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Vamos falar sobre Sex Education e a Pluralidade de Identidade de Gênero?

Vamos falar sobre Sex Education e a Pluralidade de Identidade de Gênero ?   Imagem do Google Sex Education é uma das séries mais conhecidas mundialmente, transmitida  pela plataforma de streaming Netflix. Retrata o dia a dia de adolescentes que  estudam na Moordale Secondary School, mais conhecida como a “escola do  sexo”. O apelido da escola foi dado a partir do assunto educação sexual ser  muito falada entre os alunos e no final do ano letivo uma apresentação de desfile  inusitada com fantasias de vulvas e pênis.  A pluralidade de orientações sexuais e identidades de gêneros de personagens  na série é explicita, com alunos gays, lésbicas, bissexuais, pansexuais e não binários. Na terceira-temporada, umas das pautas mais levantadas é a de gênero  não-binário e a importância do uso de pronomes neutros ou corretos, como Cal  (personagem da série) que ao corrigir os colegas informou que seus pronomes  são “ile/dile” e que gostaria de ser chamade dessa forma. Fonte: Netflix Br

4 direitos que você precisa saber

4 direitos que você precisa saber Imagem do Google 1 - Em 2019 a LGBTQfobia foi considerada crime O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou em  junho de 2019, que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerada um crime. A conduta passe a ser punida pela Lei de Racismo (7716/89), que prevê crimes de discriminação ou preconceito por "raça, cor, etnia, religião e procedência nacional". Em caso de LGBTQfobia as denúncias podem ser feitas em qualquer delegacia do país, ou pelo telefone 190 (número da Polícia Militar) e pelo Disque 100 (Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos). Em alguns estados, há órgãos públicos que fazem atendimento especializado para casos de homotransfobia. Se você for vítima ou presenciar algum caso de violência, não deixe de denunciar. 2 - Desde de 2013 os cartórios são obrigados a realizar casamentos homoafetivos  Apesar de o STF ter reconhecido a união estável homoafetiva em 2011 com os mesmos dire

Se cada gota conta, então tire seu preconceito!

Se cada gota conta, então tire seu preconceito!  Imagem do Google 8 de maio de 2020, o Supremo Tribunal Federal julga a   Ação de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5543 , a ação questionava a portaria do Ministério da Saúde e da Anvisa que proibia homossexuais, travestis e transexuais a doarem sangue. A proibição era motivada pelo imaginário da década 90 que associava o HIV/AIDS com a comunidade LGBTQI+, chamado durante muito tempo de “Peste Gay”. A  proibição custou o desperdício de 18,9 milhões de litros de sangue por ano. Antes de comentar o desfecho dessa ação, eu queria falar um pouco sobre mim. Me chamo Samuel Dias, sou gay, tenho 21 anos e sou virginiano. Desde que eu era criança, eu acompanhava a minha mãe e meu pai em campanhas de doação de sangue. E eu sempre tive vontade de também poder doar, talvez muito motivado pelas campanhas que colocam a doação como um gesto “louvável”, isso porque dentro de uma sociedade ajudar o próximo é um ato de cidadania. E para realizar esse ato de

Masculinidade Tóxica e seus efeitos na sociedade

Masculinidade Tóxica e seus efeitos na sociedade Imagem do Google   É uma construção social que aconteceu e está relacionado com  diversos momentos da história. Os papéis que o homem desempenha na sociedade são construídos. Simone Beauvoir diz: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”. Me empresto do seu discurso para também poder dizer aqui: “Não se nasce homem, torna-se homem”. Masculinidade Tóxica são padrões de uma herança patriarcal, onde o patriarca era o núcleo centralizado das relações, economia e poder. A partir da visão patriarcal a dominação masculina se configura como uma estrutura de poder. Desde a infância e adolescência nos confrontamos com diversas frases que moldam essa construção: ●      Homem não chora. ●      Não leva desaforo para casa. ●      Seja homem de verdade! A masculinidade frágil é a ideia de que qualquer coisa pode fazer você ser “menos homem”. Nessa condição o  “macho” é carregado de obrigações comportamentais que precisam ser reproduz

Uma ilusão que transformaremos em realidade

Uma ilusão que transformaremos em realidade Imagem do Google      A jovem democracia brasileira é uma ilusão. Você talvez não entenda porque chamo de ilusão nossa jovem e capenga democracia, pois eu explico. Até o dia de hoje o crime que tirou a vida de uma mulher negra, bissexual, eleita para vereança do Rio de janeiro com mais de 40 mil votos ainda não foi resolvido. O mandante não foi preso. E a impunidade ainda reina. Jean Wyllys um Deputado Federal gay, legitimamente eleito se viu obrigado a renunciar de seu cargo e sair do país pois não suportou tanta insegurança e ameaças de morte, que também atingia sua família. Jean conta que recebia fotos tiradas da casa onde mora sua mãe, dizendo que iam “fuzilá-la”. Como pode um deputado receber estas ameaças e ninguém ser punido? Como pode uma vereadora eleita ser morta com tiros na cabeça e o mandante não ser punido? Como eu chamo um sistema que permite isso? Democracia? Há algo em comum nestes dois casos de violência: Os dois parlamentar

