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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Top 3 investimentos para se começar a investir em 2021!

Fonte: Pinterest

 

O ano começou e resolvi trazer uma lista dos melhores investimentos para você que ainda não investe. O título do artigo fala que é para 2021, porém são investimentos que permanecerão ótimos por um bom tempo. Sem mais delongas vamos para a lista!

 

1-      Tesouro Selic ou CDB’s que paguem acima de 100% do CDI:

 

O tesouro Selic, assim como os CDB’s, são opções para se colocar a sua reserva de emergência, já que rendem mais que a poupança e tem liquidez diária. Não é o investimento para se ganhar dinheiro mais sim para se manter a sua reserva.

Se não vou ganhar então posso deixar na poupança? Não! Na poupança seu rendimento será de 70% da Taxa Selic, ou seja, 1,4% ao ano, considerando a taxa do ano de 2020. A poupança não lhe cobra Imposto de Renda, porém a taxa de rendimento é inferior a Selic. Mesmo pagando imposto no Tesouro seu rendimento será maior.

Você ganha conforme a variação da Taxa Selic, ou seja: No ano de 2020 a Selic ficou em 2% ao ano. Que isso quer dizer? Se você investiu nesse período o seu rendimento foi próximo dessa taxa (será inferior pois tem que ser descontado o Imposto de Renda e outras taxas), mas, ainda assim será maior que a poupança.

 

2-      Tesouro IPCA:

 

Esse é para quem não quer perder dinheiro para a inflação. Como assim? Calma vou explicar. Neste investimento você ganha conforme a variação da inflação, mais uma taxa prefixada. Veja a tabela na foto a seguir.


Fonte: Tesouro Direto

 

Se você investir no Tesouro IPCA 2026, ele te garante uma rentabilidade igual a Taxa IPCA no período + 2,43%. É essa taxa que garante que seu dinheiro ira render mais que a inflação.

Nossa rende mais que o Tesouro Selic, vou colocar a minha reserva de emergência aqui! PERA LÁ! Vamos com calma! O Tesouro IPCA não tem liquidez diária, ou seja, não nos dá a possibilidade de sacar o valor antes do tempo de vencimento. Aqui você precisa manter o seu dinheiro investido até a data firmada para receber todo o seu valor mais os rendimentos.

O que acontece se eu quiser retirar antes do tempo? Pode ser feito, mas não recomendo. É simples, você ficara a mercê do valor de venda atual, ou seja, na data em que solicitar a retirada. Se nesta data as taxas forem inferiores à data da sua contratação você perderá dinheiro!

Esse investimento é para quem já tem a sua reserva de emergência feita e quer investir e ganhar um pouco mais.

 

3-      CDB’s prefixados:

 

Haaa os CDB’s, aqui está um dos melhores investimentos para você investidor conservador, ou seja, que não quer correr riscos. Os CDB’s (Certificado de Depósito Bancário). O que é isso? Simples. Aqui você empresta o seu dinheiro para um banco e ele te devolve na data combinada com juros! E aqui nos prefixados você já empresta e já sabe quanto vai receber. Uma maravilha não é mesmo!

Em geral os CDB’s são assegurados pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Ou seja, se algo acontecer a instituição a qual você emprestou o seu dinheiro, o FGC garante até R$ 250.000,00 por CPF. Isso torna o seu investimento seguro.

Aqui também temos a cobrança do Imposto de Renda, aplicado da seguinte forma: Até 6 meses, paga-se 22,5% de imposto sobre o rendimento. Entre 6 meses e 1 ano, paga-se 20%, entre 1 e 2 anos, é cobrado 17,5% e acima de 2 anos o percentual cobrado é de 15%.

