m Rádio Boa Música FM / Blog de Notícias e Streaming de áudio e vídeos: REFLEXÃO

play de música

câmera estúdio

câmera estúdio

Player Tv Streaming

Visitantes:

Seja bem vindo! Chame-nos no chat.

Fale conosco, estamos on-line!

Sharethis

Destaque

Destaque

PLYAER 2 COM VÍDEOS CLIPS - KS

Siga nossa rádio.

Compartilhe nosso blog e programas ao vivo para seus amigos e familiares clicando abaixo nos botões

Compartilhe nosso blog e programas ao vivo para seus amigos e familiares clicando abaixo nos botões

Compartilha para diversas Redes Sociais

Reprises

Galeria do Instagram

Minhas Redes Socais

Visitas

Mostrando postagens com marcador REFLEXÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador REFLEXÃO. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Curva de rio



Curva de rio


As águas que banham o rio/ Se fizeram transbordar./ Através de ecos bravios/ Me impulsionei a voltar./ No meio do caos vazio/ Me peguei a repensar.../ Vela acesa sem pavio/ Desaguando sem represar./ De peito aberto no frio/ As estrelas fico à contemplar./ No céu, um anjo sorriu./ Fico aqui à suspirar.


terça-feira, 6 de abril de 2021


Gritaram - me Negra  

Poeta:  Victoria Santa Cruz 

Fonte:  Caue Mathias
 

Tinha sete anos apenas,

apenas sete anos,Que sete anos!

Não chegava nem a cinco!
De repente umas vozes na rua

me gritaram Negra!
Negra! Negra! Negra! Negra! Negra! Negra! Negra!

"Por acaso sou negra?" – me disse
SIM!
"Que coisa é ser negra?"
Negra!
E eu não sabia a triste verdade que aquilo escondia.

Negra!
E me senti negra,
Negra!
Como eles diziam
Negra!
E retrocedi
Negra!
Como eles queriam
Negra!
E odiei meus cabelos e meus lábios grossos
e mirei apenada minha carne tostada
E retrocedi
Negra!
E retrocedi . . .
Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Neeegra!
Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Negra! Negra!

E passava o tempo,
e sempre amargurada
Continuava levando nas minhas costas
minha pesada carga

E como pesava!...
Alisei o cabelo,
Passei pó na cara,
e entre minhas entranhas sempre ressoava a mesma palavra

Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Neeegra!

Até que um dia que retrocedia, retrocedia e que ia cair

Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Negra! Negra!
Negra! Negra! Negra!
E daí?

E daí?
Negra!
Sim
Negra!
Sou

Negra!
Negra
Negra!
Negra sou
Negra!
Sim
Negra!
Sou
Negra!
Negra
Negra!
Negra sou

De hoje em diante não quero
alisar meu cabelo
Não quero
E vou rir daqueles,
que por evitar – segundo eles –
que por evitar-nos algum disabor
Chamam aos negros de gente de cor
E de que cor!

NEGRA
E como soa lindo!
NEGRO
E que ritmo tem!
Negro Negro Negro Negro
Negro Negro Negro Negro
Negro Negro Negro Negro
Negro Negro Negro
Afinal
Afinal compreendi
AFINAL
Já não retrocedo
AFINAL
E avanço segura
AFINAL
Avanço e espero
AFINAL
E bendigo aos céus porque quis Deus
que negro azeviche fosse minha cor
E já compreendi
AFINAL
Já tenho a chave!
NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO
NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO
NEGRO NEGRO NEGRO NEGRO
NEGRO NEGRO
Negra sou!



Este poema foi escrito originalmente em espanhol. 

Post: Marta Quintiliano 

Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Ecoar




Ecoar

A vulnerabilidade fez voar o coração./ Transbordou as fragilidades.../ Pelo toque de suas mãos./ O transformou em velhas formalidades./ A magnitude de frios pensamentos.../ Se perdeu sem se achar./ Pelo eco dos tristes lamentos.../ Ecoou através do antigo sussurrar./ A dualidade de falsos momentos.../ Se revelou pelo toque do olhar./ A impessoalidade de velhos comportamentos. / Se mostrou através do seu despertar.


resultado-de-imagem-para-onda-sonora - Digsom

quarta-feira, 24 de março de 2021

Tim Tim


 
Tim Tim


O instinto sentiu o ventre.../ No seu dar e acolher amor./ A dor que deveras sente/ Assim ela sutilmente se mostrou./ O instinto que concebeu o querer/ Notoriamente se encantou.../ Lindamente fez por merecer.../ Através do dia que calou. / O instinto avidamente contemplou.../ O porvir de velhos verões./ Com vinho tinto brindou.../ O querer de velhas paixões.


