m Rádio Boa Música FM / Blog de Notícias e Streaming de áudio e vídeos: CINEMA

play de música

câmera estúdio

câmera estúdio

Player Tv Streaming

Visitantes:

Seja bem vindo! Chame-nos no chat.

Fale conosco, estamos on-line!

Sharethis

Destaque

Destaque

PLYAER 2 COM VÍDEOS CLIPS - KS

Siga nossa rádio.

Compartilhe nosso blog e programas ao vivo para seus amigos e familiares clicando abaixo nos botões

Compartilhe nosso blog e programas ao vivo para seus amigos e familiares clicando abaixo nos botões

Compartilha para diversas Redes Sociais

Reprises

Galeria do Instagram

Minhas Redes Socais

Visitas

Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CINEMA. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


Express yourself
Express yourself
Oh, do it, oh, do it
Do it to it, go on and do it
Yo, do it, give
Express yourself
Express yourself
Do it, oh Lord
Do it, yeah
Express yourself
Express yourself
Express yourself

    Não existe uma outra forma melhor de começar esse texto de hoje se não com esse refrão da música Express Yourself - N.W.A sampleado da música de mesmo nome de Charles Wright.

    Sabe hoje eu estava pronto para falar com vocês sobre um filme, inclusive Brasileiro, em um texto super descontraído, mas algumas situações no nosso País simplesmente não podem ser ignoradas e então como um raio a Netflix Jogou na minha cara esse filme, que que na verdade eu já tinha assistido lá em 2015, mas caiu como uma luva para essa semana.

    Straight Outta Compton, dirigido F. Gary Gray ( filmes bons nesse currículo em). O filme conta a História do grupo de Rap N.W.A de 1988 e sim, com toda certeza, deve deixar de mostrar algumas coisas, atitudes reprováveis e etc, mas isso sempre acontece quando a História de alguém é contada no cinema, seja no roteiro, nas filmagens, na pós produção ou na veiculação, como aconteceu por exemplo com o filme Tim Maia de 2014, quando exibido na TV e deve uma certa parte envolvendo um certo Rei cortada, mas no caso do nosso filme de hoje, isso tá mais para uma escolha narrativa, a final de contas é um filme de um grupo negro Americano e qualquer coisa pode ser colocada como mais importante do que o que realmente importa.

   Introduzidos? Legal, então bora lá… É muito bom a forma com que os principais acontecimentos e símbolos são tratados e inseridos de forma natural no filme "Ah!! Mas isso é porque é uma História real", Noop, não é porque uma História é real que ela é bem adaptada, o diretor poderia ter escolhido colocar por exemplo Jerry Heller como um Branco safado aproveitador de Negros só, simples e tchau, mas não, Jerry Heller foi retratado como um Empresário que sacaneou um grupo e poderia ter sacaneado até o um dos grupos mais branquelos que conheço, o Backstreet Boys, claro que em 1988 ele pode ter pensado que era mais fácil sacanear o Grupo talentoso de negros, afinal eles eram de Compton, e quem leu aqui e depois foi assistir Boiz in da Hood, entendeu oque eu quis dizer.

    Mas um Empresário ladrão não é o pior dos problemas aqui, mas sim os verdadeiros vilões, a Policia e a Sociedade.

    Quando eu era pequeno eu amava Beverly Hills Cop (Um tira da pesada, 1984), eu queria ser Axel Foley, assim como eu admirava um policial do mundo real, porém não demorou muito para minha opinião sobre ser um policial mudar, ainda amo o Detetive Foley, assim como o policial em questão, peço até desculpas aos bons policiais, mas a verdade é que ainda nos anos 90 eu descobri que Polícia é o um dos poucos vilões que eu não tinha a mínima vontade de ser.

    O filme mostra inclusive a diferença de linguagem que é utilizada quando a palavra é dirigida a Negros ou a Brancos e não adianta dizer que isso era em 88 pois não faz muito tempo uma comerciante Branca no Sul do nosso País foi brutalmente atacada por um agressor de farda dentro do seu estabelecimento, por reclamar da forma com que os policiais estavam abordando outro rapaz e esse ato foi considerado como ok pela polícia, imagina oque aconteceria se fosse uma mulher negra?

    Considerados a escória dentre os artistas pela mídia e presos pelo simples ato de se expressarem.

  Liberdade de expressão é o assunto da música no começo do texto né, pois bem N.W.A (Niggaz Wit Attitudes), o nome do grupo sozinho já é um movimento, pois atitude é tudo aquilo que a sociedade tenta tirar do nosso povo e através do Rap eles e muitos outros Rappers ergueram sua voz e mostraram ao povo que os tempos estavam mudando e nós teríamos nossa voz cada vez mais impossível de ser calada.

    Mas claro que assim como hoje ainda tem político querendo processar pessoas por falar a verdade, imagina nos anos 80 o que aconteceu com um grupo de Jovens Negros, Rappers, que tiveram a audácia de dizer coisa como:

Fuck the police, fuck-,
fuckFuck the police, fuck-, fuck
Fuck the police, fuck the-, fuck the
Fuck the police

Yeah, man, what you need?
Police, open now (Aww, shit)
We have a warrant for Eazy-E's arrest
Get down and put your hands right where I can see 'em!

Man, what the fuck did I do?
Man, what did I do?
Just shut the fuck up and get your motherfucking ass on the floor!

    Straight Outta Compton não se resume só a isso, temos claro as Gangs, drogas, armas a afirmação de que apesar de sermos vinculados sempre a essas coisas, não temos condições para financiá-las, HIV, o caso Rodney King e um maravilhos close nas bandanas vermelha e azul amarradas, mostrando que ali não importava gangues só importava que um Negro foi morto só por ser Negro e Sabemos disso e muito mais. Ah, temos Ice Cube e o bastão de baseball.

    É um ótimo filme sobre um ótimo grupo que era na época visto da mesma forma que o Funk hoje é visto.

    Queria só finalizar dizendo que até pouco tempo atrás eu não lembrava o motivo pelo qual eu gostava tanto deles, mas o motivo é simples, eles são maus, eles sempre tiveram a coragem de dizer o que tinha que ser dito, de dizer que estamos aqui e nossa voz não pode ser calada.

       Que o mau nesse caso é bom, porque se você oprime alguém uma hora ele vai reagir de alguma forma e o Rap é uma dessas formas.

   Respeitem nossa cultura, nossas músicas, nossos cabelos, nossa voz e nossa ancestralidade, não seremos calados nunca mais.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


"Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah

Hallelujah, Hallelujah"

 

    Não sei se canto porque gosto da música ou se as 4 horas de filme finalmente acabaram e eu não preciso mais ficar triste.

    Zack Snyder's Justice League(Liga da Justiça de Zack Snyder), infelizmente o texto hoje é tão arrastado quanto o filme e só não é com muita dor no coração porque estamos falando de um corte do Diretor e portanto eu já imaginava que não ia gostar.

