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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    Eu ouvi dizer que vocês querem conhecer o "Homem por trás do monstro", não é? Bom, eu vou contar, mas antes vamos brincar de How I Met Your Mother "2005-2013" e assim como o desinteressante Ted, ao invés de já revelar, eu vou contar uma história antes, com uma sequência de Obras que marcaram a minha vida semana sim semana não e para começar…

    "O que eles têm aí, o King King?" Ah Dr. Malcon, eles não tem não, mas essa citação me deixa muito feliz hahahaha.

   Jurassic Park (Jurassic Park - Parque dos dinossauros) é sério esse título Brasil? Esse negócio de dar os títulos deve ser passado de geração em geração hahahaha, enfim… Eu nasci em 1991 e em 1993 eu fui ao cinema pela primeira vez, eu não me lembro de nada claro, mas diz a senhora minha minha mãe que aquele bebê não chorou e nem piscou durante a sessão. Nascia ali K.Kong e não poderia ser com outro filme, a trilha "Welcome To Jurassic Park" de John Willians me arrepia desde que consigo me lembrar, mais até que as trilhas de Star Wars e isso não é nada fácil, acreditem.

    Existem filmes que são magníficos em sua época, mas que precisam sim serem refeitos para a nova geração de espectadores ou que precisam só mesmo ficar na memória, porque quando a gente assiste agora, Humm, desce rasgando a infância ou sua filha diz "que filme ruim, olha esse CGI, aff desisto desse filme, não quero mais", mas aqui no filme do Vovô Spielberg, isso não vai rolar ainda por um bom tempo.

    Não importa o quanto eu assista, principalmente o primeiro, porque eu sou tão fãboy que gosto até do que é piorzinho né, esse filme sempre me prende, seja pela nostalgia, pela paixão por "monstros", que com certeza começou aqui e não com Changeman, Power Rangers, Giraya, Ultraman e demais Tokusatsu, que sim, eu também amo. Ou mesmo pelo fato da história que enfim, é aquilo, mas com o tempo a gente começa a notar outras coisas que chamam muita atenção, como por exemplo o cuidado de não só dizer que o Dr. Alan Grant é uma pessoa Horrível, como mostrar isso mesmo que ele não esteja em foco, o filme o apresenta, fala sobre tudo de ruim que ele tem e ele realmente reage em cada cena mostrando seu desgosto, até que no fim ele aceita, por exemplo, que as crianças gostam dele e que nem são tão ruins assim (não Sra. Kong, meu pensamento com gatos não vai mudar igual o dele com crianças hahaha).

    E por falar em crianças, Pai que dó dos mirins Lex e Tim Murphy, ninguém nesse filme, nem o Dr. Ian com sua perna bem quebrada e de frente para o T.Rex sem poder correr, sofre tanto, fico imaginando o quanto foi gasto com psicólogo com esses dois, não gosto de árvores, não gosto de lama, maçanetas não são seguras, não como sozinho em restaurante nenhum, será que a tremedeira da Lex voltou agora que os dinos estão soltos por aí, aliás quem são os pais dessas crianças? Devem se sentir mal até hoje. Destaque aqui para a separação de presepadas:

    Tim: preso no carro, preso na árvore, eletrocutado, todo estrunchado tendo que correr de Raptores

    Lex: atrai o Rex, quase esmagada pelo carro, largada pelo advogado cagão, pegou Gripe de Brontossauro, viu os Raptores primeiros e ainda quase foi comida quando caiu do teto.

  Existem algumas coisas na franquia que me incomodam claro, como o vilão mais desagradável do cinema que deveria ter um final muito pior, sim estou falando de você Dennis Nedry, aposto que até Wayne Knight que te deu vida ama te odiar, o fato ser dito que o T-Rex corre a 100 Km, mas em Jurassic World, Claire Dearing correr dela e de salto alto e para fechar Samuel L. Jackson está no filme e não pode nem filmar a sua morte dizendo um "Filha da …" como sempre, pois um Fucking Furacão o impediu de chegar ao Havaí e filmar a cena.

    Claro que existem mais coisas que me incomodam, mas não quero contar hahaha

    Jurassic Park marcou gerações inteiras, é rico em detalhes, está de longe a frente de sua época e é o pé que me levou, assim como muitas outras pessoas, a me apaixonar pelo cinema de alguma forma, lembrando que depois disso todo o filme de bicho gigante que come as pessoas e não é maligno eu torço para os Bichos ficarem vivos e em paz e os Humanos que Morram.

    Quem não assistiu por favor, toma vergonha na cara e vai assistir.

    Ah, olha eu esquecendo de novo, as mulheres nessas franquias são sempre bravas né, fazem um escândalo, mas sempre tomam a frente em algum momento, mas só nesse primeiro filme que isso gera até um início de discussão sobre sexismo.

    Menção mais que honrosa para John Hammond, personagem maravilhoso, encantador, cativante demais, da até uma coisinha no coração quando ele fica desolado vendo o sonho dele morrer, afinal o sonho de Hammond é tudo nesse universo e por tanto é tudo para nós.



Por: K. Kong



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Em clima romântico, Paolla e MC Kekel anunciam parceria em 'Zerando A Vida'

Foto: Divulgação.



    Alerta de hit no mundo do pop funk! De um lado Paolla, dona de um timbre único, hits digitais que caíram nas graças do jogador Neymar e detentora do título de principal aposta do gênero. De outro, Mc Kekel, dono de mais de 215 milhões de streamings e hits como “Namorar Pra Quê?” e “O Bebê”. Resultado? Os dois lançaram juntos o single “Zerando a Vida” no dia 16 de abril, em todos os apps de música e YouTube.

