem, afinal de contas, hoje a mulher ainda é vista como objeto, o Negro ainda tem dificuldades para fazer faculdade, falar que a estátua do Borba Gato deveria ser derrubada e que os livros de História mentem, vesh, da muito pano pra manga, além disso as pessoas ainda não aprenderam que Negro não tem dinheiro para importar drogas, mas isso não importa afinal o problema que é discutido aqui é que as pessoas com dinheiro morrem por conta de drogas (não acredita? Então me responde quem se importa com a Cracolândia).

    30 anos atrás, anos 90, sim aquele período onde as pessoas costumam a dizer que coisas bizarras aconteciam e ninguém ligava e sabe qual é a coisa mais bizarra no fim das contas? "John Singleton" jogou na sua cara que já se importava com todos essas questões e hoje a única coisa que mudou é que você não prestou atenção em nada do que ele tinha para falar aqui.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 11 de março de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Eita que essa quinta tá puxado!!! Hahahaha

    "Mas e minhas vacas? Eu falei para um cara que queria ter uma fazenda, mas não aqui". Vai ser uma frase genérica de um figurante qualquer mesmo, até porque nem ele faz sentido nesse filme.

    Eu juro de verdade que não era minha intenção falar sobre esse filme essa semana e muito menos introduzir minhas opiniões sobre os filmes de Heróis assim dessa forma, mas não deu para ignorar. Eu posso não ter uma aparência Nerd muito tradicional, mas sempre fui um Nerd e sabem 2008 foi meio que um ano inovador para mim, a Marvel trouxe aos cinemas o Homem de ferro com aquela trilha sonora maravilhosa e por mais que Batman e Super Man já tivessem lá seus muitos filmes, não foram os Deuses da DC que me fizeram poder falar de heróis sem alguém para me mandar crescer (chamar de Nerd chato tem, mas isso é porque as pessoas aceitam até 'especialistas motivacionais", mas um fã de quadrinho criticando uma obra não).

    Mas apesar de ser muito grato a Marvel por isso, eu não posso esconder que sou mais de personagens da DC (alguns Heróis sim, mas gosto mesmo dos Vilões hahahaha), só que eu não sei o que a Warner tem que insiste em cagar todo esse momento bom para os Heróis, não basta ter muito filme ruim, tem que estragar o que tava bom?

    Wonder Woman 1984 (Mulher Maravilha 1984) ou WW84. Parafraseando Edward Teach (Piratas do Caribe 4) "Estou perplexo!" Senhora Patty Jenkins, o que aconteceu com você?

    Mulher Maravilha podia até ter um roteiro aparentemente inspirado em um filme Marvel, ninguém liga, o filme foi bom e além disso as duas vivem tirando inspiração uma da outra e só quem briga são os fãs, mas transformar a Deusa da Trindade no Homem Aranha?!?! Qual a ne-ces-si-da-de????????????

    Não sei, ainda se digo que o filme é ruim, porque A Torre Negra de 2017 a meu ver faz mais sentido do que esse filme.

    Esteticamente o filme não funciona, eu vejo figurino dos anos 80, (pelo menos nos figurantes né), mas não me sinto nos anos 80, as pessoas não se comportam como pessoas nos anos 80, não falam como nos anos 80 e o filme é tão colorido que eu achei que estava assistindo sim o UCM (Universo Compartilhado Marvel).

    A DC não é colorida, não adianta os executivos quererem botar cor de mais nas telas, mesmo justificando a época, deixa escuro mesmo coloca uns neons, ficaria muito mais DC. 
    
    O roteiro não dá nem para entender direito onde queria chegar sabe, com 1h de filme ainda não tinha acontecido absolutamente nada, e cara com um começo tão legal mostrando a Diana pequena e te deixando empolgado, será que o público merecia ficar por tanto tempo achando que estava vendo um filme de origem só que chato?

    A Mulher Maravilha era tão da hora, tão Badass, tão Fodastica no primeiro filme e aqui ela joga tudo isso para o alto por conta de um amor que ela viveu e que nem mesmo parece sentir falta, nada, nenhuma foto ou menção, nada, nada, nada, mas do nada tá atolada em um amor que não faz sentido. E por falar nele, qual seria a diferença do filme sem Steve Trevor? Me desculpe Chris Pine, seu personagem só serviu para pilotar o Jato Invisível que, na moral, o cara era da segunda guerra Mundial e o filme quer que a gente acredite que ele voaria facinho com um caça assim do nada? Falando em Caça, o filme tem tanta cena desnecessária e ninguém pensou em mostrar onde eles pousaram esse caça e um pequeno acidente como alívio cômico ou mesmo quebrar a xícara invisível?

    Acha que acabou? Não, esse texto é longo mesmo, vamos falar bem rápido da Mulher Leopardo (ou imitação da mulher gato de Michelle Pfeiffer). Doutora Barbara Minerva, uma Mulher Branca, loira, alta, de olhos claros, geóloga, gemóloga, litóloga, criptozoóloga, América e contratada pelo instituto Smithsonian, que é um dos centros científicos mais renomado nos EUA, e o filme quer mesmo que eu engula que mesmo que ela não saiba andar de salto, ninguém no mundo da ciência enxerga essa mulher? Que isso? Esse filme se passa no Brasil? E ainda assim isso só faz sentido pelas graduações né.