 

    Antes que eu me esqueça, eu sou fã de Heróis sim, DC, Marvel, Image e muitas outras que muitos nem chegaram a conhecer, além claro de trabalhar com a sétima arte, então antes de me chamar de Nerd chato ou Marvete, pensa bem, se você faz um picadinho de carne e fala para um cozinheiro que isso é uma releitura de Ratatouille, você acha que ele vai aceitar e te parabenizar?

  Adaptações são sempre bem vindas sim, porém quando se adapta vc não muda características principais por exemplo, não é atoa que a DC tem ótimos filmes O Homem de Aço(2013), Mulher-Maravilha(2017) e Aquaman(2018) que são ótimos filmes, mas tudo que a Warner acerta nesses 3, eles falham miseravelmente nos outros, Chris Terrio e Zack Snyder infelizmente…

 

    Dito isso tudo, o filme é melhor sim que 2017, faz mais sentido, não ficou uma concha de retalhos, mas a História continua ruim, com personagens ruins e agora com 4 longas e lentas horas que adicionam muita câmera lenta desnecessária(ou mais conhecido como efeito Pamela Anderson), cenas longas demais que custam a acabar, 4 bolhas para os atlantes conversarem(se uma já era ruim imagina quatro), o menosprezo dos personagens exceto, claro, o Superman, entre muitas outras coisas, mas vou ficar aqui e falar um pouco dos personagens.

 

   Batman: Eu sinceramente não culpo de maneira alguma Ben Affleck pela porcaria de Batman que ele fez, gosto da caracterização dele e posso dizer que ele fez muito bem o que foi passado para ele, mas esse Batman é uma bosta e não é de agora. O maior detetive do mundo não é nem inteligente muito menos esperto, nunca tem um plano, não conhece ninguém nem nada, deixa todo mundo saber quem ele realmente é, e ainda faz piadinha(Eu sou rico), valeu roteiro, a inteligência, fora do comum e as habilidades marciais que incluem entre outras arte marcial Kriptoneana não são os poderes dele. Batman de camelô, daqueles que vem no pacote junto com Heróis da Marvel que na verdade são teletubbies.

 

    Flash: Barry Allen não corre, ele para o tempo e sai catando cavaco, não pode chegar perto da velocidade da luz que já começa a voltar no tempo, além de ser um pé no traseiro e não ter a menor graça(tirando na cena do telhado com o Comissário). Inteligência?

    Se ele tem, o roteiro esqueceu de falar.

  Bom pelo menos ele tem uma cena legal no fim(há.. créditos extras para o cara que consegue acertar um tiro nele do jeito mais cagado que já vi)

 

    Mulher maravilha: vamos resumi-lla em "Efeito Pamela Anderson" e musiquinha, porque é o que ta tendo, 30min do filme vai só para ela olhar uma bala passando, a cena na verdade tinha tudo para ser Badass, mas a quantidade de câmera lenta aqui acaba com tudo. Fora frases como "Eu não sou de ninguém" que nem fazem sentido algum a não ser que ela esteja em um diálogo onde afirma que mulheres podem ser pegadoras também e que Bats e Super são os esquemas dela(porque sabemos que ela é que pega eles quando quer).

 

    Aquaman: eu gosto desse Aquaman sabia, mas não aqui, ele perde em uma luta de baixo d'água, o cara é o Superman marinho, como pode isso?

    O cara é jogado o filme todo pra escanteio com uma facilidade absurda, ah claro e tira a camiseta só para mostrar que ele é um Homão da porra.

    Preciso falar das bolhas de novo?

 

   Cyborg: continua irrelevante, agora ele tem História, ele aparece mais e tals, mas continua um nada.


    Superman: roupa preta uhulll!!! E nada a mais.

    O filme até chegar a Ressurreição dele se arrasta que parece que você tá a uma semana assistindo, aí ele bate em geral fácil, porque ele pode, fraqueza a magia ele não não tem, o Batman não faz nada porque não tem preparo, a Louis leva ele para longe e quando ele volta todo mundo de repente fica forte.

 

  Steppenwolf: visual melhor e imbatível até o Superman aparecer, aí ele apanha magicamente  até para o Bats.


    E é isso, melhor não significa bom, continua ruim só que agora é coerente e dá mais sono.

 


Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 25 de março de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Um em cada vinte e um negros nos EUA será assassinado, a maioria morre pelas mãos de outro negro".

    Achou pesado? Agora reflete um tiquinho, será que isso mudou? Aliás, será que no Brasil é diferente?

    A lenda de Boyz in The Hood (Os Donos da Rua), o ano é 1991 e seu diretor e roteirista é um dos meus diretores favoritos "John Singleton" e sabe como esse filme começa? Tela preta, vozes, esse texto, tiros, crianças vendo as marcas de tiros e depois, bem depois somos levados a uma sala de aula em 1984 de maioria Negra, com uma professora branca falando dos maravilhosos colonizadores que começaram uma amizade com os Índios Nativos Americanos.

    Se isso já não foi o suficiente para você assistir a esse filme e procurar entender todos os símbolos e temas que ele levanta, te peço para não ler mais esse texto e por favor me diga que você é uma pessoa branca que ainda acha que nem privilégios tem, assim eu não fico nervoso.

    Eu poderia e talvez até mesmo deveria dar foco ao elenco desse filme, mas eles mesmos me matariam por isso então assistam que vocês vão reconhecê-los.

    É até difícil saber exatamente o que falar sem dar spoilers, mas para quem quer entender um pouco mais o quão terrível foi a escravidão e como ela repercute até hoje em nossas vidas, esse é um bom começo. Não é só um filme Negro, é um filme Negro de 30 anos, que fala para os Negros sobre os problemas que a sociedade nos causou.

    Negros pobres roubando e matando outros Negros pobres, crianças chamando outras crianças de Africano como forma de ofensa, um rápido deslumbre do que uma mãe Negra solteira passa na criação de filho, o que apesar de muitos apontarem que Eva Styles jogou seu filho para o pai, eu a apoio muito mais que Jason "Furious" Styles, que não merece uma estátua de bronze por ter feito nada mais que sua obrigação, educar seu filho. Não é como se ele fosse um Chris Gardner (A procura da Felicidade, 2006). E mesmo com o básico da de 1000 x 0 em muitos pais de hoje em dia

    Ok, também temos um exemplo de mãe tornou seus filhos exatamente o que ela quis desde a infância, discussão sobre o uso de contraceptivos e a nossa querida violência Policial, que vejam só, aqui vem de um policial Negro que odeia Negros, parabéns colonizadores, sua estratégia de nos colocar uns contra os outros ainda funciona em 2021 e sim, não podemos culpar um Negro que não gosta de Negros pois a culpa também é do Homem Branco.