    Mostrando seu lado romântico pela primeira vez e com influências que flutuam entre o R&B da cantora norte-americana Kehlani ao sentimentalismo de Matheus e Kauan, “Zerando a Vida”, marca o encontro de gerações do funk e concretiza um sonho antigo de Paolla em realizar uma parceria com o MC. “Essa música é muito especial para mim por dois motivos: O primeiro é a realização pessoal de um sonho! Desde 2017, quando abri o show dele aqui na minha cidade (Campo Grande/MS), eu sonhava em realizar essa parceria. Quase quatro anos depois e não é que deu certo? Isso prova que, quando determinamos algo e trabalhamos para isso, tudo dá certo! O segundo e ainda mais desafiador foi most rar meu lado romântica, já que todos os meus trabalhos anteriores a este têm um mood completamente diferente”, conta.

    Kekel se diz feliz em participar de Zerando a Vida e aposta que a cantora será um dos principais nomes do funk nacional, em breve. “Quando recebi o convite para participar deste trabalho, através do empresário, fiquei extremamente impressionado com o talento dela (Paolla). Tudo fluiu de uma maneira muito natural, foi bem gostoso e divertido gravar este som. Sem sombra de dúvidas eu posso afirmar que, se ela continuar do jeito que está trabalhando, será um dos maiores nomes do pop funk brasileiro muito em breve”.



Texto: Gabriela Gimenes.



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quarta-feira, 16 de junho de 2021

Angra divulga vídeo de "Nova Era" com participação especial da Família Lima presente no DVD “ØMNI Live”

Foto: Divulgação.



    O Angra acaba de lançar o vídeo de "Nova Era" ao vivo do DVD “ØMNI Live”, com participação mais do que especial da Família Lima, e que foi gravado no Tom Brasil (SP), em 2018. Essa é a primeira vez que "Nova Era" foi apresentada ao vivo pelo Angra com um quarteto de cordas, o que torna o momento especial para os fãs. O DVD e CD ao vivo podem ser adquiridos na pré-venda da loja oficial do Angra: https://store.angra.net/. Assista "Nova Era" feat. Família Lima: https://youtu.be/DQa8I8pt_LE

    Felipe Andreoli fala sobre "Nova Era": Nova Era é uma das músicas mais emblemáticas do meu início de jornada com o Angra. Foi a música que nos deu certeza de que estávamos carregando a rocha e os pilares sobre os quais o Angra se formou adiante. Foi uma música tão importante que acabou por apelidar a formação que gravou Rebirth, do "Angra Nova Era". É um speed metal na linha dos grandes épicos pelos quais o Angra é conhecido, e ganhou um tempero muito especial com a participação da Família Lima.

“Tocar com o Angra é sempre um prazer. Participar de Nova Era foi mais que especial, já que foi a primeira vez que a música foi apresentada ao vivo pelo Angra com um quarteto de cordas. Participar desse marco foi gratificante para gente”, comenta a Família Lima em comunicado oficial.

Mais informações:

Site Oficial – http://www.angra.net/



Texto: Thais Fernandez.



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Analice lança Desatando Nós



Fotos: Divulgação.



    Do sofrimento ao redescobrimento Banda Analice lança clipe Desatando Nós.

    Analice é a síntese da miscelânea musical criada por Cadu Medeiros, Cleanto Neto, Kauê Moro e Paull. A banda explora os contrapontos musicais e poéticos em alusão às nuances da vida: a tensão e o relaxamento; o cinza e a mistura infinita de cores. Parte do trabalho dos músicos de São Paulo pode ser conferido no clipe recém lançado, Desatando Nós.

“A música retrata o processo de auto análise do indivíduo dentre um momento de angústia, confusão e solidão, resultando em seu autoconhecimento após profunda reflexão. Cada um de nós quatro temos uma história e aqui nesse projeto falamos de nossas questões. Dos sofrimentos às alegrias, das singularidades ao senso de coletividade. O pano de fundo é o cotidiano e isso fica evidente em nosso trabalho". Explica o compositor da faixa Cadu.



Por: Redação.



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terça-feira, 15 de junho de 2021

“Bahia Você Me Dá Saudade” disponível em todas as plataformas digitais

Fotos: Divulgação.



  Moisés Navarro lançou, no dia 09 de abril, em todas as plataformas digitais, o single “Bahia Você Me Dá Saudade”, que contou com a participação especial da cantora e compositora mineira e ex-The Voice - Lívia Itaborahy.

    De autoria de Moisés Navarro em parceria com Ricardo Homen, a canção faz um passeio pela Bahia, um território pelo qual Moisés tem grande apreço e demonstra toda sua paixão, carinho e saudade.

    O cantor também comemora o clipe lançado em março, em seu canal oficial no YouTube, que já atingiu mais de 18 mil visualizações, em apenas um mês.



Texto: Luciano Oliveira.
 



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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Chefe Benja sua filha te deixou orgulhoso, espero que não ligue trouxe uns amigos" minha mãe ficaria pistola vendo essa galera na casa dela, com um Dragão então Vesh!!