    Eu já vou terminar prometo, mas é que é revoltante ver uma obra boa se tornar algo tão esquecível mais rápido que Velozes e Furiosos, se eu pudesse fazer um desejo seria que velozes tivesse terminado no 4, vai talvez no 5, mas é complicado pensar nisso porque ainda não entendi se para realizar um desejo você precisa só pensar como a Diana fez ou verbalizar como todo resto, aliás isso me lembra, se tudo que você tinha que fazer era desistir do seu desejo então o velho das vacas devia ter sido o segundo a desistir do seu desejo espontaneamente, sem precisar daquela cena sem pé nem cabeça da Diana com o Laço amarrado na perna do vilão. Sim, segundo, porque eu DUVIDO que o Rei do Petróleo lá não se arrependeu do seu pedido e desistiu e não, não precisava verbalizar, a Diana não verbalizou quando desistiu também hahaha 

    Aaaah filmes ruins, são legais, mas só quando são feitos para serem ruins mesmo.



Por: K. Kong



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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Fala pessoal, bora aproveitar essa quinta para falar um tiquinho sobre um filme que veremos com certeza na premiação do careca dourado? Vocês sabem, aquele evento que premia um filmes de alguém dirigindo um carro sempre que foge de premiar o Spike Lee hahahahaha.

    "Ninguém mais nesse mundo sabe o que é ser um de nós, exceto nós" e não é isso mesmo que é a verdade? Escolher a frase do diálogo que culmina na frase "Poder para povo Negro" não foi fácil, porque essa belezura tem tanto diálogo bom que tô perdido ainda.

    A gloriosa estreia de Regina King como diretora é uma vitória maravilhosa para uma mulher que já mostrou a muito que é excelente atriz, e se você não se lembra dela aqui vão alguns filmes com ela que eu gosto muito: Boyz n the Hood (Os donos da Rua 1991), Friday (Sexta-Feira em Apuros 1995), Enemy of the State (Inimigo do Estado 1998), Down to Earth (O Céu deve pode esperar 2001), The Boondocks etc.

    E agora ela vem dirigindo esse roteiro de Kemp Power que traz como personagens 4 grandes nomes Negros, Muhammad Ali (Eli Goree), Malcon X (Kingsley Ben-Adir), Sam Cooke (Leslie Odom Jr) e Jim Brown (Aldis Hodge), em uma noite que deveria ser de comemoração e virou um grande debate, visões diferentes da mesma luta.

    Não é um filme com muito ação se por acaso é o que você está esperando, mas os diálogos são simplesmente sensacionais e mesmo assim, o filme me pegou já na apresentação dos quatro, principalmente na de Jim Brown quando o velho fala dele não poder entrar na casa, que me trás aquela sensação ruim que tive uma vez a muito tempo atrás quando, entrei no Shopping Pátio Paulista com meu primo, o segurança nós seguiu até o momento em que o vendedor da TIM o informou que compramos um celular a vista no débito e a de Malcon X que é o diálogo com sua esposa Kareem X onde eles falam dos podres da Nação Muçulmana que me lembrou quando me afastei da Igreja, não pela religião, mas por ver a maldade das pessoas, traído pelos que diziam ser amigos e julgado por muitos outros, todos que dizem seguir os ensinamentos de Jesus, mas são egoístas e julgam a qualquer um que seja diferente, dói, mas fica uma maravilha no filme.

    Enfim, temos os confrontos de ponto de vista, principalmente entre Malcon, o extremo Radical com ódio de todo e qualquer branco, contra Sam que é acusado de não ajudar a causa e ficar servindo os brancos com sua música ao invés de agir e usar o seu talento para a Militância da causa. Jim e Cassius (Murramed Ali) ficam mais na deles durante todo o filme, pois não estão nem de um lado e nem do outro, porém, são deles muitas das melhores observações do filme, afinal nem um e nem outro, Malcon e Sam estão os dois certos e errados ao mesmo tempo, podemos sim dizer a um irmão, lute, mas não devemos dizer como ele deve lutar, essa luta é de todos nós para todos nós e por isso devemos fazer da melhor forma para somar, mas isso significa também reconhecer nossos erros. No entanto não podemos também achar que esconder nossas feridas e aceitar uma máscara branca vai fazer com que tudo fique bem e Jim lembra isso quando fala que ele não é um Herói do Futebol e sabe que tudo está bem enquanto ele está ganhando, assim como Cassius lembra isso quando diz a Jim após ele revelar que fez um filme "quando você falou Herói Negro eu já sabia que era Morto".

    Fora tudo isso e muito mais o filme nos trás personalidade visual o que é ótimo, mesmo que você não os conheça e que pegue o filme no meio e mudo, você vai saber pelo comportamento e as roupas de cada um quem é o músico, quem é o lutador de boxe, o jogador de um esporte coletivo com bola (assiste você vai entender hahaha), e o negro sem um emprego, que é chato e quadradão, hahahaha (não me massacres eu gosto de Malcon X embora eu esteja mais para Matin Luter King Jr).

    E vou finalizar falando de música, golpe baixo senhor Malcom, jogar na cara de Sam que a música Blowin` In The Wind de Bob Dylan tem mais conteúdo para causa do que todas as deles, ele não te respondeu, mas eu te respondo o porquê, não é fácil para nenhum de nós, arriscar ouvir, ver e sentir o que vem junto com o posicionamento, não somos aceitos, nem nós mesmos conseguimos nos aceitar, afinal de contas oque tem de negro por aí que não aceita o outro só porque ele tem a pele mais clara… imagine agora um músico.

    Mesmo assim Sam termina o filme com a canção criada para o filme Speak Now e Ow…

    Fico por aqui...



Por: K. Kong



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