    Boyz in The Hood é de muitas maneiras um filme perfeito, completa esse ano 30 anos e a única coisa que ficou antiga nele foi a imagem, afinal de contas, hoje a mulher ainda é vista como objeto, o Negro ainda tem dificuldades para fazer faculdade, falar que a estátua do Borba Gato deveria ser derrubada e que os livros de História mentem, vesh, da muito pano pra manga, além disso as pessoas ainda não aprenderam que Negro não tem dinheiro para importar drogas, mas isso não importa afinal o problema que é discutido aqui é que as pessoas com dinheiro morrem por conta de drogas (não acredita? Então me responde quem se importa com a Cracolândia).

    30 anos atrás, anos 90, sim aquele período onde as pessoas costumam a dizer que coisas bizarras aconteciam e ninguém ligava e sabe qual é a coisa mais bizarra no fim das contas? "John Singleton" jogou na sua cara que já se importava com todos essas questões e hoje a única coisa que mudou é que você não prestou atenção em nada do que ele tinha para falar aqui.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 11 de março de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Eita que essa quinta tá puxado!!! Hahahaha

    "Mas e minhas vacas? Eu falei para um cara que queria ter uma fazenda, mas não aqui". Vai ser uma frase genérica de um figurante qualquer mesmo, até porque nem ele faz sentido nesse filme.

    Eu juro de verdade que não era minha intenção falar sobre esse filme essa semana e muito menos introduzir minhas opiniões sobre os filmes de Heróis assim dessa forma, mas não deu para ignorar. Eu posso não ter uma aparência Nerd muito tradicional, mas sempre fui um Nerd e sabem 2008 foi meio que um ano inovador para mim, a Marvel trouxe aos cinemas o Homem de ferro com aquela trilha sonora maravilhosa e por mais que Batman e Super Man já tivessem lá seus muitos filmes, não foram os Deuses da DC que me fizeram poder falar de heróis sem alguém para me mandar crescer (chamar de Nerd chato tem, mas isso é porque as pessoas aceitam até 'especialistas motivacionais", mas um fã de quadrinho criticando uma obra não).

    Mas apesar de ser muito grato a Marvel por isso, eu não posso esconder que sou mais de personagens da DC (alguns Heróis sim, mas gosto mesmo dos Vilões hahahaha), só que eu não sei o que a Warner tem que insiste em cagar todo esse momento bom para os Heróis, não basta ter muito filme ruim, tem que estragar o que tava bom?

    Wonder Woman 1984 (Mulher Maravilha 1984) ou WW84. Parafraseando Edward Teach (Piratas do Caribe 4) "Estou perplexo!" Senhora Patty Jenkins, o que aconteceu com você?

    Mulher Maravilha podia até ter um roteiro aparentemente inspirado em um filme Marvel, ninguém liga, o filme foi bom e além disso as duas vivem tirando inspiração uma da outra e só quem briga são os fãs, mas transformar a Deusa da Trindade no Homem Aranha?!?! Qual a ne-ces-si-da-de????????????

    Não sei, ainda se digo que o filme é ruim, porque A Torre Negra de 2017 a meu ver faz mais sentido do que esse filme.

    Esteticamente o filme não funciona, eu vejo figurino dos anos 80, (pelo menos nos figurantes né), mas não me sinto nos anos 80, as pessoas não se comportam como pessoas nos anos 80, não falam como nos anos 80 e o filme é tão colorido que eu achei que estava assistindo sim o UCM (Universo Compartilhado Marvel).

    A DC não é colorida, não adianta os executivos quererem botar cor de mais nas telas, mesmo justificando a época, deixa escuro mesmo coloca uns neons, ficaria muito mais DC. 
    
    O roteiro não dá nem para entender direito onde queria chegar sabe, com 1h de filme ainda não tinha acontecido absolutamente nada, e cara com um começo tão legal mostrando a Diana pequena e te deixando empolgado, será que o público merecia ficar por tanto tempo achando que estava vendo um filme de origem só que chato?

    A Mulher Maravilha era tão da hora, tão Badass, tão Fodastica no primeiro filme e aqui ela joga tudo isso para o alto por conta de um amor que ela viveu e que nem mesmo parece sentir falta, nada, nenhuma foto ou menção, nada, nada, nada, mas do nada tá atolada em um amor que não faz sentido. E por falar nele, qual seria a diferença do filme sem Steve Trevor? Me desculpe Chris Pine, seu personagem só serviu para pilotar o Jato Invisível que, na moral, o cara era da segunda guerra Mundial e o filme quer que a gente acredite que ele voaria facinho com um caça assim do nada? Falando em Caça, o filme tem tanta cena desnecessária e ninguém pensou em mostrar onde eles pousaram esse caça e um pequeno acidente como alívio cômico ou mesmo quebrar a xícara invisível?

    Acha que acabou? Não, esse texto é longo mesmo, vamos falar bem rápido da Mulher Leopardo (ou imitação da mulher gato de Michelle Pfeiffer). Doutora Barbara Minerva, uma Mulher Branca, loira, alta, de olhos claros, geóloga, gemóloga, litóloga, criptozoóloga, América e contratada pelo instituto Smithsonian, que é um dos centros científicos mais renomado nos EUA, e o filme quer mesmo que eu engula que mesmo que ela não saiba andar de salto, ninguém no mundo da ciência enxerga essa mulher? Que isso? Esse filme se passa no Brasil? E ainda assim isso só faz sentido pelas graduações né.

    Eu já vou terminar prometo, mas é que é revoltante ver uma obra boa se tornar algo tão esquecível mais rápido que Velozes e Furiosos, se eu pudesse fazer um desejo seria que velozes tivesse terminado no 4, vai talvez no 5, mas é complicado pensar nisso porque ainda não entendi se para realizar um desejo você precisa só pensar como a Diana fez ou verbalizar como todo resto, aliás isso me lembra, se tudo que você tinha que fazer era desistir do seu desejo então o velho das vacas devia ter sido o segundo a desistir do seu desejo espontaneamente, sem precisar daquela cena sem pé nem cabeça da Diana com o Laço amarrado na perna do vilão. Sim, segundo, porque eu DUVIDO que o Rei do Petróleo lá não se arrependeu do seu pedido e desistiu e não, não precisava verbalizar, a Diana não verbalizou quando desistiu também hahaha 

    Aaaah filmes ruins, são legais, mas só quando são feitos para serem ruins mesmo.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Fala pessoal, bora aproveitar essa quinta para falar um tiquinho sobre um filme que veremos com certeza na premiação do careca dourado? Vocês sabem, aquele evento que premia um filmes de alguém dirigindo um carro sempre que foge de premiar o Spike Lee hahahahaha.

    "Ninguém mais nesse mundo sabe o que é ser um de nós, exceto nós" e não é isso mesmo que é a verdade? Escolher a frase do diálogo que culmina na frase "Poder para povo Negro" não foi fácil, porque essa belezura tem tanto diálogo bom que tô perdido ainda.