    Raya and the Last Dragon "Raya e o Último Dragão" (Uhull parabéns Brasil, segundo título sem alterações assim seguidos, mais um pede música no fantástico hahaha). A belezinha da senhora Disney resolveu a uns tempos atrás viajar o mundo, falar de cultura e religiões diferentes, e não é que isso tem dado muito assustadoramente certo na minha humilde opinião? Digo humilde porque Raya por exemplo traz um mundo Sul Asiatico lindão, que aliás arrisco dizer até que essa animação ficou mais top que a de Frozen 2 "2019", mas eu absolutamente não entendo muito da cultura Asiática e da última vez que eu amei de coração um Dragão da Disney, ele era o Mushu, para quem não sabe o Mushu é uma figura totalmente desrespeitosa para a cultura Chinesa que tem os Dragões como seres, sábios, imponentes, poderosos e imortais, agora comparemos com o pobre do Mushu, entendeu né.

    A melhor coisa sobre esse filme não é entender a mensagem sobre o mal que o Humano trás para o mundo por se dividir, ter inveja e trair uns aos outros, isso é irrelevante, tô nem aí pra tudo isso, o negócio aqui é amar, sim você ama a Raya pequena porque ela é toda convencia e destemida porém uma fofa, obediente e um tiquinho rebelde, mas ao mesmo tempo sábia, sim sábia afinal de contas uma criança com a personalidade dela tomar a atitude de acolher uma criança do povo vizinho o qual ela ouviu com certeza desde que nasceu que era um povo horrível e só porque naquele mesmo dia seu Pai disse que ela achava isso só porque foi o que contaram a ela, isso é sabedoria, poderia ser disciplina, mas se fosse só disciplina ela não faria de bom grado.

    Você ama o Tuktuk quando pequeno porque ele é uma graça e obviamente não tá nem aí para hora do Brasil ou de Komandra e ama o Tuktuk grande porque ele não mudou absolutamente nada depois de grande e vagante em um mundo pós apocalíptico.

    Você ama Sisu porque ela é especialmente magnífica, pelo menos na forma Humana, coisa mais linda de fofa, salvou o filme porque eu juro que se eu a visse mais uma vez na forma Dracônica em duas patas eu parava de assistir, que aflição aquelas pernas, eu só sabia dizer "fica normal em quatro patas por favor, vai quebrar isso aí moça!!"

    E o que dizer sobre a Patotinha, Capitão Boun achei que iria superar a Sisu por alguns instantes, depois vem o gigante Tong que apesar de parecer perigoso tem um coração molinho molinho, é um amor gente e teve a melhor forma de apresentar um personagem possível, ele aparece em um dado momento aí se junta a turma e depois tem uma elipse e o Boun fala o nome dele numa boa, porque? Porque sim, eles que estão viajando juntos, existe vida fora da tela, nem todo mundo precisa se apresentar, falar seu nome e seus feitos o tempo todo parecendo um diálogo de "Cavaleiros do Zodíaco"1985-1990 .

    "Você é Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus? Sim eu sou Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus! Então esse é o poder de Shaka de Virgem o cavaleiro de ouro mais próximo de um Deus?!" (Me odeiem mas é verdade eu assisti Cavaleiros na Manchete e algumas várias vezes depois até em DVD).

    E por último, com toda certeza nada menos importante, vem os 4 quatro chaveirinhos do terror liderados pela melhor Bebê charlatan mais linda que existe, a pequena mão leve Noi, eles tem meu coração, mas só quando eu estiver sem minha carteira hahahaha, ok ok eles são muito fofos, mas Sisu Humana ainda supera com aquele cabelo desgramado. hahaha...

    Assistir a Raya e o Último Dragão e não se apaixonar, seja pela qualidade da animação ou pelos personagens é um pecado gigante, não que a história não seja boa, pelo contrário é uma boa História sim, mas na boa, que cores, que textura e quanto carisma, vai por mim, a História mesmo legal é de menos, afinal nem tem muita novidade é aquela jornada do Herói que agente conhece, agora jornada da Heroína né, que aliás fiquei tão deslumbrado que ia esquecendo, estamos falando de um filme de protagonista Mulher, vilã Mulher, importância, garra e fofura Feminina, para mostrar ao mundo que lacração não é forçar a barra não, é um adjetivo ruim , lacração e quando alguém mostra por A+B que suas opiniões preconceituosas são nulas e te deixa absurdamente sem respostas, lacração e quando por exemplo nesse caso dois Homens, um Mexicano e um Americano nos apresentam um mundo onde todos os Homens precisam ser salvos e todas as mulheres, até mesmo uma idosa, são Badass e você vai gostar porque as princesas da Disney hoje em dia são muito mais que donzelas, são Guerreiras.

    Ah a trilha sonora é ótima e não sei mais o que fazer com meu Ranking dos 10 melhores filmes Disney.



Por: K. Kong



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domingo, 6 de junho de 2021

🇧🇷 Panelaco #ForaBolsonaro, Lapa, Engenho Velho de Brotas Salvador Bahia.✌️💪🏿

Nosso colaborador argentino Alejandro Enrique Mariani, comunicador popular registra um acontecimento necessário e importante no bairro da Lapa, Rio de Janeiro. O panelaço #forabolsonaro.


🇧🇷🇧🇷 O 29 de Maio  fico registrado na memória  coletiva do povo  como o início do fim do cidadão que por  uma série de manobras orquestradas  está ocupando a Presidência da República.