Protagonismo, Identidade e Luta

Protagonismo, Identidade e Luta Imagem do Google      Ao longo da história do Brasil e da formação do Estado houve um processo de invisibilização e apagamento de pessoas LGBTQIAP+ e de qualquer cultura que fugisse da norma cis-heteronomativa. A partir de alguns acontecimentos podemos entender o tratamento e lugar que sempre foi dado a essa comunidade. Em 1591, uma denúncia é feita aos Tribunais Santo Ofício, o motivo, crime de sodomia. a denúncia era contra Xica Manicongo, considerada a primeira pessoa travesti, ou não-cisgênera, que se tem registro no Brasil.  Felipa de Souza é condenada pela Inquisição por ter se relacionado com seis mulheres em 1592. A sentença foi açoitamento em praça pública, ela ainda teve seus bens confiscados. Incumbiu-se de penitências espirituais e ainda precisou pagar as custas processuais. Um indígena de origem tupinambá foi executado com um tiro de canhão. Ocorreu em 1614, esse foi o primeiro registro de morte por homofobia no Brasil. Conhecido como Tibir

40 anos de epidemia no Brasil

40 anos de epidemia no Brasil Imagem do Google Há quase quatro décadas o Brasil enfrenta um inimigo invisível, o vírus HIV. Dados do Ministério da Saúde mostram que atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual por terem atingido carga viral indetectável. E entre os infectados tem maior prevalência entre jovens, negros  LGBT+. Uma das razões para esses números é a falta de campanhas que dialoguem diretamente com esse público. Os órgão de saúde insistem em reproduzir o discurso ultrapassado da década de 90, de “use camisinha”. Em 2017 a cidade de São Paulo adotou um novo argumento, a prevenção combinada, e desde então tem visto os números de infecção diminuírem, que em comparação com os anos anteriores houve uma redução de 11%. Mas o que seria a prevenção combinada? São elas a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) que é indicada e utili

Quem veste Rosa e quem veste Azul?

Quem veste Rosa e quem veste Azul? Imagem do Google  "É uma nova era no Brasil: menino veste azul e menina veste rosa"  Damares Alves. Para nós antes de nascermos existe um projeto definido. Tudo está programado. Seguimos regras e padrões para nos adequar a nossa sociedade, tomamos a heteronormatividade como verdade, porque ela é introduzida desde o berço. O famoso menino veste azul e menina veste rosa! A sociedade estabelece cenas, regras, poderes, papéis e definições de fronteiras de gênero. É preciso romper com algumas dessas estruturas para que possamos alcançar novos horizontes onde todas as expressões de existência sejam legítimas. Qualquer expressão, sexualidade e desejo que foge da Normatividade, é considerada desvio, algo fora. E isso se reflete nos discursos, tratamentos e considerações. Ditam a forma como se deve vestir, comportar, falar, andar e até agir. O mundo inteiro é um palco, e somos mero atores representando diversos papéis. Rosa e Azul são símbolos

Tim Maia e a solidão do Homem PRETO

Tim Maia e a solidão do Homem PRETO Imagem do Google Ah, se mundo inteiro me pudesse ouvir... .. Mas quem sofre sempre tem que procurar pelo menos vir achar razão para viver [ ...] Azul da cor do mar Tim Maia Se estivesse vivo TIM MAIA faria dia 28 de setembro 79 anos. O cantor e poeta cantou sobre solidão, a solidão do homem preto. E é sobre solidão que vamos conversar. Por uma questão de justiça com legado de Tim eu me sinto na obrigação de me posicionar contra a biografia filmada do poeta. A branquitude resume a vivencia dos homens pretos a vícios, crimes e depravação. Léo Maia, filho de Tim. Afirmou que o pai odiaria a cinebiografia e nós homens pretos odiamos também eu não vou me ater ao filme. Na coluna anterior conversamos sobre saúde mental. Quando falamos de saúde mental da população preta, mais precisamente da bicha preta somos impelidos a falar sobre solidão. Neste texto eu vou misturar a poesia de Tim com as minhas divagações a cerca deste assunto . As canções do poe

Saúde Mental da População LGBTQI+ e a violência

Saúde Mental da População  LGBTQI+ e a violência  Imagem do Google  Você tem cuidado do seu bem estar mental? A Olimpíada Tokyo 2021 trouxe muitos debates, entre eles, o cuidado com a saúde mental. Após um desabafo sincero de como a pressão pelo alto desempenho estava afetando a sua saúde e sua segurança, a ginasta Simone Biles mostrou a urgência de falarmos sobre os cuidados com a saúde mental. Uma outra razão para falarmos sobre o assunto, é o alto o índice de depressão e ansiedade no Brasil, que segundo os dados da OMS, é o país com maior prevalência de depressão na América Latina.  Quando a gente fala da comunidade LGBTQI+ os principais fatores que levam a esses transtornos são, a exclusão e a violência. Com base na pesquisa feita através dos dados coletados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a cada uma hora uma LGBTI+ é agredida no Brasil. São violências como física, psicológica, verbal, que só em 2019 passaram a ser consideradas crimes através de uma determinação do Supremo Tribun

Quem tem medo das LGBTs PRETA, na politica?

Quem tem medo das LGBTs PRETA, na politica? " Não serei interrompida. Não calarão a minha voz!" Imagem do Google Marielle Franco ( 1979- 2018 ) – Socióloga- vereadora executada em 14 de março de 2018. [...] (O Sr. Vereador Italo Ciba entrega uma flor à Sra. Vereadora Marielle Franco) A SRA. MARIELLE FRANCO – Não vem me interromper agora, não é? Homem fazendo “homice”. Meu Deus do céu. Obrigada, Italo. Muito obrigada! Amém. Obrigada. Obrigada aos vereadores. Como falei antes, e falava na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no dia de hoje, as rosas da resistência nascem do asfalto. Nós recebemos rosas, mas também estaremos com os punhos cerrados, falando do nosso lugar de vida e resistência contra os mandos e desmandos que afetam nossas vidas. Até porque não é uma questão do momento atual. O vereador, na última semana que falava sobre o processo de violência sofrido pelas mulheres no Carnaval, me questionava de onde eu tirava os dados apresentados. As mulheres, quando sa

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