    A gloriosa estreia de Regina King como diretora é uma vitória maravilhosa para uma mulher que já mostrou a muito que é excelente atriz, e se você não se lembra dela aqui vão alguns filmes com ela que eu gosto muito: Boyz n the Hood (Os donos da Rua 1991), Friday (Sexta-Feira em Apuros 1995), Enemy of the State (Inimigo do Estado 1998), Down to Earth (O Céu deve pode esperar 2001), The Boondocks etc.

    E agora ela vem dirigindo esse roteiro de Kemp Power que traz como personagens 4 grandes nomes Negros, Muhammad Ali (Eli Goree), Malcon X (Kingsley Ben-Adir), Sam Cooke (Leslie Odom Jr) e Jim Brown (Aldis Hodge), em uma noite que deveria ser de comemoração e virou um grande debate, visões diferentes da mesma luta.

    Não é um filme com muito ação se por acaso é o que você está esperando, mas os diálogos são simplesmente sensacionais e mesmo assim, o filme me pegou já na apresentação dos quatro, principalmente na de Jim Brown quando o velho fala dele não poder entrar na casa, que me trás aquela sensação ruim que tive uma vez a muito tempo atrás quando, entrei no Shopping Pátio Paulista com meu primo, o segurança nós seguiu até o momento em que o vendedor da TIM o informou que compramos um celular a vista no débito e a de Malcon X que é o diálogo com sua esposa Kareem X onde eles falam dos podres da Nação Muçulmana que me lembrou quando me afastei da Igreja, não pela religião, mas por ver a maldade das pessoas, traído pelos que diziam ser amigos e julgado por muitos outros, todos que dizem seguir os ensinamentos de Jesus, mas são egoístas e julgam a qualquer um que seja diferente, dói, mas fica uma maravilha no filme.

    Enfim, temos os confrontos de ponto de vista, principalmente entre Malcon, o extremo Radical com ódio de todo e qualquer branco, contra Sam que é acusado de não ajudar a causa e ficar servindo os brancos com sua música ao invés de agir e usar o seu talento para a Militância da causa. Jim e Cassius (Murramed Ali) ficam mais na deles durante todo o filme, pois não estão nem de um lado e nem do outro, porém, são deles muitas das melhores observações do filme, afinal nem um e nem outro, Malcon e Sam estão os dois certos e errados ao mesmo tempo, podemos sim dizer a um irmão, lute, mas não devemos dizer como ele deve lutar, essa luta é de todos nós para todos nós e por isso devemos fazer da melhor forma para somar, mas isso significa também reconhecer nossos erros. No entanto não podemos também achar que esconder nossas feridas e aceitar uma máscara branca vai fazer com que tudo fique bem e Jim lembra isso quando fala que ele não é um Herói do Futebol e sabe que tudo está bem enquanto ele está ganhando, assim como Cassius lembra isso quando diz a Jim após ele revelar que fez um filme "quando você falou Herói Negro eu já sabia que era Morto".

    Fora tudo isso e muito mais o filme nos trás personalidade visual o que é ótimo, mesmo que você não os conheça e que pegue o filme no meio e mudo, você vai saber pelo comportamento e as roupas de cada um quem é o músico, quem é o lutador de boxe, o jogador de um esporte coletivo com bola (assiste você vai entender hahaha), e o negro sem um emprego, que é chato e quadradão, hahahaha (não me massacres eu gosto de Malcon X embora eu esteja mais para Matin Luter King Jr).

    E vou finalizar falando de música, golpe baixo senhor Malcom, jogar na cara de Sam que a música Blowin` In The Wind de Bob Dylan tem mais conteúdo para causa do que todas as deles, ele não te respondeu, mas eu te respondo o porquê, não é fácil para nenhum de nós, arriscar ouvir, ver e sentir o que vem junto com o posicionamento, não somos aceitos, nem nós mesmos conseguimos nos aceitar, afinal de contas oque tem de negro por aí que não aceita o outro só porque ele tem a pele mais clara… imagine agora um músico.

    Mesmo assim Sam termina o filme com a canção criada para o filme Speak Now e Ow…

    Fico por aqui...



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Papo sobre Cinema!

Fonte: Pinterest  


  Fala Team Kong!!

    Bom pessoas eu falei que não estaria antenado nas novidades, mas aparentemente os soldados nesse porta aviões tem um ótimo pacote de dados então bora de Brasil e Dona Netflix.

    "Nana Neném que a Cuca vem pegar…" assim canta a Cuca que nem é uma jacaroa para minha tristeza.

    Alguns de nós cresceram ouvindo histórias do nosso folclore, nossa mitologia, nossas lendas, minha avó mesmo sempre contou que ficou frente a frente com Lobisomem por exemplo, viu pé de vento do Saci e por aí vai, isso é Brasil. Para quem ama os gregos, eles tem sim uma Mitologia incrível, mas nós também, Indígena e Negros Brasileiros das antigas tem ótimas histórias e precisamos sim evitar que isso tudo morra, exaltar a beleza do nosso mundo de seres fantasticos que sim, eu amo.

    A série começa meio perdida e confusa isso não dá pra negar, por mais que meio que tenha sido essa a intenção, acredito que o começo da um pouco a impressão de que vai ser um Reality Z com Curupira (apesar de que só aquele cena do começo já quebra a bosta do Reality Z né). Mas depois a série se encontra e a narrativa vou te falar que não é ruim, tá tá tem muito de GRIMM na série, mas não ficou ruim. Carlos Saldanha é experiente e soube fazer a série se encontrar a ponto de talvez gerar até um certo medo pelas minhas pesquisas, mas aí também seu preconceito com tambor batendo, velas e berimbau pode ajudar né hahaha. O Corpo seco por exemplo é uma entidade que sozinha consegue fazer alguém não querer mais ver a série sabe, aquele cagaço da pessoa falar com voz de monstro e você nem dormir a noite? Não fala que é ruim vai, afinal de contas vocês amam Poltergeist - O Fenômeno, de 1982, ou aquele que eu como um bom bunda mole não assisto nunca mais O Exorcista, mas a versão de 1973 e aqui é bem mais de leve, nosso Bicho papão é um porcão do mato quem tem isso em outro País? Quem quem quem?

    A série é boa, eu realmente amei o Saci (Weslei Guimarães), fico novamente sem críticas para o trabalho de Fábio Lago, parabéns mesmo pelo Curupira que ficou dahora, Thaia Perez eu não conheço, mas estava ótima também, e aliás a personagem dela foi importante sim, afinal de contas quem é mais novo não conhece o poder dos benzedeiros e a grande influência que eles já tiveram no nosso país, obrigado dona Januária.

    Mas nem tudo é festa né, apesar de eu ter gostado da série ela tem enormes problemas que na real, não custava né, a produção de Soul tá aí pra mostrar que não custa.