A jornada do #29M foi marcada  en primer lugar pela massiva participação  da população  que deixo  perplexo até o mas  incrédulo.  Segundo a participação  da  juventude,   que foi a maioria de manifestantes. E aí onde chamou minha atenção. Juventude  que cresceu  com o Golpe  do 2016, de lá pra cá só privações de tudo tipo dificuldades para ingressar  a uma Universidade ,para conseguir  um emprego decente ,   ver sua maes e seus pais perder empregos,  persecussoes  por ser jovem, por eleição sexual,  por cor da pele. Para dificultar mas a vida   chegou se instalou é expandeu  a pandemia pela irresponsabilidade do cidadão  que como dito antes ocupa a Presidência  da República.
 Mesmo tudo durante istos  anos Issa juventude  aguentou resisteu. é   foi responsável ante tantas adversidades apresentadas na suas vidas. 
O que aconteceu  o #29M foi um ato  pata dizer chega de irresponsabilidade, chega de mortes evitáveis. Vacinas para toda a população, comida no prato , auxílio emergencial  decente.  Foi preciso se arriscar e ir para ruas mostrar que existe gente que tem voz e até agora no foi escutada.  Não é possível continuar vivendo  como até agora numa mistura de ignorância é  paranoia  até aonde a irresponsabilidade de quase 58 milhões de pessoas colocaram a Brasil  onde se encontra hoje. 
Tudo tem um limite 
O  Sábado 29 o Povo Brasileiro  comenca a escrivir  seu propia história.
Viva o Povo Brasileiro!!


 Alejandro Enrique Mariani 📣📢
 Comunicador Popular 🎤✍️📢*
 

Veja vídeo no link abaixo.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Duo Severino lança segundo EP da banda: “Ainda é Carnaval”

Fotos: Thais Vieira & Divulgação.



    O Duo Severino lança em abril seu segundo EP - "Ainda é Carnaval".  Uma degustação ampla de sonoridades múltiplas e identidade própria fatiada em cinco singles: a homônima "Ainda é Carnaval", "Trejeitos e Defeitos", "Bela flor", "Café" e "Brinquedo", assinados por Humberto Campos (compositor e baixista) e cantados pela outra metade do Duo, Edson Freitas (cantor e guitarrista).

“Aproveitamos a boa experiência que tivemos com o músico e produtor Jackson Pinheiro em nosso primeiro EP e iniciamos a pré produção do segundo trabalho. Fechamos a composição do nosso repertório autoral, gravamos e estamos deixando tudo bem azeitado para quando pudermos rodar novamente o Brasil”, conta Humberto.

    Formado em 2017, pelo baixista Humberto Campos e o cantor e guitarrista Edson Freitas, o Duo Severino é uma das vozes ascendentes da nova cena musical capixaba. A dupla carimba suas criações com uma sonoridade pop em letras que descrevem crônicas do cotidiano. A mistura rendeu indicações em três categorias na 6ª edição do Prêmio Profissionais da Música (Autor, Letra & Música, Intérprete de MPB e Videoclipe), e os levou às semifinais do concurso EDP Band Live, voltado a revelar novos talentos. Em Vitória, já tem público cativo nas apresentações por bares e casas de shows da cidade, pré-pandemia conquistado com as canções do EP “Próxima Estação” (2019) e o single videoclipe “Manhã de Domingo”, com sua pegada alegre e luminosa.

    Neste lançamento, três singles exaltam itens do nosso cotidiano e dois falam de amor.  "Ainda é Carnaval" relembra um romance antigo propondo uma volta do casal “Deixa acontecer um pouco a cada dia / Um olhar, um toque, / Vem vamos brincar nesse salão da vida/Não me deixe agora/Não se vá embora/Ainda é Carnaval".

   "Trejeitos e Defeitos" fala de amor, mas admitindo um aspecto obscuro dele: o ciúme. "Não me queira mal/Não foi por querer/Mas acho até normal/Ter ciúmes de você/Sei que é absurdo/Não é por desconfiança/Sinto que quase surto/Se meus olhos não te alcançam".

    Apesar do tema denso, a dupla vai fundo na descrição da emoção e volta à superfície trazendo um fecho engraçado. Sonoramente é um pop/rock/indie, mas pela simplicidade, a música é um verdadeiro coringa que poderia se transformar, tranquilamente, numa MPB ou mesmo num sertanejo moderno.



Texto: Lenke Pentagna.



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quinta-feira, 3 de junho de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest


    "Pane no sistema, nível de oxigênio 35%" coitada dessa mulher o caixão dela usa uma versão modificada da Cortana, alguém avisa pra ela que em Hallo 5 a Cortana é a vilã hahaha.

    Oxygen "Oxigênio" é sim um nome bem simples para uma obra que não é tão simples assim, ou pelo menos fez o possível né, porque adivinhem quem estragou parte da experiência nas primeiras dicas e o resto todo logo depois de uma ligação, sim sim eu mesmo!

    Mas não me julguem por favor, o filme cria bem uma atmosfera de mistério sobre onde, como, porquê e quem, sim eu disse quem, porque a personagem não sabe nem mesmo quem ela é, mas mas mas, as pequenas pistas dos primeiros 20min no meu caso já foram o suficiente para responder parte dessas perguntas e depois de um certo diálogo então, vesh.

    A jornada da Bioforma Omicron267 é tensa, claustrofóbica e às vezes irritante e nem da pra pensar "que diacho de mulher inteligente e burra ao mesmo tempo, para de gastar seu oxigênio cara!!!!!" Simplesmente porque a mulher tá presa em uma fuking caixa apertada e suas únicas "companhias" são alucinações, fragmentos de memória, e uma inteligência artificial que na moral parece que tá tramando alguma coisa, parece chato né, mas Mélanie Laurent dá conta de nós deixar querendo saber que raio tá acontecendo. A busca dela para entender tudo a levou a estar ali, seria chata e até mesmo medíocre "eu desprezo essa palavra aliás", mas ela entrega emoções genuínas demais para serem ignoradas, além do fato de que gravar um filme todo naquele espacinho certeza que não foi fácil.