O vinho é uma bebida festiva · Revista ADEGA

terça-feira, 23 de março de 2021

Luta Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial

 

Por: Sônia Cleide*

Marta Quintiliano**

 

Fonte: imagem da Internet
 

Em 1960 no bairro de Sharpeville na cidade de Jonhanesburgo na África do Sul vinte mil negros saíram as ruas para protestar contra a lei do passe que obrigava a população negra portar cartões de identificação, especificando os locais pelos quais poderiam se deslocar. O exército de regime apartheid abriu fogo contra os manifestantes e isso resultou em 186 pessoas feridas e 69 mortes dos que caminhavam pacificamente.

 Em memória a esse massacre foi instituído na data de 21 de março 1976 pela Organização das Nações Unidas (ONU) o dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

No entanto, voltamos o olhar para o Brasil que afirma e acredita que não existem conflitos raciais como em outros países e citando sempre os Estados Unidos como um exemplo clássico de divisão entre negros e brancos, que se enche de orgulho em dizer “somos todos iguais” - obviamente que não somos, e de forma velada vivemos em um país extremamente racista, com desiguais oportunidades entre brancos e negros. Faça o teste do pescoço sugerido pela pesquisadora Claudete Alves (2011) e vejam a posição que ocupa branco e negro nas empresas, faculdades, serviço público até na vendinha do bairro? Pois bem, a conta não fecha né?

Em plena pandemia é possível perceber que as desigualdades se acentuaram e trouxeram à tona as políticas genocidas do governo federal, que mesmo com tantas mortes afirma não existir motivos para alardes, milhares de jovens sem internet para acompanhar as aulas remotas, o alto índice de desemprego que afetou diretamente as mães negras que são chefe de família, sem contar que as pessoas negras receberam menos dose de vacinas do que as brancas. Isso tudo revela que vivemos em um país em que as branquitude, mesmo sendo a minoria, possuem privilégios em relação a população negra. Te convido a fazer uma pesquisa rápida e colocar a palavra massacre no google  verá que os massacres que ocorrem também no Brasil têm cor, é a COR PRETA.

Por isso, é preciso todos os esforços para manter e fazer avançar as políticas afirmativas no Brasil para que possamos dar fim às desigualdades sofridas pela população negra, que representa 54% da população brasileira.

As cotas no ensino superior e na administração pública, a inclusão de conteúdos ligados às tradições culturais africanas nas escolas e o combate à perpetuação do racismo, políticas que foram iniciadas no governo petista com o presidente Lula e continuadas pela presidenta Dilma são avanços que ajudaram em parte na reparação histórica devida à população negra.

O assassinato brutal da vereadora carioca Marielle Franco, na noite de quarta-feira (14/03) é um exemplo claro dessa violência. Mulher negra expressava a luta de todos nós, mulheres e homens negros(as) que necessitam todos os dias afirmar seus direitos e reivindicar sua ampliação.

Fonte: Imagem da Internet

 

Sobre as autoras: *Mulher preta e de terreiro, Suplente de Vereadora no município de Goiânia - GO, Fundadora do Grupo de Mulheres Negra Malunga; ** mulher preta quilombola Ativista e estuda afroafeto e cura. 

Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quarta-feira, 17 de março de 2021

Revoada




Revoada


O vento afagava os meus cabelos.../ Com as carícias do seu balançar.../ Refrescava com seus lampejos./ A minha pele com seu arrepiar/ Levava consigo a dor.../ Que a vida insistia em dizer./ E trazia de volta em fulgor./ Com a ânsia de me refazer./ O vento simplesmente carregou/ Tudo que se fazia pranto./ Com a certeza do que não ficou./ Sou eu aqui sem entretanto.




Imagem da revoada de estorninhos | Sobre o Ambiente

terça-feira, 16 de março de 2021

Quem pode falar academiquês?