    White Savior: Alguém me fala porque diabos o principal tinha que ser branco?! Poxa cara ele podia ser o próprio João (Samuel de Assis), o cara é filho de um Homem que acredita nas lendas e foi iludido pelo empresário ganancioso, tava lá o roteiro bonito, mas não tinham que arranjar uma família 100% branca composta de uma mulher bem princesa Isabel e um homem da polícia ambiental todo certinho e cético, em um Rio de Janeiro branco com uma polícia branca e todo mundo branco até os pobres na ocupação.

    Rio de Janeiro: Senhor Carlos Sardanha você já tem um filme chamado RIO (lá de 2011)que se passa no Rio. Sai do Rio, não é a melhor localização para essa série. O Norte do País tá lá bem esperando cheio de florestas e bichos pra deixar a narrativa mais coerente, ou você acha mesmo que se eu morasse no Rio e visse um boto já não ia avisar minha filha pra não chegar perto do bonitão de chapel?

    Cuca: Cadê a minha querida Bruxa Jacaroa????? Ok, ok a Alessandra Negrine é bonita beleza, mas borboletas?!? Sério!? Só tem 1 erro mais gratuito e evitável que esse, o próximo...

    Respeito Ético: Cara não é ser pedir de mais respeitarem culturas sabe, tá lindo sim, mas mano, pensa que mais lindo seria se a Iara por exemplo fosse uma atriz indígena assim como o Saci é Negro, não estou dizendo que odeio a Iara de Jessica Corres, ela é linda atuou muito bem e tals mas assim como eu falo que negro tem que ser negro, o indigena tem que ser indígena sim, não reclamei da Cuca e nem vou pois para quem não sabe ela é uma Bruxa importada das Europa então é Branca, tá certo, agora imagine que mais dahora se tivéssemos uma avó negra ou índia pra ajudar a narrativa da série de uma forma mais dinâmica, afinal tá na cara que Dona Januária não é uma senhora das crenças antigas, perdoem a gravidade da afirmação, mas não tem condições deu acreditar que uma senhora branca da classe média, acreditaria em benzedeiros.

    Eu sou chato sim, repito essas questões tanto quanto os negros americanos como Spikee Lee repetem também, parem de branquear tudo, seus antepassados já tentaram isso e não deu certo a miscigenação trás tanto negros quanto brancos e cientificamente falando, trás mais negros.

    Mas apesar de tudo, assistam Cidade Invisível, vale a pena.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Papo sobre Cinema!

Fonte: Pinterest


    Eae pessoas!!

    Bem, antes de mais nada tenho que avisar que nas próximas semanas minhas referências reais podem não ser tão atuais, afinal estou escrevendo esse texto e mais 5 adiantados, pois estou a bordo de um porta aviões indo encontrar outro bichão pra mostrar pra ele que me garanto é no soco "mermo" hahahaha

    "Eu cresci com ele, conheço o seu poder e se você o lê também sabe, é por isso que o queimaram depois da guerra" só aqui esse maravilhoso filme contextualiza um universo, uma razão para ser como é e o motivo da urgência do vilão pela procura de um único livro, sem contar claro os tapas na cara de religiosos radicais.

    The Book Of Eli (O livro de Eli) um filme que mexe com a religião dominante no nosso mundo e que vai entender o porquê não gerou reclamações infinitas dos Cristãos mundo a fora e vou contar viu, esse vai ser difícil de falar pouco pois esse filme tem tanto a dizer que chega a ser impossível não dar spoilers ainda bem que é um filme de 2010 hahahaha

    Denzel Washington é Eli, "Um Homem sozinho, abandonado pelo seu País" (não, péra… isso é Transformers me desculpem), um homem sozinho em um mundo pós apocalíptico com uma missão dada a ele por ninguém menos que Javé, Jeová, Adonai, Shamah, Oxalá, One abobe ALL, The Presence, etc.. Mais conhecido hoje em dia como Eu Sou ou só Deus e como sabemos ele não escolhe uma pessoa para uma missão se a pessoa não for boa, porém Eli apesar de ser bom, tem a consciência de que ele vive no mundo onde ele vive e por tanto não deixa de se dar ao luxo de sentir raiva ou medo, aproveitar as oportunidades mesmo que isso signifique trancar uma garota em uma fonte d'água após ela interpretar que ele a levaria junto ou mesmo matar quando necessário, afinal de contas o mundo dele é o mundo onde ele vive e é vivendo nesse mundo onde ele vai conseguir cumprir com sua missão.

    Acredito que brincar com essa dualidade entre preceitos e necessidades é uma das melhores sacadas aqui, junto claro com situações Bíblicas em cenas que novamente nos fazem pensar, como por exemplo "Deus é bom não é? O tempo todo!... O tempo todo não." Ou aquela cena, aquela mesmo que você amou que representa um famoso salmo, o 91 sabe, naquela hora com as balas?! Enfim o filme é repleto desses momentos bem como é repleto de puxões de orelha maravilhosos para todos os Cristãos. 

    Carnegie (Gary Oldman), em si é um desses puxões de orelha, para todas as religiões Cristãs, ele não acredita no que o livro representa, mas sim no que ele pode fazer, no poder que ele pode trazer, assim como religiosos reais a utilizam para enriquecer, para estabelecer seus preconceitos, para esconder sua pedofilia, tráfico de pessoas, abuso sexual e diversas outras podridões que estão presentes no nosso mundo por todos os lados, enfim uma arma, uma arma que engana, fere, segrega e julga.

    Mas nessa luta entre o bem e o mal(que é da terra) o mal nunca teve chance, pelo menos não no filme, pois Eli é justo, forte, superior e não dúvida em momento algum de sua Fé (assim dizem os contra-plongées hahaha)

    A surpresa neste filme na verdade fica no final, onde por mais que durante o filme todo ele tenha dado enormes indícios você não percebeu/entendeu que aquele homem era cego além claro do filme ser bem claro em dizer que no fim o livro não era o'que precisava chegar e sim o seu ensinamento, a carga realmente preciosa não era um calhamaço de papel mas sim o Homem que continha o conhecimento, e mesmo ele ainda diz que carregou e leu por tanto tempo mas esqueceu do mais importante, viver o'que aprender com o livro.

    Ah claro, o livro foi reescrito e será lido por pessoas boas e pessoas ruins novamente mas na verdade a minha teoria é de que Gary Whitta só queria nos dizer " faça mais pelo próximo do que a si mesmo" e tenha cuidado pois não, o problema não está na escrita, mas sim em quem recita.

    Antes que venham as falácias, eu sou um Gorila criado Cristão tá, mas como me disse uma vez um grande Mestre Louva Deus, grandíssimo Diácono, "Se permita pensar por si mesmo e questione pois a Bíblia é antiga e interpretativa e você só pode se considerar religioso de verdade quando aprender como Jesus a questionar os antigos"

    Obrigado Grande Raimundo.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Papo sobre Cinema!