    Mas eu gosto mesmo é do M.I.L.O, ah malditas máquinas, é impossível assistir ao filme e não ter certeza que esse Robô tá de sacanagem, quando ele diz "gostaria de um sedativo?", e ele fala várias vezes, aí que o cinismo desse cretino chega no máximo e ao mesmo tempo é tão tão legal, definitivamente não dá para saber se ele está tentando ajudar, se é neutro, ou é do mal mesmo, eu pelo menos fiquei torcendo para ele ser só sarcástico mesmo hahaha

    Prestar atenção no M.I.L.O é de vital importância para entender o filme, pois é ele que de propósito ou não joga todas as dicas, tem uma sequência aqui aliás, a do PEC, que ao mesmo tempo que me deu um desespero eu ri demais, principalmente quando ela reclama do sedativo.

    Oxigênio é um filme que se passa em um ambiente só e o menor ambiente que eu vi até agora, acho que não dá nem pra diminuir mais aliás, (na verdade até dá, mas quero ver alguém fazer um filme bom só com uma cabeça na caixa), cheio de segredos, com duas ótimas atuações, uma bela dublagem, quase sem trilha sonora e que vale muito a pena não só ver por ver, mas sim passar mal e se sentir apertado assim como a protagonista. Mas infelizmente para ele K. Kong é o bichão e mesmo sabendo que eu no lugar da Liz iria chorar como um bebê até a morte, eu vou contar vantagem e dizer que teria no desespero entendido tudo que estava rolando ali.

    Desculpem, mas já que me fizeram perder duas vezes para o Calango nuclear, agora eu também não vou perder para mais ninguém (Paciência, logo logo falo sobre Kong vs Zilla).



Por: K. Kong



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“Cansei”: cantora Flávia Souza lança rap sobre discriminação racial e desigualdade

Foto: Divulgação.



    Mulher negra e empoderada, a multiartista Flávia Souza lançará, no dia 16 de abril, seu segundo single, intitulado “Cansei”, nas mais importantes plataformas como Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Music, além do Youtube. O rap autoral reforça o cansaço perante o contexto contemporâneo da herança colonial e a persistência da lógica escravista, trazendo reflexões que atravessam o cotidiano dos desfavorecidos economicamente e da população afrodescendente.

“A sociedade nos coloca na posição de precisar militar o tempo todo. Isso nos desumaniza e aprisiona. Estamos cansadas e cansados de ver pessoas morrendo sufocadas, seja pelo coronavírus ou asfixiadas por policiais. Chega dessa violência contra a gente”, enfatiza.

    Com versos como - "rico, branco, preto e pobre somos todos humanos", "a cor é causa de dor" e "filho que mata pai e irmão que mata irmão", a música retrata um panorama atual de diferenças sociais e econômicas, além de um mundo de incertezas e pouca liberdade. O lançamento de “Cansei” vem seguido do sucesso da música “Afrontosa”, lançada em fevereiro deste ano, que conta com mais de 30 mil visualizações, no Youtube.

    Em ritmo de dancehall pop, com toques de jongo, “Afrontosa” é um grito de liberdade, autoestima e empoderamento feminino e negro.

Lançamento “Cansei” no dia 16 de abril.
Plataformas Pré-salvar: https://backl.ink/145941733

Plataformas para ouvir “Afrontosa”:




Texto: Rosa Andrade.



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quarta-feira, 2 de junho de 2021

Produtora de Rennan da Penha, Hitzada, anuncia contrato com a Sony Music

Foto: Divulgação.



    Sony atuará no processo de distribuição dos artistas do selo nas plataformas digitais.

    A gravadora e produtora Hitzada, projeto do DJ e produtor Rennan da Penha em conjunto com os empresários Leonardo Gomes e Lucca, que também faz parte do casting de artistas, celebrou uma conquista importante, no dia 06 de abril. O selo acaba de assinar um contrato com a Sony Music para a distribuição dos artistas da Hitzada, nas plataformas digitais.

    Por Rennan já ser artista da Sony há alguns anos, o processo de escolhê-la para a função de distribuição de lançamentos de seu selo foi natural. O catálogo Hitzada inclui artistas do funk, pagode e rap, como Negrosim, cantor de funk; Cabelão do Turano, DJ e produtor; Lucca, cantor de rap e love song; Julia Bacellar, DJ, cantora, produtora e apresentadora do programa semanal “Pra Todas Elas” na rádio FM O Dia; e o cantor Luidd, nova aposta do pagode.

    O selo, criado em 2020, é a realização de um sonho do produtor carioca. Funcionando como produtora e gravadora, a Hitzada visa dar suporte a artistas promissores do funk e outros gêneros musicais, abrindo portas para novos talentos da cena independente.

“Quero fazer pela garotada o que tanto queria que fizessem por mim no início da carreira. Quando comecei, não tinha quem me orientasse e, por isso, passei por muitas dificuldades para chegar onde estou hoje”, explica.

"Tem muita gente talentosa na favela, esperando apenas uma oportunidade de mostrar seu trabalho. A Hitzada vem exatamente para preencher esse espaço", acrescenta o artista.

    Essa parceria entre Sony e Hitzada promete muitos projetos. Só neste mês, vão ser lançados o single “Complexo da Penha”, que conta com o próprio Rennan, o cantor Lucca e o rapper Rodd e a música “Paga pra mim”, de Julia Bacellar em parceria com O Mandrake e Aline Amorim. Ainda haverá o lançamento do EP de Luidd, que está sendo gravado em parceria com Lincoln de Lima – produtor musical que já trabalhou com grandes nomes como Ferrugem e Dilsinho.