Por: Marta Quintiliano



Fonte: Imagem da Internet


Nos últimos dias o assunto em pauta nas redes sociais foi o Lumenês, uma palavra derivada da crítica a uma das participantes de um programa de entretenimento devido ao uso exagerado de palavras difíceis nas conversas informais. A palavra “Lumenês”, usada por alguns internautas, para pontuar o discurso da psicóloga, Mestra e DJ Lumena participante de um reallty show em canal aberto, viralizou vários  memes  para criticar a participante, porém quero ir pouco além das superficialidades das redes sociais.

Vamos pensar? Por que a fala acadêmica da Lumena incomodou tanto? Se fosse uma pessoa branca teria tantos memes?  Então, vamos lá! Você já assistiu a uma aula, leu um livro ou artigo produzidos na academia? Se não, tente ler e ultrapassar a minha primeira página sem recorrer a um dicionário, com o excesso de palavras difíceis para demarcar quem pode ou não falar.

 Eu sou o doutor e os outros são apenas os outros e quanto mais difícil para publicar na revista X para confirmar a suposta inteligência, mas me diga uma coisa quantas pessoas acessou a sua escrita nos últimos anos? É possível escrever um texto com a qualidade acadêmica de forma atender tanto o espaço acadêmico e não acadêmico.

Porém, eu insisto na pergunta por que a Lumena foi tão atacada ao falar academiquês? Eu nunca vi dentro de nenhum espaço alguém reclamando quando um branco o faz. Recordo que fui convidada para fazer uma fala em uma turma que estava se preparando para ingressar no Ensino Superior e um dos estudantes direcionou uma pergunta darei um exemplo, afinal não lembro a pergunta, mas era o seguinte; “o que epistemologia?”.

Eu devolvi a pergunta e disse se teria como ele explicar ou trocar o termo para ficar compreensível. Senti certa decepção no olhar do jovem branco, pois eu deveria saber do que se tratava.

Nós negros que estamos na universidade somos constantemente acusados de não sermos produtores de conhecimento por escrever de forma acessível. Mas é obvio que muitas de nós acabamos por jogar o jogo para pertencer a bolha acadêmica e a Lumena, e tantas outras, infelizmente para sobreviver nesse território deixou se moldar.

Não existe uma medida para branquitude, ser branco já basta, ninguém questiona inclusive, pode até processar pessoas negras por racismo reverso, veja só que curioso eles não acreditam no racismo, porém querem nos processar por racismo contra eles. Bem contraditório! Assunto para outro texto.

Porém, se você faz o “jogo” (deles) é acusado, se você não faz, também. Cabe a nós fazermos as nossas escolhas se queremos ou não falar, escreve o academiquês quem nunca entrou em Universidade e chegou em casa falando diferente querendo ser o tal?

Eu aprendi rápido que não deveria dar um passo maior que as pernas. O que escrevemos tem que caber em todos os lugares, se não cabe reveja, se quiser. 


Sobre a autora: Mulher preta quilombola; Estuda Afroafeto e Cura; Membra da coletiva de mulheres indígenas e quilombolas, Tricô, Guiné. 

Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Infinito 8




Infinito 8


Mortes não justificam.../ Nesse dia histórico./ Lutas que unificam/ Tamanhos atos heroicos./ De bravas mulheres unidas/ Que não se rendem.../ Que não se dão por vencidas./ Pra regras que as prendem./ Não importando gênero.../ Ou qualquer outra forma./ Sem eufemismos efêmeros/ Desconstruindo velhas normas./ Através de números escancarados./ O silêncio de muitas ecoam./ Dentro de casulos embolorados/ Suas trêmulas vozes voam./ À procura do sentido do amor./ Muitas se permitem experienciar. / Colando os cacos da dor.../ Insistem ainda no verbo amar.


Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

terça-feira, 9 de março de 2021

Poema : *Só a mim* ( escrito em homenagem a coletiva de mulheres indígenas e negras quilombolas)

                                                   
      Por: Holdry Oliveira


Fonte: Arquivo da Coletiva CMIQ

Eu sou o quilombo 
Eu sou o "povo originário" 
Eu sou terra 
Eu sou água 
Sou a mata 
Sou o ar 
Eu sou aquilo que você quiser me chamar
Mas só a mim Pertence o poder de me definir 
Eu tenho um dia, eu tenho um dia para se conscientizarem 
Mas no resto dos dias 
Eu luto
Eu sofro
Eu busco
Eu luto pela sobrevivência 
Eu busco oportunidades 
Eu sofro em silêncio
E só a mim Pertence o poder de me definir
Meus ancestrais plantaram, cultivou, fez florescer Florescer o amor em meio a dor 
Florescer a paz em meio a guerra
Florescer a sabedoria em meio a opressão 
Florescer a resistência em meio a falta de humanidade
Florescer a força em meio a tanto sofrimento 
E se minhas raízes fazem florescer tudo em mim
Então, 
Só a mim Pertence o poder de me definir
Na rua, na escola, na aldeia, ou no quilombo
Minha roupa, meu cabelo, meu batom e minhas miçangas 
Minha escolha, meu direito, minha vida, minha história Ativista, comunista, feminista, mulherista 
SÓ A MIM PERTENCE O PODER DE ME DEFINIR

Sobre a autora do poema: Mulher preta quilombola, Mãe, Estudante de Administração, Comentarista de Futebol, Time do coração Galo. Pertence a Comunidade Carrapatos de Bom Despacho Minas Gerais. 

Se esse conteúdo foi útil para você, deixe seu comentário, participe, inscreva-se, dê um like e compartilhe em suas redes sociais.

quarta-feira, 3 de março de 2021

Velho novo




Velho novo


O velho rosto fora banhado/ Pelas águas das velhas lembranças./ Pelo ressoar do velho passado/ No porvir das futuras esperanças./ O velho rosto ficara contraído.../ No equilibrar dos tristes espinhos./ No outrora, do ontem repetido./ Através de intensos e belos carinhos/ As velhas mãos apararam.../ As minúcias ali sentidas./ Em instantes elas se encantaram.../ Pelas sinfonias agora ouvidas.



As lágrimas são o sangue da alma – Barbacena Online

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Pó...




Pó...


A terra guardou o amor.../ Que fora cultivado./ Com um choro fúnebre, ela lacrou/ Com ela tudo fora restaurado./ A terra suprimiu a dor.../ Que a vida havia colocado./ E com ela, foi-se todo o ardor/ E o pranto que fora derramado./ A terra suplantou o frescor.../ Da esperança que se fez infinda./ E o mal com ela ali ficou/ No germinar da semente benvinda.



Poeira, o que é? Composição, tipos de poeira e doenças

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Densidade

 




Densidade

Na estrutura do ferro e aço, 
Vou eu jogando as fitas...
Desbravando os nós com meu laço.
As esferas mais bonitas.
No jogo da densa luz...
Vou eu carregando esperança.
Acariciando o olhar que reluz,
No doce sabor da lembrança. 
Assim são as infinitas auroras...
Que se fazem reluzir,
Vão suspirando por horas.
Com o seu lindo sorrir.



 




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Intriga




Intriga


No instante devido/ O coração pulsava.../ O batimento sentido/ Que outrora amava./ O momento perdido/ Que ali passava.../ Se fez esquecido/ Então se calava./ O sentimento decidido/ Logo o perdoava.../ Ficou-se envaidecido/ Por fim suspirava.



Resultado de imagem para perdão

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Arranhões





Arranhões


No sol quente e abrasador/ Me vi repleto em candura./ Tal como o princípio no amor/ Sou eu em plena ranhura./ No sol a pino, em amor.../ Me vi triste em rachaduras./ Como uma brasa em ardor/ Sou eu agora, só fechadura./ No fim da tarde, arrasador.../ Vou eu em pedaços, amargura.../ Alucinado em puro dissabor/ Sou eu, aqui, temperatura.


Aprenda a identificar trincas ou fissuras em casa - Qual Imóvel - Notícias

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Almas Bem Vindas




Almas Bem Vindas


Dentre as surpresas chegadas.../ As almas se reconheceram./ Em corações de batidas aceleradas./ Sentiram e por fim se mereceram. / Dentre os impulsos conectados. / Os olhares se permitiram./ Entre sonidos badalados/ Simplesmente ali se ouviram./ Em instantes se aconchegaram.../ Com as volúpias infinitas./ E por fim se juntaram/ Com suas almas bonitas.