Fonte: Pinterest



    Boa tarde pessoal!

    Eu estou triste de tanto rir, mas isso só por saber que Netflix entre Domingo e Quarta tirou nosso filme do catálogo e quem não viu não vai rir loucamente. 

    "Tudo que você fez com suas amigas nós fizemos melhor". As vezes aparecem uns filmes que jogam umas frases dessas e no fim você fica procurando essa superioridade toda durante anos, tipo o "Atermis Fowl" assim sabe? Mas sinceramente, Ryan Pierce tem razão, elas estão em outro nível. hahahahaha...

    Girls Trip (A viagem das garotas/amigas), é dirigido por Malcolm D. Lee (sim mais um negro), e o cara manja dessas comédias negras, ele é diretor por exemplo do fantástico filme "Com a Cor e a Coragem" e alguns muitos outros filmes negros do gênero comédia que eu duvido você não gostar, e desse aqui você vai gostar, tenho certeza!

    É difícil não dar spoilers, mas vamos dizer que o começo do filme, não entrega de jeito o que as próximas 2h te reservam, nós temos uma mulher negra escritora bem sucedida, Ryan Pierce (Regina Hall), com um casamento perfeito cheio de sorrisos (porque casou com o Lucke Cage, que estava fingindo ser jogador de futebol americano), pronta para fazer uma viagem e fechar um novo negócio, porém com saudade das grandes amigas que ela acabou abandonando, então ela convida as amigas para curtir um festival em Nova Orleans, juntas elas se denominam "As Poderosas", time esse formado por: Lisa Cooper (Jada Pinkett Smith), Sasha Franklin (Queen Latifah), que vale dizer aqui que eu amo de mais e me lembra muito uma Tia minha, que o Senhor Ryck Bastos conhece, hahaha... e a Alma do filme Dina (Tiffany Haddish).

    Apesar de deixar claro que a Dina é a melhor personagem, o pé para todas as piadas do filme e que te faz esquecer de todo resto da tela quando está em cena só para ver a reação dela, o filme e todos os personagens funcionam muito bem, essas mulheres conseguem mudar o tom do filme de forma magistral entre comédia e drama, Stewart Pierce(Mike Colter) porque, enfim o filme é delas e ele é babaca, contrário a Julian Stevens (Larenz Tate) que é um verdadeiro homão mas também não vou falar mais dele, hahaha...

    Enfim temos diálogos recheados de palavrões e frases inteiras de cunho sexual, oque NÃO É UM PROBLEMA, homens falaram palavrão, falam sobre sexo e o que dizem que fazem com as mulheres o tempo todo e ninguém reclama (tirando um presidente aí que só sabe mesmo falar em matar e depois que mata finge que não falou ou fez oque fez né), então elas vão falar e vocês vão gostar, aliás tem uma sequência aqui que… chuva de prata é tudo que eu posso dizer, mas é incrível, hahahaha...

    Há também a cena de dança e na moral, irmãos Wayans suas "Branquelas" dançam mais que patricinhas brancas, mas não mais que essas mulheres, e não reclamem porque mulher negra americana ataca onde dói, no seu carro hahahaha (só os melhores vão entender essa chuva de referências, uma dica não são do filme por que aqui quando quebra um vidro é para ameaçar um babaca com uma garrafa, hahaha).

    Infelizmente nem tudo é maravilhoso né, existe uma piada recorrente em comédias americanas que apesar de não ser exclusivamente negra me incomoda profundamente, é estou falando da maconha, não me julguem mal, eu não tenho problema nenhum com quem fuma, fora claro que no meu caso o cheiro me faz passar mal, isso também acontece com cigarro inclusive, mas enfim. No caso dos filmes negros me incomoda muito pensar que principalmente lá nos EUA o uso da maconha foi vinculado ao negro como uma forma de marginalizar todos os afro americanos e na minha visão, manter todo negro vinculado a maconha nos filmes e ainda a escondendo, mesmo que muito engraçado não me cai nada bem. Eu sei eu sei, a cultura lá é diferente, tem lugares onde é legal e boa parte da população lá já fumou pelo menos na faculdade, mas sei lá, se é legal então porque tem sempre alguém escondendo? E porque quando tem branco junto eles normalmente dizem não gostar e depois ficam bem loucos como se o negro fosse a tentação que vence sabe.

    Eu ainda estou chateado pelo filme não estar mais no catálogo mas posso dizer que ele já muito faz parte do meu Top10 de comédias e não é um 10° nem a pau, por falar nisso, cuidado com suco de toranja, aparentemente ele arde muito, hahahahahahahahahahahahahaha...



Por: K. Kong




Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest



    E ai pessoal como vocês estão?

    Eu sei que 2020 já acabou, mas como ele não foi feito só de coisa ruim resolvi conversar com vocês também sobre o Melhor filme de 2020

    Eu quase quase quase vim falar sobre O Resgate ou O Poço, mas o filme do Ano vai além da ação lindamente coreografada ou da história interessante e repleta de simbologia e claro, só poderia ser um filme dirigido por um mestre que na real sim tão importante quanto Scorsese, Spielberg e esses outros monstros que são falados o tempo todo.

    "Eu acho que, os Estados Unidos nos deve, nós construimos essa merda!" Pois é Norman dívida histórica é um ponto em tudo que o Brasil também nos deve, construímos e fizemos história aqui mas são os colonizadores que tem estátuas e imagina você que aqui homens e mulheres negros que estão nos livros de história são mostrados como brancos.

    Sim, eu estou falando de um filme directed by Spike Lee, que fala sobre a guerra do Vietnã como você com certeza nunca viu. Da 5 Bloods (Destacamento Blood), é como um Headshot a queima roupa por dois motivos, o seu claro posicionamento e a época que ele foi lançado, falar abertamente sobre o quão ruim foi a escolha do atual Presidente e criticar firmemente a Guerra em que os EUA teimam em fingir que ganharam onde no fim das contas a única coisa que o país fez foi jogar vidas negras para morte bem durante o momento em que os protestos contra o racismo estouraram no país? Isso foi lindo.

    Mas não é só isso que torna esse o melhor filme, Spike Lee tem o jeito, ele sabe fazer bem o trabalho dele e aqui ele mostra muito bem isso. Cada escolha de enquadramento nas câmeras que param quase um minuto que revelam símbolos específicos, vídeos e fotos reais mostradas durante o filme, na estética ou mesmo na mudança de proporção da tela, primeiro variando de 16:9 durante todo o primeiro ato, 4:3 nas lembranças e abrindo totalmente a tela no terceiro ato.

    A trama mostra a jornada de 4 veteranos que voltando ao Vietnã oficialmente para buscar os restos mortais de seu companheiro e comandante Norman, nossa saudoso Chadwick Boseman, mas extra-oficialmente também foram buscar o ouro que esconderam lá na época da Guerra.