"Quero alçar voos mais altos e diversificar cada vez mais meus negócios e empreendimentos, sempre almejando um futuro melhor e sem me esquecer da minha raiz", conclui o DJ.



Texto: Thais Mazer.



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terça-feira, 1 de junho de 2021

DJ Camilla Brunetta entra para o casting Live Talentos

Foto: Divulgação.



    Um dos maiores nomes das pistas de dança do Rio de Janeiro, a artista comemora a conquista e promete novidades ainda para este semestre.

    Absolutamente repleta de energia, a DJ Camilla Brunetta – um dos maiores nomes das pistas de dança do Rio de Janeiro – embarca em mais uma aventura: a parceria com o grupo Live Talentos, reconhecido por seu trabalho estratégico e longevo de gestão de carreiras como Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Henrique e Diego, Make U Sweat, e mais, que acaba de assumir o gerenciamento artístico da DJ.

    Há 8 anos inovando no open format, a DJ é autodidata e transita do funk ao eletrônico em suas produções e shows, com setlist contagiante, de sonoridade bem brasileira e criativa. É dona do remix do hit “Várias Queixas”, do aclamado trio Gilsons, um dos singles mais ouvidos em 2020, e já foi headliner de grandes projetos, tocando para mais de 150 mil pessoas. E, além de toda a carreira musical, Camilla Brunetta também é criadora de conteúdo e já trabalhou com marcas renomadas, como Adidas, Pandora, Estrella Galicia, e mais.

   Para a DJ, compor o casting da Live Talentos é a realização de um sonho. “Às vezes é difícil de acreditar que cheguei tão longe. É uma felicidade que não consigo explicar; estou tão animada! O último ano não foi fácil, mas estamos trabalhando bastante para trazer novidades. Agora sei que estou em boas mãos e, juntos, vamos fazer tudo acontecer!”, conta.

  Ao longo desse período mais desafiador de todos os tempos para o mercado de entretenimento, o Grupo Live – que ainda conta com a gravadora Onda Musical, Alphabeat Records (selo com foco no mercado eletrônico), Alpha Talent Agency e Must Music Academy – esteve sempre focado em planos para agora e para o futuro. Com uma gestão responsável, estão passando por esse momento de maneira estável e visionária, com próximos passos planejados e diversos planos em execução. 





Texto: Letícia Baptista.



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segunda-feira, 31 de maio de 2021

OUTROEU surpreende com nova sonoridade em “Preciso Dizer”

Foto: Divulgação.



    Single já está disponível em todos aplicativos de música e clipe também.

    Quem acompanha a OUTROEU sabe que fazer diferente é a marca registrada do duo. Sempre trazendo novas propostas em suas letras e clipes, desta vez, Mike e Guto decidiram surpreender com uma nova melodia. “Preciso Dizer” deixa de lado as produções realizadas com banda e aposta na união do orgânico com o eletrônico, descoberto neste momento de pandemia pelo duo. O single está disponível desde o dia 8 de abril, e clipe, que traz o alto astral característico da OUTROEU, chegou ao YouTube, no dia 9 de abril.

    "Tente fazer de hoje um dia bom, nada vai te deixar na mão. Alguém legal me faça esquecer, sei que tá difícil, tá difícil, mas preciso dizer”, essa é só a primeira parte do refrão chiclete que não vai sair da sua cabeça. A canção traz em toda sua letra uma mensagem de positividade, de enfrentar os momentos difíceis, ver o lado positivo das situações e seguir sempre adiante.

    E com uma mensagem dessas, a melodia não poderia ser outra. Produzida pelos meninos da OUTROEU, Túlio Airoldi e Alex Favilla, a canção é extremamente animada e com uma leve pegada vintage, trazendo elementos eletrônicos unidos ao orgânico característico do duo para criar uma sonoridade diferente de tudo que o duo já apresentou.

  Já o vídeo mantém a característica dos últimos clipes da OUTROEU que trazem brincadeiras, dancinhas e muita diversão, ao mesmo tempo, que mostra como a canção foi escrita e produzida pelos próprios cantores durante a pandemia.

“Essa música a gente compôs com o Pablo Bispo, Arthur Marques e o Alex Favilla aqui em casa. Foi nossa primeira vez compondo em grupo assim, já havíamos composto junto ao Arthur, mas foi nossa estreia com o Pablo. É muito massa compor com essa galera responsável por grandes hits do POP, ficamos muito felizes de fazer música com eles”, conta Mike.

“O Alex chegou aqui para compor com algumas bases feitas e na hora a gente já começou a cantar, bater palma e fomos colocando a letra, entendendo o que a gente queria falar e a melodia. Na parte da produção, a gente aprendeu muito com o Alex de como fazer algo do nosso jeito de tocar instrumento e ao mesmo tempo mudar um pouco com essa pegada programada, eletrônica, que foi nosso maior desafio. No final, juntos conseguimos produzir algo que fosse realmente nossa cara”, explica Mike.

“Preciso Dizer veio muito da nossa vontade de lançar uma música do jeito que a gente tava fazendo em casa. Começamos a compor mais, produzir mais, fazer beat, programando, usando esse software do live e a gente queria muito colocar isso para frente. Foi quando chamamos o Alex para produzir junto com a gente esse single e nosso próximo EP, e ele já trouxe a base pronta, compomos em cima disso e gravamos alguns instrumentos”, relembra Guto.