Já percebeu que aqui você também terá que se dispor do seu dinheiro por um bom tempo para poder lucrar! Pois é, porém, temos o lado bom. Os bancos pagam ótimas taxas por esses CDB’s, o que garante um ótimo rendimento e quanto maior o prazo a que estiver disposto a deixar o seu dinheiro investido, melhor será o rendimento! Acredite há CDB’s que pagam 9%, 10%, 12% ao ano, ou até mais!

Para investir nessa modalidade você precisa ter uma conta em uma corretora de investimentos! Há várias disponíveis, pesquise a melhor, abra a sua conta e comece a buscar os melhores CDB’s para você!

 

Espero que tenham gostado da matéria, esses são investimentos em renda fixa de baixíssimo risco ou nenhum. Para que você comece a investir e fazer o seu dinheiro trabalhar para você! Há mas não consigo investir, não tenho dinheiro para isso! Escrevi um artigo ensinando um passo a passo para sair das dívidas e fazer sobrar dinheiro, não viu? Deixarei o link para você conferir!

https://www.radioboamusicafm.com/2020/12/7-passos-para-sair-das-dividas-e-nao.html

 

Um grande abraço, nos encontramos no próximo artigo!



By Tony Macêdo





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sábado, 2 de janeiro de 2021

Cidadãos globais apoiam gastos públicos para financiar crise do coronavírus



Cidadãos globais apoiam gastos públicos para financiar crise do coronavírus




Pessoas ao redor do mundo querem que os governos gastem mais para ajudar as economias a
 sobreviver ao coronavírus enquanto avaliam a perspectiva sombria das próprias finanças no próximo ano.

É o que revela uma pesquisa global realizada pelo YouGov que lança dúvidas sobre as expectativas de
 uma recuperação impulsionada pelo consumo em 2021.

A pesquisa, com mais de 22 mil pessoas e compartilhada exclusivamente com a Bloomberg, sinaliza que  as famílias vão cortar gastos com entretenimento, roupas e alimentos no próximo ano, antecipando custos de vida mais elevados e rendimentos mais baixos.

Com esse pano de fundo pessimista, os resultados sugerem que os consumidores ainda não estão preocupados  com os custos crescentes de uma crise que pode exigir ainda mais expansão fiscal em 2021. Governos no 
mundo todo já assumiram centenas de bilhões de dólares em dívidas para aliviar o impacto econômico do vírus.


A pesquisa, realizada entre 13 de novembro e 1º de dezembro, mostra um claro apoio a esses financiamentos.






 Entrevistados em 12 dos 15 países são a favor do aumento da dívida para ajudar a impulsionar os gastos fiscais.
 Apenas cidadãos da Polônia e do México se opõem à medida.

No geral, 50% apoiam a abordagem, em comparação com 31% que defendem manter as dívidas nacionais sob controle. 
No Reino Unido, onde um debate político já está em andamento sobre a necessidade de limitar os financiamentos,
 a margem foi ainda maior: de 57% contra 25%.



Essa preferência pela generosidade do governo reflete a preocupação das pessoas com as próprias finanças. 
Quando perguntados o que fariam com uma quantia extra equivalente à renda de um mês, apenas 14% disseram que gastariam, enquanto 59% afirmaram que economizariam ou pagariam dívidas.

Entre os países do G-7, consumidores dos EUA estavam menos dispostos a gastar. O menor resultado foi no México, onde apenas 3% disseram que gastariam.

Globalmente, consumidores parecem preparados para apertar ainda mais os cintos: apenas 18% das 
pessoas disseram que não esperavam cortar gastos no próximo ano. Entretenimento e vestuário são 
as áreas de maior risco, enquanto custos com moradia e pensões foram os itens com menor probabilidade de sofrer redução.

Esse provável corte de gastos reflete o pessimismo de consumidores sobre sua condição financeira.
 Dois terços dos entrevistados esperam que o custo de vida aumente como resultado da crise, enquanto 
as pessoas são quase quatro vezes mais propensas a dizer que isso reduziu a renda familiar em vez de aumentá-la.


Fonte: moneytimes.com.br


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