    Durante esse percurso o filme faz questão de falar algumas verdades, como por exemplo o fato de termos heróis cinematográficos como Sylvester Stallone e Chuck Norris, mas quem realmente lutou foram os negros, a escolha infeliz do Presidente Americano e ainda com apoio de alguns negros como por exemplo Paul (Delroy Lindo), que é um dos veteranos, um homem visivelmente atormentado pela guerra que ainda acaba reproduzindo todo tipo de pré conceito e toda aquela superioridade Americana dos que gostam de sempre se dizer os melhores dos melhores do mundo e ter suas próprias versões de tudo (Americanos de verdade sabe), ele também é protagonista de um ótimo monólogo (sim tem espaço para um monólogo no filme), onde ele durante uma crise de loucura não fala sozinho ele fala diretamente com a câmera e aí eu deixo a cargo de cada um de vocês saber se ele está falando contigo ou não.

    E por falar em racismo, chega a doer saber que os soldados brancos ensinavam os vietnamitas a não gostar dos negros, porque escravizar, marginalizar e mandar para a morte não é o suficiente, tem que fazer todo o mundo não gostar de negros, mas o filme não mostra só a tristeza dos soldados negros americanos, existe uma humildade aqui em mostrar também que os viatnamitas também sofreram e ainda sofrem por conta da guerra, uma cicatriz assim como a nossa que ainda sangra.

    O filme dá muita atenção para Paul o que faz sentido pois é o mais traumatizado dentre os personagens porém eu particularmente gosto bem mais do Iris (Clarke Peters), ele é o pé no chão do presente do filme, assim como Norman é no passado mas não tão poderoso como ele. E por falar em Norman o roteiro e a direção são muito inteligentes em não só falar o quanto ele era especial mas também fazer questão de mostrar, ele é o líder dos Black Panther, é Mohamed Ali, Malcon X e ao mesmo tempo é Martin Luther King e está morto no filme pois seria impossível ter todo esse poder na tela e o filme ter uma história hahahaha o cara é demais. 

    Acho que falei demais já, mas gostaria de ainda ressaltar a trilha sonora maravilhosa e certeira que hora traz de propósito músicas dos filmes de guerra de gente branca e hora traz sons dignos da Blaxploitation, dizer que eu poderia falar sobre esse filme por horas e contar a quantidade de vezes que ele repete o descontentamento pelo Presidente laranja e por fim… Spike Lee fez mais um filme de guerra tão bom quanto os filmes de guerra dos outros, o filme vai ser premiado ou a Academia vai encontrar mais um filme de alguém dirigindo um carro para dar o Oscar no lugar dele?

Solid!



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest



    Sejam Bem vindos a 2021!!!

    Os problemas ainda não sumiram, mas vamos esperar que eles desapareçam logo e levem junto o filme de hoje. Amém!

    "Eu não vou fazer nada sem a sua permissão" o babaca disse isso enquanto apalpava os seios da moça e mantinha ela em cativeiro.

    Bem bem bem, eu pensei muito mesmo em fazer minha lista de melhores e piores filmes de 2020 mas no fim das contas porque fazer uma lista de piores não é mesmo? Todos os filmes que coloquei nessa lista na minha opinião ainda poderiam ser assistiveis, em comparação ao primeiro lugar da lista, nesse caso resolvi que meu ódio e minha decepção por esse filme não deveram poupar linhas para tentar protegê-los de se expor a tamanho absurdo, estou falando do filme 365DNI.

    Netflix, qual foi o cogumelo que você comeu para aceitar colocar esse troço no seu catálogo? Tudo bem, todo mundo erra, me lembro que quando vi a saga Crepúsculo achei que tinha chego ao fundo do poço, mas aí veio 50tons de cinza e eu vi que não, dava para descer mais, mas aí agora me vem esse LIXO (palavra que eu achei que nunca iria usar me referindo a um filme), é surreal que alguém ou melhor que alguma mulher consiga gostar de 365DNI, é literalmente inconcebível a ideia de que um livro com essa história seja bem quisto para começo de assunto, quanto mais um filme.

    Dito tudo isso, bora falar do filme não é mesmo?

    Bom, devo dizer que o começo do filme já entrega a falta de qualidade narrativa que teremos aqui, temos pessoas falando de algum negócio em uma lage no meio de alguma praia aparentemente longe de tudo e cercados por seguranças e um cara olhando uma mulher usando binóculos e depois de um diálogo nada a ver, um tiro, sangue, uma morte ou duas e atores que não sabem nem fingir que são seguranças direito e optam por ficar se movendo como barata tonta. Depois disso o filme resolve apresentar os personagens principais da forma mais confusa possível e quando você entende o que tá rolando a sequência toda já acabou, isso tudo seria reparável até se o filme não falasse sobre um boy, macho escroto, metido a mafioso que sequestra e abusa de uma mulher que por sua vez sofre de síndrome de stockholm e pior, o filme ainda tenta glamourisar tudo isso.

    Don Massimo é um abusador, rico, mimado branco, machista, o típico combo desagradável completo sabe? Mas aqui ele é um máximo "há… como você pode afirmar isso K? Você pode ter interpretado errado"

    É em outros casos eu concordaria, por exemplo 50tons de cinza, que apesar de ser um filme ruim, tudo aquilo que está lá faz parte da realidade de uma comunidade que sabe que tem preferências diferentes e respeita as pessoas que não tem e por tanto realmente só fazem com as pessoas aquilo que elas querem, por tanto tudo bem colocar uma música legal durante umas chicotadas e etc, mas quando um filme mostra um cara obrigando uma mulher a colocar o seu pênis na boca enquanto faz contra ponto com outra mulher se masturbando e fecha o combo com uma música provocante… Jura que um estupro é tão gostoso e exitante quanto uma masturbação feminina? Tudo isso claro sem contar que a frase do começo deste texto é dele e vai entender o porquê essa frase existe, porque se tem uma coisa que esse cara faz durante o filme é tocar nela sem permissão.

    E o que dizer sobre Laura Biel? Uma mulher com pouca roupa, falas babacas, desmaios sem sentido, síndrome de stockholm, profundidade zero e inteligência zero, maluco ela tenta provocar o sequestrador dela indo de roupão no quarto dele, faz sentido uma mulher que agora a pouco queria fugir e que não quer nada com o cara fazer uma burrice dessas?

"Para K, você está exagerado o filme mostrou que ela foi começando a gostar do cara aos poucos"

    Sério mesmo? Ela foi começando a gostar do cara que sequestrou ela, abusou dela mais de uma vez e não apresenta nenhuma atitude agradável durante o filme todo, beleza me conta outra.