“É uma música que a gente tá curtindo demais tanto que escolhemos ela para ser a primeira a sair. Gravamos o clipe em uma casa em São Paulo que traz um astral de tentar fazer o dia bom como a mensagem da letra, preciso dizer que mesmo que seja difícil, vai ficar tudo bem. Estamos colocando pra fora uma verdade que veio pra gente, desse momento de pandemia e curtimos muito sair da nossa zona de conforto”, completa Guto.



Texto: Gabriela Gimenes.



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domingo, 30 de maio de 2021

Jovem preto é agredido com soco no rosto por policial.


Jovem preto é agredido com soco no rosto por policial. 

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Mais um ato de agressão policial. A cada dia vemos o crescimento do abuso de autoridades. Aonde isso vai parar?!!! O presidente deu e dá apoio aos policiais para continuarem com esses atos absurdos. Mas nós pretos e pretas não valoa permitir e nossas redes sociais e plataformas digitais são nossa arma.

Juntos seremos invencíveis.

A @radioboamusicafm
é apenas uma das plataformas QUE ALCANÇAM O BRASIL E DIVERSOS PAÍSES, além de outros meios de comunicação, que mostram e protestam contra essas e outras agressões, bem como as agressões às mulheres, abusos de menores e agressões aos LGBTQIA+

ELES NãO VÃO NOS CALAR.

Esse é um repost de  @profadrianavasconcellos.

Qual vai ser a desculpa?
Racistas desprezíveis, desonestos e covardes...vão pedir desculpas ?


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O alto comando vai dizer que foi fato isolado e não é conduta padrão,caçar e matar prete?
@corregedoria_policiais @mpsp_oficial


Veja vídeo chocante no link abaixo:

Matéria de @ryck_bastos 



sexta-feira, 28 de maio de 2021

A TRANSGERACIONALIDADE DA RIQUEZA E DA POBREZA

Fonte: Pinterest


"Analisando essa cadeia hereditária / Quero me livrar dessa situação precária / Onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre / E o motivo todo mundo já conhece É que o de cima sobe e o de baixo desce E o motivo todo mundo já conhece É que o de cima sobe e o de baixo desce..."

(Trecho da letra Xibom bombom, do grupo musical “As meninas”).

    Já parou para pensar o quanto nós nos acostumamos a culpar os ricos por todos (ou quase) os problemas sociais que enfrentamos? Quando não são os ricos, culpamos o Diabo, mas isso é outra história (risos). Claro que problemas como a exploração de mão de obra e a falta de políticas públicas que favoreçam mais a população do que a indústria são necessárias, contudo, dificilmente alguém olha para baixo quando se está no topo e o motivo é bem simples: por medo de cair.

    Por isso, o sistema mantém, como diz o trecho da música de sucesso durante os anos 90 do século passado sobre a hereditariedade, que nos passa a ideia de transgeracionalidade, algo que é transmitido de pai pra filho(a), que devemos ensinar nossos filhos o caminho da prosperidade financeira em vez do consumo. Mas, o que isso significa? Que o pai rico ensina seu filho a ser rico, enquanto o pai pobre ensina seu filho a ser pobre.

    Como assim?

    Acredito que pouca gente tenha prestado atenção na letra da música em si, mesmo porquê a vocalista e suas dançarinas chamavam muito mais atenção (risos). Mas já naquele tempo, a tentativa de abrir nossos olhos para esse que, em minha opinião, faz-se um dos problemas mais sérios que o Brasil enfrenta atualmente, além da falta de saúde educação, é a falta de uma educação financeira inteligente.

    Somos forçados, dia-a-dia, a gastar todo dinheiro que conseguimos através do nosso trabalho e, muitas vezes, sequer sabemos onde gastamos. Os comerciais de TV nos diz para comprar isso ou acolá. As propagandas dos outdoors nos incita à ir às compras. A grama do vizinho estando mais verde que a nossa também já é motivo de, em busca de status, não ficar por baixo. E sem perceber a ideia de poupar e/ou investir, quando ver, já foi! E a razão é simples: nossa situação transgeracional* nos ensina e reforça a pobreza.

    O fato é que sempre procuramos um bode expiatório para nos eximirmos de qualquer eventual culpa quando o assunto é dinheiro, e há para isso uma explicação lógica até e tem a ver com os chamados vieses psicológicos ou cognitivos e, um desses vieses que nos faz acreditar que o rico é rico pelo simples fato de ser mau é o viés da confirmação.

    O viés da confirmação nos permite procurar e aceitar com mais facilidade informações que confirmam aquilo em que já acreditamos. "Isso significa que teremos menos chances de encontrar informações que vão contra o que acreditamos".

    O mais engraçado - pra não dizer trágico - é que o rico ensina seu filho a lidar com o dinheiro. Isso se chama educação financeira. Enquanto que o filho do pobre é educado para escassez e desejo de consumo. Por isso, isto é, em sendo apenas consumidores e, de acordo com as palavras de Vernon Johns, ativista dos direitos civis dos pretos norte-americanos, não passamos de parasitas. Não é uma tarefa fácil, porque devido a esse bloqueio cognitivo, falar sobre educação financeira é o mesmo que ser visto como neoliberal e visionário. Nos acostumamos tanto com a pobreza que já não desejamos mais sair dela.

    As eleições presidenciais de 2022 estão batendo às portas. A população preta quase que uníssona está expectando a candidatura e, consequentemente, o elegimento de um certo candidato de esquerda o qual desde já, vem sendo promovido à salvador da pátria. E essa expectativa tem nome: benefício social. Sim, sei que serei chamado de traidor da raça e de neoliberal por alguns, mas entenda: “os pobres sempre terão convosco” (João 12:8).