Marcos Piangers: eu sei que você quer, mas não existe alma gêmea

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Ar Rarefeito





Ar Rarefeito


O verde quer respirar/ Pediu socorro pro mundo./ Está morrendo sem ar.../ Pelo luto profundo./ O verde quer salvar.../ Seus filhos que agonizam/ À espera do que há/ Suas dores não amenizam. / O verde vai lutar.../ Ainda nele há esperança./ E com lágrimas à derramar/ Fica somente a lembrança.



Fotos de Ar, imagem para Ar ✓ Melhores imagens | Depositphotos®

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Olhos do coração



Olhos do coração


Os olhos do coração.../ Piscaram a luz da alma./ Em uma manhã de verão/ Nos guardou em sua palma./ Os olhos do coração.../ Refletiram um lindo amor./ E como suspiros de algodão.../ Nos mostrou um lindo ardor./ Os olhos do coração.../ Com sua leveza, nos acarinhou/ Como flecha que acerta a direção/ Juntinho nos deixou.



Coração apaixonado | Vetor Premium

sábado, 9 de janeiro de 2021

PORQUE OXUM CHORA?

PORQUE OXUM CHORA?




A mudança na energia do ambiente quando Oxum está
presente é perceptível. Algumas vezes durante a 
incorporação, Oxum chora, este é um sinal de que ela se
compadece da dor e das dificuldades que os presentes
possam estar atravessando e só se tranquiliza quando sua
missão de limpeza fluídica é concluída.
O seu canto e seu choro são consequências do ambiente ou
dos sentimentos das pessoas que ela vai ajudar, que podem
estar tristes ou angustiadas. Neste caso, a combinação do
canto (mantra) com o choro se torna uma ferramenta efetiva
para o descarrego das pessoas necessitadas.
Porque Oxum chora?    
Oxum chora porque ainda há no mundo muita feiúra. Oxum é o Orixá da beleza e da perfeição. Seu mundo é o mundo do que é belo e perfeito. Quando Oxum deixa de olhar seu espelho para olhar para o mundo dos homens, ela chora e chora, e de seu choro se faz uma cachoeira de amor e bondade que limpa a terra do que de feio e imperfeito o homem pôs nela. É por isso que Oxum chora. Para que o mundo dos homens seja, então, um mundo de maior beleza e perfeição.  
Autor desconhecido. 
Aieieô Oxum! Sarava!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Bonança


  
Bonança


É tempo de sorrir/ E não de chorar./ O velho vai partir/ Para o novo chegar./ Deixe pra trás/ Toda a velha dor. / Um tempo novo se faz/ Com luz e amor./ Não importa qual seja.../ A vida que foi vivida./ Afinal, o que você almeja?/ Após a vida sentida./ Cure as velhas feridas/ Alimente somente a verdade./ Resgate a infância crescida/ Através de uma grande amizade./ É tempo de colheita/ De brindar a alegria./ Jogue fora a desfeita/ E viva com maestria./ Pegue sua bagagem/ Jogue fora o medo./ Embarque nessa viagem/ Logo à frente do arvoredo./ Sigamos em frente/ Encarando os desafios./ Levante, e se preciso tente/ Não deixe o copo meio vazio./ Esteja preparado/ Para tudo alcançar./ Com o terreno já arado/ E bons ventos à soprar.



Devaneios de um Pregador...: Bonança...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Alvorecer

As lembranças que foram remexidas.../Se fizeram relembrar. /No tempo de incertezas doloridas./No vazio do não voltar./ Tempo de se reconectar/ De buscar o velho eu./ De aprender a se bastar./ De espelho, espelho meu./ De reinventar novas vidas/ De saber que não se sabe./ De chorar tristes partidas./ Um adeus que não cabe.../ Eis que o novo se aproxima.../ E quer nos acarinhar/Nos fazendo ir pra cima./ Com garra à lutar./ E pra logo terminar.../ Vou apenas lhe dizer./ Vamos todos nos abraçar/ Nesse novo alvorecer.

Compartilhe nossas matérias e/ou artigos em suas redes sociais. Nos apoie!

Compartilhe já!