    365DNI é um filme que não deveria existir e imagino de verdade que os atores deveriam ter vergonha de ter feito, e a diretora bem como a escritora deveriam pedir muita desculpa e até mesmo ajudar vítimas de estupro só por terem pensado em criar esse troço! E não me venham falar que gostaram do filme não, por que não existe uma mulher nesse mundo que deseje ser sequestrada e abusada assim como muitas falavam que amavam o Cristian Grey, mas de forma alguma queriam levar um tapinha no bumbum na hora H.

    Mulheres vocês merecem respeito, merecem vidas livres, não é feio e nem mesmo fraqueza ou mimimi denunciar abusos de qualquer tipo, não é porque um cara é seu marido que ele pode fazer oque quiser e quando quiser com você (frase que aliás também está no filme), esse tipo de filme não é picante ou erótico é ofensivo e desagradável e só torna nós homens, babacas, escrotos e nojentos, criaturas piores e mais abusivas, afinal "se o filme dirigindo por uma mulher que vem de um livro feito por uma mulher está dizendo que tudo bem aquilo ali então tudo bem na vida real também, certo?" Não!

    Em 2021, digam NÃO a todo tipo abuso.



Por: K. Kong




Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Último dia do ano? Olha eu aqui para fechar, haha.

    Bora finalizar o ano com uma animação profunda e não só por, literalmente, falar sobre alma aliás.

    "O Blues é a minha missão" essa é uma das falas de Joe Gardner nosso protagonista de corpo e alma negra (pegaram essa? Hehehe), um homem que tinha absoluta certeza de qual caminho ele devia tomar na vida, tanta certeza que passou sua vida recusando qualquer outra oportunidade por não levarem ao caminho que ele escreveu para si.

    Pensa em um filme que tem sucesso total em mostrar tudo que ele quer mostrar? Soul é esse filme. A Pixar tem o histórico de dar lições de vida, então não é nada anormal dizer que eles continuam essa missão aqui, porém, contrário a filmes como Coco (Viva, a Vida é uma Festa), onde aquele universo gira entorno de um traço, de uma cultura, Soul deixa bem claro que está contando a história de uma pessoa com um estilo em um universo repleto de diversidade, mostrando, mesmo que bem discretamente que não, negro não é tudo igual e nem mesmo gostam das mesmas coisas e isso é lindo demais de ver, e olha que estávamos falando de um filme de um diretor branco hein.

    Bom, mas o que vocês querem ler aqui é sobre alma e não corpo, certo? Então vamos falar sobre alma.

    Achei lindo demais ver as almas adquirindo a mesma forma de seu corpo, incluindo o corte de cabelo e adereços, afinal de contas nossa personalidade é moldada antes do nascimento e portanto nada mais justo que nossa alma ser exatamente como moldamos nosso corpo na Terra.

    O filme também procura focar no pré vida dando só um deslumbre luminoso do pós vida evitando assim mostrar qualquer tipo de divindade e de certa forma ficando imparcial quando o assunto é religião.

    Por último e não menos importante a alma 22, não é um personagem fofinho e bonitinho, mas sim um personagem principal e embora não tenha nascido o filme faz questão de rapidamente dizer o quanto ela é antiga e inteligente. Talvez o único erro grave aqui é o filme apresentá-la dizendo que ela é chata, mas só mostra uma personagem simplesmente adorável e inocente apesar de todo conhecimento.

    Jamie Foxx e Tina Fey dão vida a esses personagens com uma dinâmica maravilhosa e nos deixam uma lição ótima para 2021.

    Desejo a todos que vivam seus sonhos, mas que não deixem de aceitar as boas oportunidades, pois nossa vida não se resume a uma missão e um propósito único. Viva sua vida da melhor forma possível.

Feliz Ano novo!!!



Por: K. Kong




Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    E não é que eu acabei aparecendo no melhor dia para falar sobre exatamente esse assunto. 

    Parece até que foi uma coincidência planejada né? Bora para o Papo, hahaha.

    "Ho ho ho!" E se eu disser que ele mesmo falou que não fala isso? Bom, pelo menos o Nicolau de "As Crônicas de Natal" não fala e minhas pesquisas recentes sobre a palavra me fizeram pensar que é melhor mesmo ele não falar, mas vamos para o que importa né.

    A Netflix lançou em 2019 o melhor filme de Natal que existe Everrrr!!! Seu nome rs "Klaus" e eu pensei muito mesmo em trazer esse filme para vocês, mas pessoas quando eu vi Kurt Russell como Papai Noel cantando Blues e na cadeia em filme de 2018, aí não deu outra né.

    Dirigido por Clay Kaytis, Roteiro de Matt Lieberman e protagonizado por Kurt Russell, Darby Camp e Judah Lewis.

    Eu pretendia de verdade citar os dois Jovens primeiro mas não dá não, Papai Noel Russell rouba a cena desde a primeira aparição nos telhados e ele te conquista antes mesmo de entrar no estabelecimento para pedir carona, hahaha.

    As crianças Pierce para falar a verdade são bem sem graça até, eles são só a irmã mais nova que acredita no Natal e o irmão mais velho que lida com a morte do Pai sendo um babaca e é isso! E mesmo a descoberta da existência do Papai acaba sendo genérica e bem menos empolgante do que a da atendente no restaurante.

    Por outro lado, o Papai Noel e tudo que envolve ele é ótimo, dos poderes aos Elfos, Papai Noel não é só um Herói de ação dos anos 80/90 mas ele também é divertido, fanfarrão, dissimulado e inteligente demais da conta, afinal de contas criar toda aquela história para realizar o desejo de natal de uma mãe(porque sim, o filme todo é para realizar o desejo da mãe das crianças), de forma com que mesmo os espectadores não percebam que é realmente o motivo de todo o filme.

    Além disso essa leitura do bom velhinho quebra paradigmas mostrando que apesar de bom ele não deixa de se divertir com a velocidade do carro roubado fugindo da polícia, ou a cantoria maravilhosa na cadeia tudo no maior estilo "The Blues Brothers" e tudo porque sim ele pode, um jeito meio extremo até mesmo para mim, mas é uma forma de falar para algumas pessoas por aí que para ser bom, você não precisa ser do tipo que não se diverte pois entende que diversão é coisa do mal.

    O fato é que "As Crônicas de Natal" é um filme divertidíssimo, em grande parte, com certeza, por Kurt Russell mostrar aqui estar tão á vontade no papel quanto Andy Serkis estava em "Pantera Negra"? Sim claro afinal ele que salvou o filme de ser mais um filme sem graça de Natal, porém só ele não é sinônimo de sucesso, a sequência do filme lançada esse ano prova isso, é um filme triste, facilmente esquecível e sinceramente eu queria desver e ficar só com o primeiro filme mesmo.

    Assistam, o primeiro, mas assistam.



Por: K. Kong



Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

Compartilhe nossas matérias e/ou artigos em suas redes sociais. Nos apoie!

Compartilhe já!