    Sim, quem me conhece sabe o quão avesso sou à doutrina cristã por “N" razões, mas também sei o quanto a “pretaiada” adora essa religião que os manteve cativos quer fosse no corpo quer no espírito por mais de 300 anos e que, infelizmente, permanece até os dias de hoje. Por isso, usei deste versículo para exemplificar a questão visto ser pertinente uma vez existindo a diferença entre os que vivem na pobreza e os que querem estar na pobreza.

    Então, caso se sinta ofendido(a), não leve para o pessoal, pois essa mensagem é para aqueles que desejam mudar a forma de pensar e agir, que prospecta o futuro em vez de viver somente o aqui e agora, porque sim, são essas migalhas assistencialistas o que nos mantém não apenas dependentes do Estado que, diga-se de passagem, encontra-se cada vez mais mínimo e aquém de suas responsabilidades e assim permanecerá, mas cada vez mais pobres também.

    Educação financeira é a chave para alcançarmos nossa liberdade financeira e, senão uma vida regalada, digna pelo menos. Mude de hábito. Eduque-se financeiramente e converse sobre finanças pessoais com seus filhos(as). Ensine-os a poupar e a transgeracionalidade fará o resto.



Por: Hélio Fernandes



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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Papo sobre cinema!

Fonte: Pinterest



    "Ah para filha, o seu Pai ta tentando" pelo o que me contaram é nessa hora que os filhos ficam mais putos, porque com certeza a Mãe tá passando o pano para um Pai babaca. hahahaha...

    The Mitchells vs. the Machines(A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas), o que esperar de uma animação que tem um título de uma linha inteira?

    Uma experiência bem maluca pelo menos e geralmente que seria da Pixar, só que não. A Sony Pictures Animation nos trouxe uma animação peculiar, diferentona, colorida, recheada de piadinhas e ao mesmo tempo abordando de forma muito bem trabalhada assuntos como auto aceitação, família, apocalipse das máquinas, Furby do mal e a diferença entre um cão, um porco e um pão de forma. hahaha...

    Bom eu já falei que o filme é bom então resta agora falar de tudo mais certo, certo. Eu, Kong, em si, não manjo muito de família né, uma vez que os bicão da Ilha da caveira detonaram os meus pais, mas estudo bastante e esse filme consegue mostrar um problema comum nas famílias em geral de uma forma muito interessante, falando para os pais, "deixem de ser tontos, apoiem seus filhos e aceitem que os tempos são sempre outros e eles não vão ser exatamente como vocês querem", mas também fala aos filhos, "cara deixa de ser babaca, seu pai desistiu de coisas para dar a você uma vida onde você não precise desistir de nada e tudo que ele tá te pedindo em troca é atenção". Claro que eu sei que nem todos os casos são assim, mas pelo jeito na família do diretor assim como em muitas outras é! Sim, eu falei na família do diretor mesmo, Michael Rianda é da família Mitchell original(pelo menos é o que ele diz, por isso tem até uma foto deles no final). Mas não é só isso, os Mitchell tem personalidade, coisa que eu dou muito valor, uma filha filmmaker, narradora e a editora do filme que ainda nos deleita com montagens inteligentes, desde o macaco que grita a uma simples animação de coração que se quebra, uma mãe super good vibes e encorajadora que vira literalmente o bichão quando alguém mexe com suas crias, um filho mais novinho (meu personagem favorito), que é fissurado em dinossauros, que é bem carismático até, mas Infelizmente não tem quase nada de destaque, e um pai chucrão que não manja absolutamente nada de tecnologia, defensor da vida pré tec, que deu para toda família uma chave Chave de Fenda Robertson n3 anti deslizante (inclusive deu uma de presente de casamento para a esposa.. Sra Kong vai ganhar alguma coisa bem útil assim também, eu). Também tem um cachorro que… bem… é o escudo definitivo contra robôs, e eles ainda ganham mais dois integrantes cômicos Erik e Erik também, quando você entender vai saber que é a receita do sucesso.

    Ainda deixando o apocalipse de lado, você já achou que a família vizinha é melhor que a sua? Não? Os Mitchells sim, a Família Posey(Pose hahaha), na moral, gosto dos Posey, mas eles só servem para Linda ver que a família dela é melhor, chega de família e vamos aos robôs né…

    Uma lição para quem gosta de bater nos teclados e telas, seu celular não gosta disso e para os amantes de casa totalmente Smart e me perguntam como eu vivo sem microondas, se o bicho pegar e os robôs se revoltarem eu vou estar um passo à frente de vocês na sobrevivência hahaha.

    A pai tem um motivo até que legal para se revoltar, as pessoas realmente não dão valor as outras pessoas e as descartam com facilidade como qualquer coisa na vida e apesar dos robôs em si serem engraçados de mais e simularem todo o tipo de emoção que eles dizemnão entender mais do que muito bem, nada nada nada nada vai superar a referência a problemática dos Brinquedos Furby e o Furby gigante que solta raio, além do fado de que sim, somos hoje controlados e dependentes das máquinas e desligar nosso Wi Fi vai sim causar o colapso da humanidade.

    A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é aquele filme que você procura para assistir com as suas crianças e substituir aquelas coisas terríveis chamadas de Galinha Pintadinha, Mundo Bita e essas outras coisas que eeeeka! Meu filho não vai assistir essas coisas.



Por: K. Kong



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